Parceria entre BB e SulAmerica termina com venda da Brasilcap. (+)
PMDB fica com o comando da Previc.
BB pretende estar presente em todas as cidades até 2015.
Carteira de crédito imobiliário do BB cresce 105%.
Banco do Brasil quer adquirir bancos nos Eua e Chile.
Novo cartão do BB só sairá em janeiro.
BB elimina senha numérica para aumentar segurança.
Presidência do BB é motivo de disputa nos bastidores políticos.
BB busca resultados fortes no quarto trimestre.

Banco da Patagônia dá bom lucro ao BB.
Bancários encerram greve.
Fenaban não se entende sobre a greve dos bancários.
Parceria entre BB e Oi lança cartão no celular.
BB e Bradesco apesar de rivais se tornam parceiros.
Favelas do Rio terão agências do BB.
BB Bega ter perdido ação para Mendes Junior.
Belo Monte negocia financiamento com o BB.
BRB anuncia fim do diálogo com o Banco do Brasil.
O mercado de planos odontológicos é o novo investimento do BB.


Divórcio
Terminou a parceria entre Banco do Brasil e SulAmérica. O último vínculo foi quebrado com a compra da Brasilcap pelo BB por R$ 137 milhões. As duas instituições já haviam se separado na Brasil Saúde e na Brasil Veículos. A notícia é da coluna de Ancelmo Gois no jornal O Globo.

Indicação
O PMDB conseguiu emplacar José Maria Rabelo, funcionário do Banco do Brasil, não comando da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). A nomeação de Rabelo, homem de confiança do ministro da Previdência, Garibaldi Alves, foi publicada no Diário Oficial no dia 02 de março. Ele entra no lugar de Ricardo Pena Pinheiro, ligado ao PT, primeiro presidente da superintendência, criada há apenas um ano. A notícia é da Agência Estado.
Presença efetiva
Até 2015 o Banco do Brasil pretende estar presente em todas as cidades brasileiras. Na busca do objetivo, anunciado pelo presidente da instituição Aldemir Bendine, o BB vai investir em um novo conceito de atendimento bancário. Serão lançadas "agências complementares", que vão atuar em conjunto com os correspondentes bancários. Dessa forma, será possível oferecer outros serviços para o cliente. Um funcionário do BB vai trabalhar dentro do estabelecimento onde funciona o corresponde bancário ou nas proximidades. Evitando assim a abertura de uma agência, cujo custo é muito alto, em locais onde o retorno é insuficiente. Ainda neste ano, o banco prevê investir R$ 1 bilhão com a abertura de 600 novas agências e postos de atendimento em todo o País - sendo 250 complementares, 250 tradicionais e 100 postos de atendimento. Para ocupar os postos de trabalho, o Banco pretende contratar cerca de 5 mil funcionários em 2011. A informação é da Agência Estado.
Cifra bilionária
Melhorias nas condições para negociação, formalização de convênios com grandes empresas e órgãos públicos e a participação nos principais eventos imobiliários do País foram os fatores que mais contribuíram para o crescimento da carteira de crédito imobiliário do Banco do Brasil. A modalidade de empréstimo cresceu 105% em relação a janeiro do ano passado atingindo a cifra de R$ 3,5 bilhões. A informação á da Agência Estado.
Expansão
O banco do Brasil descartou a possibilidade de compra de bancos brasileiros, como o Banco do Brasília, mas acenou com a compra de entidades financeiras nos EUA e Chile. Em entrevista coletiva, o presidente do BB, Aldemir Bendine, confirmou que a entidade pretende comprar "um banco pequeno" nos EUA, em um negócio que espera concluir no primeiro trimestre. Em seus planos de expansão na América Latina, o Banco analisa a compra de uma participação no capital do chileno CorpBanca, além de outros negócios na região. Nos próximos 60 dias, o BB também espera concretizar o acordo com o português Banco Espírito Santo (BES) para atuar na África, com operações iniciais em Angola e Cabo Verde e depois em outros cinco países. A informação é da Folha Online.
Nova bandeira
Criação do Banco do Brasil e do Bradesco, o cartão Elo será lançado apenas em janeiro. De acordo com a direção do BB, o atraso foi por questões tecnológicas ligadas à entrada da Caixa Econômica Federal no projeto. Quando foi anunciada a criação da bandeira, em abril, o plano era emitir o primeiro cartão em outubro. A Elo pode se tornar também uma bandeira interna-cional. O novo cartão será destinado principalmente a classe C. A informação é da Agência Estado.
Maior segurança
Com o objetivo de aumentar a segurança nas transações em caixas eletrônicos, o Banco do Brasil está abolindo a senha numérica dos cartões. O BB passou a adotar agora apenas as letras como senha. A medida busca inibir a ação de estelionatários de usam do recurso conhecido como “chupa-cabras” que são instalados nos caixas eletrônicos para armazenar os dados dos cartões e senha dos clientes. O fim do uso de duas senhas também agilizou o processo de auto-atendimento. As operações em terminais de ponto de venda continuam exigindo senha nu-mérica. A informação é do site IDGNow!
Queda de braço
A futura presidência do Banco do Brasil será decidia numa disputa política de bastidores enter entre o ministro da Fazenda Guido Mantega e o indicado à Casa Civil, Antonio Palocci. Sem levar em conta o PMDB, que está de olho na presidência do Banco do Brasil, uma ala do PT pretende emplacar ali o atual secretário de Política Econômica, Nelson Barbosa. O atual presidente do BB, Aldemir Benidni, apesar de ser indicado pelo presidente Lula, já sofre com críticas de integrantes do Palácio do Planalto. As alegações são de que ele ele "não atende" as demandas políticas. Uma ala do PT pretende emplacar ali o atual secretário de Política Econômica, Nelson Barbosa, por sua vez, tem cativado as tendências do PT. A notícia é da Agência Estado.
Reta final
Na teleconferência sobre os resultados do Banco do Brasil realizada no dia 17/11, a diretoria da instituição ressaltou o bom desempenho nos nove primeiros meses d 2010, em comparação ao ano anterior. Rentabilidade sobre Patrimônio Líquido Recorrente, a Carteira de Crédito – Pessoa Jurídica e Agronegócio, as receitas de prestação de serviço e despesas administrativas: todos estão dentro ou acima das estimativas para 2010. Para os que não atingiram as projeções, a confiança é de que o quarto trimestre mostre um resultado forte. A informação é do site Infomoney.
Bom negócio
Seis meses depois da compra do controle acionário do Banco Patagônia, o BB tem certeza de que fez um bom negócio. As ações do banco argentino valorizaram-se cerca de 20%. O Banco pagou em abril o equivalente a US$ 1,3076 por ação num montante de US$ 479,6 milhões. No último dia 08/11, o papel fechou em US$ 1,5665, um considerável lucro de US$ 94,9 milhões. A informação é do jornal o Globo.
Sob pressão
Depois de aceitar o reajuste de 7,5% oferecido pelos patrões, os bancários decidiram encerrar a greve a partir de hoje (14/10). Além do aumento real, os bancos também propõem valorização dos pisos de até 16,33% e maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Tudo foi oferecido para encerrar uma paralisação que já durava 15 dias e chegou a fechar 8 mil agências em todo o país. A notícia é do Globo Online.
Desentendimento
Com as portas dos bancos fechadas há dez dias, a greve dos trabalhadores do setor provocou um “racha” na Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). De um lado os bancos estatais cujos funcionários possuem estabilidade e do outro os bancos particulares onde os empregados são passiveis de demissão. Representantes dos bancos públicos, onde a paralisação é maior, de-fendem o rápido entendimento enquanto os particulares querem levar os bancários em banho-maria até que a greve seja esvaziada. Concentrada no BB e na Caixa Federal a greve faz maior estrago nos estabelecimentos estatais especialmente no Norte e Nordeste onde algumas cidades dependem exclusivamente das duas instituições. Os bancários querem reajuste salarial de 11%, o que representa 5% de aumento real, além da reposição da inflação. Os trabalhadores pedem ainda prêmio de Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) equivalente a três salários mais R$ 4 mil e o fim das metas abusivas e do assédio moral, entre outras reivindicações. A matéria é da Agência Estado.
Modernidades
Um acordo de 20 anos foi fechado entre o Banco do Brasil e a operadora de telefonia Oi. O objetivo é oferecer aos 60 milhões de clientes da operadora os serviços financeiros do Banco. Além disso, será criado um cartão de crédito das duas marcas cujo chip poderá ser inserido no celular da Oi. Por ser um cartão de crédito "co-branded" (BB e Oi), pode ser de uso físico ou móvel (chip do celular). Segundo a direção do BB, a parceria busca a atingir principalmente a baixa renda, que usa o celular pré-pago. Por isso, o banco estuda também oferecer um cartão pré-pago. O cartão deve ser lançado no primeiro semestre de 2011. Os resultados das vendas serão compartilhados entre BB e Oi. A informação é da Agência Estado.
Como irmãos
A antiga rivalidade entre Banco do Brasil e Bradesco está se transformando em parceria. Após a fusão de Itaú e Unibanco e sem mais nenhuma instituição de peso para comprar, o Banco do Brasil transformou o Bradesco no parceiro ideal para expansão. As duas instituições que sempre lutaram pela liderança do mercado se uniram em quatro frentes: cartão de crédito, compartilhamento de terminais eletrônicos, seguro odontológico e investimentos na África do Sul. No que depender do BB, a união com o Bradesco pode ir além, intensificando atuações em financiamento de obras de infraestrutura, foco da demanda por crédito nos próximos anos. Mas apesar da parceria, os dois continuam sendo concorrentes e brigam pau a pau por correntistas, estabelecimentos comerciais e venda de cartões. A notícia é da Folha Online.
Na porta de casa
O projeto do Banco do Brasil de expansão para áreas carentes e favelas do Rio vai beneficiar duas comunidades nos próximos meses. A Cidade de Deus, na zona oeste da cidade, e a Roci-nha, na zona sul, serão as primeiras a receberem uma agência do Banco. Depois dessas, a insti-tuição planeja se instalar em outras comunidades carentes. Outro projeto é chegar a todos os 92 municípios do estado no prazo de quatro anos. Para isso, estão previstas 100 novas agências completas, que se somarão às 262 já existentes. O Objetivo e oferecer crédito e serviços aos moradores daquelas regiões. A notícia é do DCI.
Negativa
Em nota a imprensa, o Banco do Brasil negou que tenha perdido uma ação judicial para a cons-trutora Mendes Junior. A notícia teria sido publicada no jornal O Estado de S. Paulo e aponta que o BB teria perdido a ação no valor de R$ 2 bilhões referente a perda de equipamentos no Iraque. O banco informou que “obteve decisão favorável em primeira instância nos Estados Unidos, a empresa recorreu e a apelação será julgada em segunda instância em data próxima". A notícia é do portal G1.
Dependência
Engessado pelo acordo de Basiléia, o BNDES não poderá financiar mais do que R$13,5 bilhões (70%) da hidrelétrica de Belo Monte. A saída para a usina será recorrer ao Banco do Brasil. Um executivo da empresa disse que as conversações com o BB estão adiantadas, mas ainda não se falaram em valores e condições de pagamento. O certo mesmo é que as condições do emprés-timo não serão iguais às do BNDES, com 30 anos para o pagamento e uma taxa de juros em torno de 5,5% ao ano. A notícia é da Folha Online.
Fim do namoro
Em nota assinada pelo seu diretor-presidente em exercício o Banco do Brasília (BRB) anunciou que as conversações com o Banco do Brasil para uma possível transferência de controle acio-nários estão encerradas sem nenhum “acordo conclusivo”. Entre os possíveis desacordos estão a divergência sobre valores e a crise política instalado no Distrito Federal desde o ano passado. O escândalo que levou a saída do então governador José Roberto Arruda esfriou as conversações. A oferta final do BB de R$ 980 milhões ficou abaixo dos R$ 1,290 bilhão que o BRB considerava justo. A informação é do Valor Online.
Novas fronteiras
Depois da parceria para se estabelecer na África, o Banco do Brasil torna-se novamente sócio do Bradesco. O BB adquiriu uma fatia da Odontoprev onde o Bradesco possui 43,5% do capital. O objetivo é criar uma joint venture para vender planos odontológicos na rede de agências do banco estatal. O Banco do Brasil terá 75% do capital da BB Dental (nome provisório) enquanto que a Odontoprev ficaria com 25% e o controle acionário. A informação é do Valor Econômico.