| Unificação
de direitos Para exigir um compromisso formal pela garantia de empregos e direitos dos trabalhadores, representantes dos bancários se reunem com a direção do Banco do Brasil em virtude da aquisição da Nossa Caixa. Eles vão pedir a unificação de direitos como Planos de Cargos e Salário (PCS), fundos de pensão e programas de assistência médica. Eles também vão reivindicar que não haja fechamento de agências bancárias e que sejam preservadas as bandeiras das duas instituições. De acordo com o sindicato, o Banco do Brasil havia se comprometido a reunir-se com os representantes dos bancários assim que a aquisição fosse anunciada. Clique aqui para ler a notícia completa do Estadão Online. |
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| Rumo ao topo Depois dos acertos políticos entre o presidente Lula e o governador de São Paulo, José Serra, vieram os acertos financeiros. O Banco do Brasil fechou a compra da Nossa Caixa por R$ 5,386 bilhões. O pagamento será realizado em espécie dividido em 18 parcelas de R$ 299,250 milhões a partir de março de 2009, corrigidas pela taxa Selic até o pagamento das respectivas parcelas. Pelo acordo, cada ação foi avaliada em R$ 70,63. Este foi o primeiro passo de volta ao topo do ranking das instituições financeiras. O BB ainda negocia a compra a compra do BRB (Banco Regional de Brasília) e de metade do banco Votorantim. Caso concretize esses negócios, poderá voltar a ser a maior instituição financeira do país. Clique aqui para ler a matéria completa da Folha Online. |
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| Riscos Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, a vice-presidente da UNAMIBB, Isa Musa de Noronha, considera que o governo está agindo por vaidade ao decidir pela compra da Nossa Caixa. Com a aquisição do Nossa Caixa, Isa destaca que o BB passará a assumir o risco de R$ 8 bilhões concentrado apenas no setor automotivo. O governo federal - via Banco do Brasil - e o governo de São Paulo estão emprestando cada um R$ 4 bilhões para as financeiras das montadoras. Ela também destaca o lado positivo da compra: os depósitos judiciais avaliados em R$ 15 bilhões, de acordo com o Banco Central e o fato da Nossa Caixa possuir agências em todos os municípios de São Paulo. Clique aqui para ler a matéria completa. |
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| Mais dinheiro Para sustentar o crescimento diante da crise econômica, o governo usará o crédito como ferramenta crucial. Foram anunciadas ontem (17/11) novas linhas de financiamento habitacional da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil exclusivas para servidores públicos federais e um aumento de 25% na oferta de crédito consignado da Caixa para 2009. Somados, os anúncios vão colocar à disposição R$ 18 bilhões no mercado. As novas linhas de crédito imobiliário da Caixa e do Banco do Brasil somam R$ 8 bilhões – R$ 4 bilhões de cada banco e terão taxas de 8,4% a 8,9% ao ano mais TR. Essa taxa é exclusiva para os recursos originados da poupança e os empréstimos estão limitados a imóveis avaliados em até R$ 350 mil. A informação é da Agência Estado. Para ler a íntegra da notícia clique aqui. |
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| Resultados Estudo realizado pela consultoria Economática aponta que cinco bancos brasileiros estão entre os vinte mais lucrativos do mundo. A pesquisa levou em consideração os resultados do terceiro trimestre de 2008 de instituições de capital aberto dos Estados Unidos e América Latina. São eles, Bradesco, Banco do Brasil, Itaú, Unibanco e Santander Brasil. Entre os 20 bancos mais lucrativos da amostra estão esse ano nove bancos latinos. Entre eles, apenas Itaú e Unibanco tiveram queda de lucratividade no terceiro trimestre de 2008 contra 2007. A informação é do Globo Online. Para ler a íntegra da notícia clique aqui. |
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| Campo minado O presidente do Banco do Brasil, Antonio Francisco de Lima Neto, negou que o Banco esteja sofrendo pressão do Governo para voltar ao primeiro lugar no ranking das instituições financeiras. Ao anunciar os resultados do BB no terceiro trimestre, Lima Neto afirmou que recuperar a liderança não é algo que seja de interesse prioritário do Governo. Ele ponderou que o BB não fará negócios arriscados para voltar ao topo. As aquisições precisam ser “negócios sustentáveis e compatíveis com as melhores práticas do mercado.” Clique aqui para ler a íntegra da notícia. |
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| Crescimento No terceiro trimestre do ano o Banco do Brasil obteve um lucro líquido de R$ 1,867 bilhão que representa um crescimento de 36,9% sobre o mesmo período de 2007. Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, o crescimento foi de 13,6%. Nos nove primeiros meses deste ano, o lucro líquido do banco foi de R$ 5,9 bilhões, 52,5% de crescimento em relação ao observado no mesmo período de 2007. Os ativos totais do banco cresceram 10,2% no trimestre, e 26,5% em 12 meses, alcançando R$ 444,7 bilhões, considerando-se o resultado consolidado financeiro. Já o resultado consolidado econômico-financeiro (que incorpora, proporcionalmente, as informações contábeis das empresas não-financeiras coligadas ao banco) mostra um total de ativos de R$ 458,9 bilhões. As informações são do Banco do Brasil. Clique aqui para ler a íntegra dos dados divulgados pelo BB. |
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| Dinheiro em caixa A partir do dia 25/11 o Banco do Brasil estará pagando dividendos e Juros Sobre Capital Próprio (JCP) a seus acionistas. Os acionistas do Besc e Bescri também receberão dividendos. Veja a tabela de valores por ação:
O acionista cujo
cadastro esteja desatualizado terá sua remuneração
retida ate a efetiva regularização de seus registros em
qualquer agencia do Banco do Brasil. A regularização cadastral
poderá ser efetuada mediante a apresentação de identidade,
CPF e comprovante de residência, se pessoa física, e estatuto/contrato
social e prova de representação, se pessoa jurídica.
O Banco do Brasil se coloca a disposição para maiores esclarecimentos
em qualquer agencia ou através do serviço de atendimento
ao acionista na Central de Atendimento BB –telefone 4004 0001 (Capitais
e Regiões Metropolitanas) ou 0800
729 0001 (Demais localidades). Clique
aqui para ler a íntegra
do comunicado aos acionistas. |
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| Desmentido O Banco do Brasil divulgou comunicado onde informa ao mercado que não concluiu nenhuma negociação com a Nossa Caixa como foi divulgado pelo jornal Valor Econômico. Na reportagem em questão, o jornal afirma que não existe mais divergência em relação ao preço a ser pago pelo BB à Caixa e que o governo receberia R$ 5 bilhões do valor total, já que possui 71,25% do capital. A informação foi desmentida pelo BB que “não concluiu negociações para aquisição da Nossa Caixa, não havendo, portanto, definição de preço e forma de pagamento que tenham sido acordados entre as partes envolvidas- afirmou o BB.” Clique aqui pata ler a íntegra do comunicado. |
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| Acertos finais Em outros comunicados ao mercado, o BB informa que pagará R$ 81,7 milhões pelo Banco do Estado do Piauí (BEP). O processo de incorporação do banco, com apenas sete agências no estado do Piauí e 89 mil clientes, teve início em novembro de 2007. Com a incorporação, o BB passará a contar com 60 agências no estado. A instituição convocou AGE para o dia 28/11 para discutir e ratificar a incorporação do BEP. Clique aqui para ler a íntegra do comunicado. |
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| Mais compras O Conselho de Administração do Banco do Brasil aprovou nesta segunda-feira (10/11) a incorporação do Banco do Estado do Piauí. O comunicado enviado ao mercado informa também da convocação de uma Assembléia Geral de acionistas para tratar do assunto. O processo de incorporação do Banco do Piauí teve início em novembro do ano passado, depois que o BB anunciou a intenção de ficar com o banco e efetivar a compra da folha de pagamento de 250 mil servidores estaduais por R$ 180 milhões, por um prazo de 60 meses. Recentemente, o BB finalizou a incorporação do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc), que soma mais de R$ 6,2 bilhões em ativos. O BB também trabalha a compra da Nossa Caixa e do Banco de Brasília. Para ler a íntegra da notícia clique aqui. |
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| Negócio
fechado Antes de viajar à Itália, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou o Banco do Brasil a comprar a Nossa Caixa. O jornal Folha de S. Paulo revelou, na semana passada (06/11) que o governador de São Paulo, o tucano José Serra, e o ministro Guido Mantega (Fazenda) acertaram o negócio. O valor fixado foi de R$ 6,4 bilhões, sujeito a ajustes devido a cálculos sobre créditos e débitos da instituição paulista. Mantega e Serra aceleraram a negociação entre o BB e a Nossa Caixa por dois motivos diferentes: o ministro quis reforçar o BB após a fusão Itaú-Unibanco criar o maior banco brasileiro, já para o governador, a venda da Nossa Caixa vai lhe render cacife para investimentos em 2009 e 2010. Além da Nossa Caixa, o BB deverá concretizar também nesta semana a compra de 49% das ações do Banco Votorantim. Para ler a íntegra da notícia clique aqui. |
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| Escalada Mesmo com as possíveis aquisições de Nossa Caixa, Banco Votorantim e Banco do Estado do Piauí (BEP) o Banco do Brasil (BB) ainda não voltaria à liderança do ranking das maiores instituições do País. De acordo com os balanços de junho, as compras somariam mais R$ 91,49 bilhões aos ativos do BB, de R$ 416,5 bilhões. A instituição chegaria a R$ 507,99 bilhões em ativos, abaixo dos R$ 515,84 bilhões do Itaú-Unibanco. Se concretizados os negócios do Banco do Brasil, a pressão sobre o Bradesco deve aumentar. Segundo a Agência Estado, o banco já está se movimentando. O Bradesco ofereceu R$ 1 bilhão por uma carteira de crédito direto ao consumidor (CDC) do Safra e agora tenta levar todo o banco. As conversas se intensificaram nos últimos dias. Para ler a íntegra da notícia clique aqui. |
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| Sobrepreço Matéria publicada no jornal Folha de S. Paulo de 07/11 afirma que o ministro Mantega e o governador de S. Paulo, José Serra, chegaram a um entendimento sobre a venda da Nossa Caixa. Segundo o jornal, o Banco do Brasil pagaria R$ 6,4 bilhões pela instituição, mas a negociação ainda depende da edição da MP 443 e da aprovação do presidente Lula. Análise da Revista Exame mostra que o valor equivale a R$ 59,80 reais por ação onde está embutido um prêmio de 50% sobre o fechamento de ontem (06/11) das ações (R$ 39,80 reais). Na avaliação de especialistas, o preço seria exagerado. Isto, porém, poderia ser justificado pela escassez de ativos disponíveis para aquisição no mercado. A união de Itaú e Unibanco tornou mais difícil o crescimento por fusões e aquisições. Para ler a íntegra da matéria da Revista Exame clique aqui. |
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| Socorro imediato O Banco do Brasil vai liberar mais R$ 5 bilhões para capital de giro de pequenas e médias empresas. E o Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) receberá mais R$ 10 bilhões para capital de giro para as médias e pequenas empresas, para as linhas de pré-embarque e empréstimos-ponte. O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele afirmou que os recursos liberados pelo BB serão suficientes para manter as vendas de automóveis em novembro e dezembro. De acordo com o ministro, o objetivo do governo é impedir que o crescimento da economia seja interrompido e haja desemprego e férias coletivas num setor importante que é movido a crédito. O presidente do BB, Antonio Francisco Lima Neto, afirmou que o Banco do Brasil receberá como garantia as carteiras de crédito dos bancos das montadoras e que a fonte dos recursos será o compulsório liberado pelo Banco Central. A informação é da Agência Estado. Para ler a íntegra das matérias clique aqui. |
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| Volta ao topo Com a perda da liderança do mercado pelo BB, as comemorações dos 200 anos ganharam uma ducha de água fria. Segundo a Agência Estado, o episódio provocou um certo desconforto na direção geral do Banco e no Ministério da Fazenda. Mesmo antes do agravamento da crise, o ministro Guido Mantega nunca escondeu a seu projeto de fortalecer o BB, a Caixa e o BNDES, como braços auxiliares da política econômica. A estratégia do Ministério da Fazenda agora é garantir a aprovação o mais rápido possível e sem grandes modificações da Medida Provisória (MP) 443 que permite ao BB e à Caixa Econômica Federal comprarem outros bancos. Para o governo, ganhou força a necessidade de aprovação urgente da MP. O governo não quer que o BB, na posição de líder, perca a sua função de equilibrar o mercado e fique fora desse momento que movimenta hoje o sistema financeiro brasileiro e internacional. Para ler a íntegra da notícia, clique aqui. |
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| Somatória A venda do Banco Votorantim, braço financeiro do conglomerado da família Ermírio de Moraes, está sendo negociado com o Banco do Brasil. De acordo com a Revista Exame, as negociações estão adiantadas, e o resultado pode ser conhecido nos próximos dias. Tanto o Banco Votorantim, que é o nono maior do país, com ativos totais de 73 bilhões de reais, quanto o BB negam as negociações. De acordo com executivos que participam das conversas, a hipótese mais provável é que o Banco do Brasil compre por volta de metade do controle do Banco Votorantim. Isso atenderia, ainda de acordo com esses executivos, a um desejo da família Ermírio de Moraes: não se desfazer do banco inteiro. O único entrave à conclusão do negócio é o preço. Eles ainda não conseguiram chegar a um acordo. A fusão entre Itaú e Unibanco pode aumentar o poder de barganha dos vendedores. Para ler a íntegra da notícia, clique aqui. |
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| Gigante financeiro A fusão entre Itaú e Unibanco vai criar uma empresa com ativos superiores aos do Banco do Brasil (BB). A instituição resultante desta união fica na nona posição do ranking dos maiores bancos de capital aberto por ativos dos Estados Unidos e América Latina, com US$ 324,041 bilhões. O Banco do Brasil fica em 10º lugar, com US$ 261,639 bilhões em ativos. O Bradesco figura em 12º, com US$ 220,815 bilhões, e Santander em 15º no ranking de ativos entre os maiores bancos de capital aberto dos EUA e América Latina, com US$ 171,410 bilhões. Na primeira colocação desse levantamento está o Citigroup, com US$ 2,1 trilhões. A informação é da agência Estado. Para ler a íntegra da notícia clique aqui. |
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| Novo
endereço O Banco do Brasil comunica aos acionistas que os telefones e endereço da Unidade Relações com Investidores mudaram. O setor agora está localizado no seguinte local: SBS Quadra 01 Lote 32 Bloco C – Ed. Sede III – 5º Andar – CEP - 70.073-901 Brasília – DF – Telefones: (61) 3310-3980 e (61) 3310-3735 (fax). |
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| Crédito disponível A Medida Provisória 443, assinada no dia 22/10, que autoriza o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal a comprar ativos de bancos que estiverem em dificuldades, não significa uma onda de estatização no País. A afirmação é do presidente Lula. Ele anunciou também que fará hoje 27/10, em São Paulo, reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e com o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, para definir quais são os setores econômicos que estão necessitando de crédito. Lula informou que os recursos existem e serão utilizados basta saber quais são os setores que necessitam. A informação é do portal G1. Clique aqui para ler a íntegra da notícia. |
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| À revelia Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, a vice-presidente da UNAMIBB, Isa Musa de Noronha, afirmou que os acionistas minoritários do BB estão apreensivos com a MP 443. Ela acredita que as ações do banco podem despencar na bolsa. Informou também que a Unamibb vai avaliar os riscos e, se necessário, recorrer ao Ministério Público e ir à Justiça para impedir que o BB seja forçado a realizar negócios prejudiciais não só à sua imagem, mas principalmente aos minoritários. “Parece-nos mais um rolo compressor , uma ordem do alto obrigando bancos públicos a engolir sapos e prejuízos”, avalia Isa Musa. A Unamibb espera que o Banco do Brasil aja de acordo com o regulamento estabelecido pelo Novo Mercado da Bovespa e não se preste ao papel de instrumento so governo sem dever satisfação aos seus acionistas minoritários. Clique aqui para ler a entrevista completa. |
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| Operação
inversa Com o objetivo de contar os efeitos da crise externa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou a MP (Medida Provisória) 443 na última sessão, autorizando os bancos federais "a constituírem subsidiárias e a adquirirem participação em instituições financeiras sediadas no Brasil". A grosso modo, a medida autoriza os bancos federais a estatizarem empresas privadas. A medida provisória estabelece alterações específicas a cada uma das instituições. No caso do Banco do Brasil, a firma está autorizada a realizar operações de swap de moedas com bancos centrais de outros países. O termo swap é um jargão utilizado no mercado financeiro para definir um contrato de troca, seja ele de moedas, commodities ou ativos financeiros. A informação é do site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra da notícia. |
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| Otimismo estrangeiro O Citibank traça uma avaliação pessimista para a economia norte-americana. Na análise regional, as opiniões básicas do banco não mudaram: os mercados latino-americanos devem continuar com uma forte volatilidade e, embora prevejam que eles já atingiram a mínima, maiores declínios são perfeitamente possíveis. Porém, a expectativa é de uma recuperação até a metade de 2009. Enquanto revela a recomendação de overweight (acima da média) para o Brasil, o banco reitera sua visão de que sua lista de 25 empresas irá se sobressair nesses tempos de crise. Entre as companhias presentes na lista, há 10 brasileiras: Vale, CSN, Banco Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, AmBev, Vivo, Tractebel, Energias do Brasil e TAM. A informação á do site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra da notícia. |