| Boa sociedade De acordo com Fato Relevante publicado no dia 01/02/2010, o Banco do Brasil teve um impacto positivo de R$1,6 bilhão em seu lucro líquido. O fato foi provocado pela valorização de ativos da Previ através da atualização dos cálculos atuariais do plano de benefícios mais antigo do fundo. O lucro líquido total do BB em 2009 ainda não é conhecido. Mas, no fim do terceiro trimestre, o banco já acumulava R$ 5,99 bilhões, aos quais se somaram, no mínimo, R$ 1,6 bilhão no quarto trimestre, com a decisão anunciada. É o segundo ano consecutivo que tal fato ocorre. Valor Econômico |
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| Pelas beiradas Em visita ao Brasil, integrantes do governo do Qatar se mostraram interessados em adquirir ações da Petrobrás e do Banco do Brasil. Executivos da Qatar Holding, pertencente ao governo daquele país, assinaram memorandos de entendimentos com a Vale, com a Previ e com o BNDES. Em relação a Previ, a ideia é fazer investimentos conjuntos na Vale onde a estrangeira possui uma participação de US$ 300 milhões. No caso do Banco do Brasil e da Petrobras, o interesse do Qatar é na compra direta de ações. A informação é da Folha de S. Paulo |
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| Tecnologia No ano passado, o Banco do Brasil gastou R$ 1,3 bilhão com tecnologia da informação, este ano os planos são de investir R$ 1,4 bilhão de acordo com o vice-presidente de tecnologia e logística do BB, José Luís Prola Salinas. Uma das prioridades é iniciar a construção de um centro de dados em Brasília, que será usado para integrar operações com a Caixa Econômica Federal. Valor Econômico |
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| Preparatória O banco do Brasil deverá arrecadar R$1 bilhão em uma arrecadação no exterior a ser concluída na próxima segunda-feira (25/01). O banco estatal vendeu US$ 500 milhões em títulos de cinco anos e outros US$ 500 milhões em papéis de dez anos. A operação foi coordenada pelo Deutsche Bank, JP Morgan, BB Securities e Votorantim. Além da emissão de R$1,5 bilhão em outubro passado, a instituição prepara um novo lançamento de ações para se capitalizar. A operação deve ficar em cerca de R$ 8 bilhões. Dois terços desses papéis serão adquiridos pelo Tesouro Nacional, para que a União mantenha a participação atual no banco. Folha de S. Paulo |
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| Morro acima De acordo com o vice-presidente de crédito do Banco do Brasil, Ricardo Flores, as concessionárias e agências de veículos estão entre os segmentos que mais demandaram crédito. O saldo dos empréstimos para a categoria cresceu 56% no ano passado. O financiamento de veículos no BB também teve crescimento expressivo: avançou 30% até setembro, atingindo R$ 8,6 bilhões. Considerando as aquisições de Nossa Caixa e Votorantim, a carteira mais que dobrou, chegando a R$ 19,2 bilhões em setembro. Folha de S. Paulo |
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| Prioridades Apesar de anunciar que precisa ser capitalizado, o Banco do Brasil não abre mão de adquirir outras instituições na Argentina e nos EUA. As negociações estão avançadas e algumas devem ser concluídas até junho. A estratégia de se lançar no exterior está traçada há mais de um ano. o BB aguarda a autorização do Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA, para entrar no mercado americano via a abertura de um banco de varejo no país. Dos pedidos do banco brasileiro, até agora, apenas a autorização para a criação da subsidiária de remessas – a BB Money Transfers – foi aprovada. Com a demora da autorização, comprar um banco já existente é a melhor opção, pois se torna mais fácil a aprovação da autoridade americana. A informação é do Valor Econômico via O Globo. |
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| Cofres vazios De acordo com o presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, o Banco precisa de R$ 8 bilhões para voltar ao patamar de dezembro de 2008. O valor é o mínimo necessário para que a instituição tenha novamente o porte anterior a compra da Nossa Caixa e Banco Votorantim. Com planos de expansão ousados, será preciso mais capital para o BB que quer avançar na compra de outras instituições no país e no exterior. A expectativa é aumentar a carteira de crédito em 20% neste ano, o que deve significar empréstimos de, no mínimo, R$ 60 bilhões. A folga do BB para operar é de R$ 100 bilhões. A maior parte dos R$ 8 bilhões necessários deverá sair dos cofres públicos, ou seja, do Tesouro. Folha de S. Paulo. |
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| Tiro certeiro Apesar da resistência do Governo Federal, o Banco do Brasil e o governador de São Paulo, José Serra, assinam um contrato de R$ 1,3 bilhão. O acordo dá direito ao BB de administrar com exclusividade a conta salário dos servidores estaduais até 2014. O Planalto foi contra, pois a operação enche os cofres da concorrência. Folha de S. Paulo. |
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| Nova
composição Parceira do BB desde 1995, o Icatu foi escolhida pelo Banco como seu sócio no segmento de capitalização. A experiência do Icatu na área de capitalização e a disposição do grupo em fazer os investimentos necessários para aumentar o volume de negócios no segmento foram os itens que mais pesaram para a escolha. SulAmerica e Aliança da Bahia devem deixar a companhia. De acordo com os entendimentos, a Icatu vai ampliar sua participação acionária na Brasilcap para algo equivalente a 50% mais uma ação ordinária, com direito a voto e, portanto, terá influência direta na administração dos negócios. O BB, por sua vez, ficaria com 50% menos uma ação ordinária da Brasilcap. Porém o Banco ficará com o total das ações preferenciais e terá 75% do lucro da nova empresa. As negociações estão adiantadas, mas ainda não foram concretizadas. As informações são do Globo Online. |
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| Pé no
estrangeiro Desde 1941 o Banco do Brasil está presente no exterior e somente nos últimos meses resolveu acelerar seus planos de internacionalização. América do Sul e Estados Unidos são os mercados prioritários da estratégia desenhada pelo governo para que a instituição deixe de ter escritórios ou agências únicas e passe a atuar como banco de varejo nesses mercados. Apesar da insistência do presidente Lula para que o BB marque presença na China e na África, oficialmente, o interesse do Banco do Brasil é investir fortemente em mercados da América do Sul, especialmente Argentina, Chile e Paraguai, e nos Estados Unidos. Para aumentar sua participação no cone sul, a instituição iniciou conversações com o Banco Patagônia. Se confirmada, a compra de parte do banco estrangeiro transformaria o BB em uma instituição maior que o também brasileiro Itaú no mercado argentino. O Patagônia tem 126 agências com presença mais forte em Buenos Aires e no sul do país. Estas informações são da Agência Estado. Ainda seguindo os planos de internacionalização, o Banco estuda a compra de parte do britânico RBS (Royal Bank of Scotland), mas nos EUA. O banco federal está de olho em cerca de 20 agências do Citizens Bank, filial americana do RBS, localizadas na costa leste do país. Controlado pelo RBS, o Citizens Bank é uma das principais instituições financeiras americanas. Após a estatização do RBS, o banco tem sido alvo de rumores de venda nos EUA, possivelmente retaliado entre várias instituições globais. O banco emprega 22.600 pessoas e tem cerca de 1.500 agências em 12 Estados. Por estar focado nos Estados Unidos, o BB pediu, há mais de um ano, autorização do Federal Reserve para entrar no varejo, mas ainda não foi atendido. As informações são da Folha Online. |
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| Na mira A direção do Banco do Brasil divulgou hoje (16/12) um comunicado ao mercado onde confirma as notícias divulgadas pela imprensa sobre negociações com o Banco Patagônia. O BB informa que está mantendo conversações com o banco estrangeiro mas não existe nenhuma decisão a respeito de parceria. O Banco afirmou que qualquer deliberação sobre o assunto será divulgada ao mercado conforme instruções da CVM. A informação é do site da Bovespa. |
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| Cofres abertos Para o próximo ano o Banco do Brasil pretende aumentar sua carteira de crédito em 20% o que significaria emprestar R$ 60 bilhões em 2010. A declaração é do presidente do BB, Aldemir Bendine. Ele afirmou que o banco tem caixa suficiente para emprestar por pelo menos mais um ano sem comprometer os níveis de risco da instituição o chamado Índice de Basiléia. O executivo disse ainda que o BB estuda emitir ações no mercado primário e secundário para aumentar a capacidade de financiamento do banco. Há também um grande projeto de expansão para o ano que vem que pretende fazer com que o BB tenha agências em todos os mais de 5 mil municípios brasileiros hoje está em 3.892. Com isso, o número de agências subiria dos atuais 5 mil para 7 mil. A matéria é da Folha Online. |
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| Abrangência O BB está buscando novos meios de ampliar sua presença nos EUA e na América Latina. Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, o vice-presidente da área internacional do BB, Alan Toledo, afirmou que os estudos incluem também a Africa e a Ásia. O executivo observou que de cinco anos para cá houve muita internacionalização das empresas brasileiras em países como Argentina, Uruguai, EUA e Austrália. Para ampliar o leque de soluções, os executivos do banco estão analisando os mercados e já começaram estudos para expansão na África e em outras regiões da Ásia. Nos EUA, o BB tem 500 empresas na carteira de clientes, e entre as áreas de atuação do banco está a concentração da folha de pagamento destas companhias. O Banco possui duas agências naquele país, uma em Nova York e outra em Miami. A instituição já tem presença em praticamente todos os países da América Latina, mas busca ampliar a atuação em alguns países, como Argentina, Chile, Uruguai e Colômbia, onde há maior presença de empresas brasileiras. O BB possui 44 pontos de atendimento no exterior e está presente em 23 países. A matéria é do Estadão. |
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| Transparência O Tribunal de Contas da União (TCU) está questionando a compra do Banco Vatorantim realizada pelo Banco do Brasil no início deste ano. O Motivo é a falta de auditoria na saúde financeira da instituição. O BB alega que usou uma auditoria simplificada mas o TCU afirma que não foi usada a “due diligence”. A due diligence é um processo comum usado em aquisições e fusões em que a vida financeira da companhia-alvo do negócio é avaliada minuciosamente. São levantados aspectos como passivos trabalhistas e financeiros, pendências judiciais e fiscais, entre outros itens. O objetivo da diligência é avaliar o real preço da companhia e, ao mesmo tempo, verificar se o negócio será lucrativo para o interessado. Em alguns casos, são meses de avaliação. Após avaliar as últimas aquisições do BB, o TCU constatou que a compra do Votorantim ocorreu em termos bastante distintos. Em compras como a da Nossa Caixa e outros bancos estaduais, o BB divulgou as avaliações para justificar o negócio. No caso do Votorantim, tudo foi mantido em segredo. O risco é de o Banco do Brasil ter comprado uma companhia com passivos inimagináveis. Há, ainda, o agravante de que o BB tem capital aberto e a direção do banco fez um negócio que pode ser questionado por, eventualmente, prejudicar minoritários. A matéria é da Agência Estado. |
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| Ajuda e suporte Enquanto o Banco Central relutava em tomar as redás da crise financeira, o Banco do Brasil assumiu o papel de emprestador de última instância para evitar uma crise bancária de grandes proporções entre setembro de 2008 e janeiro de 2009. De acordo com o jornal Valor Econômico, o BB injetou R$ 5,8 bilhões nos bancos Votorantim, Safra e Alfa durante a crise, para ajudá-los a reforçar o caixa em meio a uma corrida bancária no mundo. Ele também socorreu a Sadia, que havia sofrido perdas em operações com derivativos, com um empréstimo de R$ 900 milhões. O futuro diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Aldo Luiz Mendes (ex-BB), afirmou que ninguém assumiu o papel do BC. A declaração foi feita na sabatina da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Mendes enfatizou que ninguém precisou recorrer ao redesconto no BC porque os bancos de grande porte - ele deu ênfase ao plural e não citou o BB - tinham liquidez. A notícia é do Valor Econômico. |
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| Disse me disse No auge da crise financeira, o Citigroup ofereceu uma participação do banco ao governo brasileiro no início do ano, com o objetivo de levantar capital. A revelação foi feita em Nova York, pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. O governo brasileiro rejeitou a oferta, no entendimento de que a economia precisava se recuperar da crise primeiro e o momento não era oportuno. Apesar de concordar com a posição governamental, o ministro acredita que foi uma grande oportunidade perdida. Questionado sobre a declaração, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, desmentiu o colega e afirmou que Lobão teria usado algum tipo de metáfora ao falar da proposta do Citi. A informação é do Correio Braziliense. |
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| Altos e baixos Depois de ser a vedete da Bovespa na semana de 9 a 13/11 com valorização de 8,35%, as ações do Banco do Brasil lideraram a maior baixa. Na semana de 16 a 20/11, os papeis caíram 4,22% e reflete uma correção às fortes altas obtidas na última semana, com a divulgação de resultados. Segundo os analistas, os números da instituição ficaram em linha com o esperado. A informação é do site InforMoney. |
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| Braços
cruzados Pelo menos mil funcionários (400 efetivos e 600 terceirizados) paralisaram suas atividades hoje (19/11) no Centro de Processamento de Dados (CPD) da Nossa Caixa. De acordo com o Sindicatos do Bancários, os serviços foram suspensos como forma de advertir o Banco do Brasil (BB) sobre a falta de transparência no processo de incorporação da Nossa Caixa. Eles alegam que os planos para o CPD não aparecem em nenhum documento do BB e não há garantia de vagas para os funcionários do setor. Os trabalhadores reivindicam uma proposta que garanta vagas e direitos após a fusão. A paralisação no local, prevista para ser de meio período, pode se estender por 24 horas. A decisão será tomada por assembléia dos funcionários. Em razão da falta de sistema, os serviços nas agências podem ser prejudicados, alertou o sindicato. Na semana que vem, funcionários de todos os setores da Nossa Caixa devem discutir uma greve geral. A informação é da Agência Estado. |
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| Pontos fortes Apesar de estar abaixo dos R$ 2,35 bilhões registrados entre abril e junho deste ano, o lucro do BB no terceiro trimestre de 2009 apresentou o lucro líquido de R$ 1,98 bilhão, alta de 5,9% frente ao mesmo período do ano passado. Na teleconferência para investidores e à mídia realizada na sexta-feira (13/11), a diretoria do Banco do Brasil destacou os pontos fortes do balanço: - carteira de crédito do banco passou de R$ 224,8 bilhões para R$ 285,5 bilhões, um crescimento de 27%. - inadimplência em queda porque banco vem priorizando a qualidade de seu portfólio - a diretoria do BB afirmou também que ainda há espaço para expansão da carteira de crédito sem ferir o Acordo de Basiléia. - a aquisição da Nossa Caixa foi essencial à expansão do BB no segmento de crédito consignado, que em setembro deste ano representou R$ 34 bilhões dos R$ 85,7 bilhões registrados na carteira de crédito da instituição a pessoas físicas. Por sua vez, a aquisição do Votorantim fez com que o portfólio do BB no segmento de financiamento de veículos mais que dobrasse do segundo trimestre deste ano para o terceiro, saltando de R$ 8,2 bilhões para R$ 19,3 bilhões. - a carteira de crédito agrícola cresceu 12,4% do terceiro trimestre do ano passado para este, ao passar de R$ 60,5 bilhões para R$ 68 bilhões. - papéis ordinários do banco apresentam uma valorização de 124,6% desde o começo do ano, bem acima das altas reportadas pelas ações do Itaú Unibanco (ITUB4) - 59% - e do Bradesco (BBDC4) - 56%. A notícia é do site InfoMoney. |
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| Incentivo Aqueles que esperavam uma fusão entre BB e Nossa Caixa sem cortes de pessoal estão decepcionados. A instituição federal decidiu criar um PDV (Programa de Demissão Voluntária) para os funcionários do banco paulista comprado no ano passado e que será incorporado no próximo dia 30. O foco do programa será o pessoal administrativo e de áreas com maior duplicidade de funções com os funcionários graduados do BB. O pessoal das agências tem mais condições de ser preservado. Poderão aderir ao programa os funcionários com 15 anos de casa, acima de 50 anos ou com cargos a partir de gerente. O banco emprega quase 15 mil. Para o BB, o programa de incentivo aos desligamentos não quebra o compromisso assumido de não fazer demissões na incorporação da Nossa Caixa. O banco lembra que a adesão ao programa é voluntário. A notícia é da Folha Online. |
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| Unhas e dentes Apesar do forte aumento nas concessões de empréstimos durante a crise financeira mundial, o Banco do Brasil e a Caixa Federal mostram que a capacidade de expansão não está esgotada. Agora, BB e Caixa disputam o mercado entre si mercados como o das médias, pequenas e microempresas. Administrado pelo Banco do Brasil o Fundo Garantidor de Operações (FGO) foi o recurso usado pela Caixa para oferecer até R$ 200 milhões em empréstimos ao pequeno e microempresário. E já avisou que pretende criar seu próprio fundo garantidor. O fundo garantidor serve para complementar as garantias exigidas das empresas em empréstimos e financiamentos bancários e permite que as taxas de juros sejam até 30% menores que as oferecidas em modalidades convencionais de crédito As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. |
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| Pé na
Bolsa Com autorização da CVM e do Banco Central, o BB deverá lançar ADRs (American Depositary Receipt) na Bolsa de Nova York até o fim deste ano. Esses papéis são recibos de ações de empresas brasileiras negociadas no exterior. De acordo com o presidente do Banco, Aldemir Bendini, a parte operacional do lançamento estará pronta em até 20 dias, mas o lançamento ainda não tem data prevista. O executivo está otimista e acredita que “o cenário para a emissão de papéis brasileiros está extremamente positivo”. A notícia é da Folha Online. |
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| Maior participação Continuando a reestruturação na área de seguros, o Banco do Brasil (BB) vai ampliar sua participação no segmento de previdência privada, por meio de uma remodelagem societária da BrasilPrev. O BB pretende aumentar sua participação na empresa para torná-la mais agressiva. O início do processo de reformulação se deu no ano passado, quando o Banco do Brasil comprou a fatia que ainda não possuía na Aliança do Brasil. No início deste mês, no seu segundo passo, a instituição lançou uma carta de intenção de compra das ações em poder da Sul América na BrasilVeículos, que somava 30% do capital total da unidade, além da parceria em seguros de risco com a espanhola Mapfre. O terceiro passo do BB seria justamente modificar as áreas de saúde (Brasilsaúde) - onde detém 49,92% da participação, enquanto a Sul América fica com 50,05% -, capitalização (Brasilcap) - que é dividida entre o banco (49,99%), a Sul América (16,67%), a Icatu (16,67%), Aliança da Bahia (15,8%) e outros (0,87%) - , além da já citada previdência (Brasilprev). A notícia é do Valor Online. |
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| Enxugamento Plano de reestruturação do Banco do Brasil em Santa Catarina prevê a unificação e o conseqüente fechamento de 68 agências do Besc nos municípios onde o BB está presente. A lista completa ainda deverá ser informada. O pessoal do serviço administrativo poderá ser deslocado para o atendimento ao público. O Sindicato dos Bancários daquele Estado está se mobilizando junto ao governo estadual e prefeituras para manter abertas as agências Besc. A tendência é que a marca desapareça aos poucos. Historicamente, todos os bancos estaduais privatizados ou federalizados no Brasil perderam suas marcas (Banespa, Banestado, Banerj, etc). Segundo o professor de Economia das Faculdades Integradas Rio Branco Douglas Renato Pinheiro, especializado em fusões, normalmente as marcas não resistem. A notícia é do Globo Online. |
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| Reinventando Depois de anunciar sua a reestruturação de sua área de seguros, o Banco do Brasil informa que iniciou conversas para compra do controle acionário no IRB-Brasil Re (Instituto de Resseguros do Brasil), responsável pela área de resseguros no país. O IRB tem R$ 10,4 bilhões em ativos e 517 funcionários. E 100% das ações ordinárias do IRB e 50% de seu capital social pertencem à União. Em seu comunicado ao Mercado, o BB não esclarece qual a exata participação acionária pretende adquirir nem estipula prazo para a conclusão das negociações. A notícia é da Folha Online. |
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| Captação
confirmada Através de Comunicado ao Mercado, o Banco do Brasil confirmou que concluiu “a precificação de captação externa de bônus perpétuo, no valor de US$ 1,5 bilhão, cuja liquidação financeira acontecerá em 20 de outubro de 2009. Os bônus emitidos são da espécie "perpétuo subordinado, classe junior, não cumulativo", e pagarão 8,5% a.a. em cupons semestrais. Dadas as características de subordinação da referida emissão, o BB pleiteará junto ao Banco Central do Brasil-BCB que o valor captado seja enquadrado como capital de nível 1, para efeito do cálculo do índice de Basileia. Caso o BCB acolha esse pleito, tomando-se por base os números relativos a junho/2009, ocorreria elevação de 80 pontos base no índice de Basiléia do BB, atingindo 16,1%, com seu capital de nível 1 passando a 11,6%.” A informação é do site do BB. |
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| Captação
externa O site de notícias econômicas Bloomberg noticiou que o Banco do Brasil estaria estudando emitir títulos de dívida perpétuos denominados em dólar. Os papéis teriam opção de resgate após 11 anos. A oferta, que visa os mercados estrangeiros, teria como coordenadores JP Morgan, Citigroup e a própria BB Investimentos. A instituição financeira ainda não se manifestou sobre o tema. O Banco do Brasil fez uma oferta de títulos perpétuos em 2006, quando captou US$ 500 milhões em papéis resgatáveis em 2011, com um cupom de 7,95%. A notícia está no site InfoMoney. |
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| Dinheiro no bolso Na busca de expandir a carteira de crédito “com qualidade e eficiência”, o Banco do Brasil anunciou o aumento em R$ 4 bilhões o limite pré-aprovado de crédito consignado para 2 milhões de clientes. Servidores do Ministério do Planejamento e aposentados que recebem pelo INSS serão os maiores beneficiados. Líder de mercado nesse segmento, a instituição financeira possui atualmente R$ 20 bilhões em empréstimos consignados. A informação é do portal do Banco do Brasil. |
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| Maior fatia O Banco do Brasil está reorganizando sua participação societária na área de seguros. A instituição pretende realizar aquisições e parcerias estratégicas, as quais podem levar o banco público a alcançar a liderança no setor. A reformulação se baseia na constituição de duas subsidiárias integrais - BB Seguros Participações e BB Aliança Participações -, empresas não financeiras diretamente ligadas ao banco. O BB também tem a intenção de realizar uma aliança com a espanhola Mapfre e manifestou interesse em comprar a totalidade das ações detidas pela SulAmérica na Brasilveículos. A informação é da Agência Estado baseada na divulgação de Fato Relevante. |