Novamente valorização de ativos da Previ geram lucro ao BB.
Governo do Qatar quer investir em ações do BB.
Cresce investimento em Tecnologia da Informação no BB.
Banco do Brasil se prepara para captar no exterior.
BB cresce no segmento de veículos.
Compra de instituições estrangeiras sai até junho, diz BB.
Para aumentar os empréstimos, BB precisa se capitalizar.
Governo resiste, mas BB fecha acordo com Serra.
Icatu será o novo sócio do BB em capitalização.
De olho na internacionalização, BB mira bancos argentino e norte-americano.
BB estabelece conversações com o Banco Patagônia.
Banco do Brasil pretende emprestar R$60 bi em 2010.
BB estuda meios de ampliar atuação no exterior.
TCU questiona compra do Votorantim pelo BB.
Banco do Brasil assumiu o papel do BC durante a crise.
Ministro afirma que Citigroup se ofereceu ao governo brasileiro.
Papeis do BB lideram queda da semana na Bovespa.
Para advertir BB funcionários da Nossa Caixa param o CPD.
Diretoria do BB analisa pontos fortes dos resultados do terceiro trimestre.
Banco do Brasil cria PDV para funcionários da Nossa Caixa.
BB e Caixa disputam mercado de empréstimos.
CVM autoriza BB a lançar pepéis na Bolsa de Nova York.
BrasilPrev terá maior participação do Banco do Brasil.
Banco do Brasil vai fechar 68 agências do Besc.
BB quer fatia em resseguros.
Banco do Brasil confirma a captação externa de R$1,5 bi.
BB poderá fazer oferta de títulos perpétuos.
BB amplia em R$4 bilhões o crédito consignado.
BB reorganiza participação societária em seguros.

Boa sociedade
De acordo com Fato Relevante publicado no dia 01/02/2010, o Banco do Brasil teve um impacto positivo de R$1,6 bilhão em seu lucro líquido. O fato foi provocado pela valorização de ativos da Previ através da atualização dos cálculos atuariais do plano de benefícios mais antigo do fundo. O lucro líquido total do BB em 2009 ainda não é conhecido. Mas, no fim do terceiro trimestre, o banco já acumulava R$ 5,99 bilhões, aos quais se somaram, no mínimo, R$ 1,6 bilhão no quarto trimestre, com a decisão anunciada. É o segundo ano consecutivo que tal fato ocorre. Valor Econômico
Pelas beiradas
Em visita ao Brasil, integrantes do governo do Qatar se mostraram interessados em adquirir ações da Petrobrás e do Banco do Brasil. Executivos da Qatar Holding, pertencente ao governo daquele país, assinaram memorandos de entendimentos com a Vale, com a Previ e com o BNDES. Em relação a Previ, a ideia é fazer investimentos conjuntos na Vale onde a estrangeira possui uma participação de US$ 300 milhões. No caso do Banco do Brasil e da Petrobras, o interesse do Qatar é na compra direta de ações. A informação é da Folha de S. Paulo
Tecnologia
No ano passado, o Banco do Brasil gastou R$ 1,3 bilhão com tecnologia da informação, este ano os planos são de investir R$ 1,4 bilhão de acordo com o vice-presidente de tecnologia e logística do BB, José Luís Prola Salinas. Uma das prioridades é iniciar a construção de um centro de dados em Brasília, que será usado para integrar operações com a Caixa Econômica Federal. Valor Econômico
Preparatória
O banco do Brasil deverá arrecadar R$1 bilhão em uma arrecadação no exterior a ser concluída na próxima segunda-feira (25/01). O banco estatal vendeu US$ 500 milhões em títulos de cinco anos e outros US$ 500 milhões em papéis de dez anos. A operação foi coordenada pelo Deutsche Bank, JP Morgan, BB Securities e Votorantim. Além da emissão de R$1,5 bilhão em outubro passado, a instituição prepara um novo lançamento de ações para se capitalizar. A operação deve ficar em cerca de R$ 8 bilhões. Dois terços desses papéis serão adquiridos pelo Tesouro Nacional, para que a União mantenha a participação atual no banco. Folha de S. Paulo
Morro acima
De acordo com o vice-presidente de crédito do Banco do Brasil, Ricardo Flores, as concessionárias e agências de veículos estão entre os segmentos que mais demandaram crédito. O saldo dos empréstimos para a categoria cresceu 56% no ano passado. O financiamento de veículos no BB também teve crescimento expressivo: avançou 30% até setembro, atingindo R$ 8,6 bilhões. Considerando as aquisições de Nossa Caixa e Votorantim, a carteira mais que dobrou, chegando a R$ 19,2 bilhões em setembro. Folha de S. Paulo
Prioridades
Apesar de anunciar que precisa ser capitalizado, o Banco do Brasil não abre mão de adquirir outras instituições na Argentina e nos EUA. As negociações estão avançadas e algumas devem ser concluídas até junho. A estratégia de se lançar no exterior está traçada há mais de um ano. o BB aguarda a autorização do Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA, para entrar no mercado americano via a abertura de um banco de varejo no país. Dos pedidos do banco brasileiro, até agora, apenas a autorização para a criação da subsidiária de remessas – a BB Money Transfers – foi aprovada. Com a demora da autorização, comprar um banco já existente é a melhor opção, pois se torna mais fácil a aprovação da autoridade americana. A informação é do Valor Econômico via O Globo.
Cofres vazios
De acordo com o presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, o Banco precisa de R$ 8 bilhões para voltar ao patamar de dezembro de 2008. O valor é o mínimo necessário para que a instituição tenha novamente o porte anterior a compra da Nossa Caixa e Banco Votorantim. Com planos de expansão ousados, será preciso mais capital para o BB que quer avançar na compra de outras instituições no país e no exterior. A expectativa é aumentar a carteira de crédito em 20% neste ano, o que deve significar empréstimos de, no mínimo, R$ 60 bilhões. A folga do BB para operar é de R$ 100 bilhões. A maior parte dos R$ 8 bilhões necessários deverá sair dos cofres públicos, ou seja, do Tesouro. Folha de S. Paulo.
Tiro certeiro
Apesar da resistência do Governo Federal, o Banco do Brasil e o governador de São Paulo, José Serra, assinam um contrato de R$ 1,3 bilhão. O acordo dá direito ao BB de administrar com exclusividade a conta salário dos servidores estaduais até 2014. O Planalto foi contra, pois a operação enche os cofres da concorrência. Folha de S. Paulo.
Nova composição
Parceira do BB desde 1995, o Icatu foi escolhida pelo Banco como seu sócio no segmento de capitalização. A experiência do Icatu na área de capitalização e a disposição do grupo em fazer os investimentos necessários para aumentar o volume de negócios no segmento foram os itens que mais pesaram para a escolha. SulAmerica e Aliança da Bahia devem deixar a companhia. De acordo com os entendimentos, a Icatu vai ampliar sua participação acionária na Brasilcap para algo equivalente a 50% mais uma ação ordinária, com direito a voto e, portanto, terá influência direta na administração dos negócios. O BB, por sua vez, ficaria com 50% menos uma ação ordinária da Brasilcap. Porém o Banco ficará com o total das ações preferenciais e terá 75% do lucro da nova empresa. As negociações estão adiantadas, mas ainda não foram concretizadas. As informações são do Globo Online.
Pé no estrangeiro
Desde 1941 o Banco do Brasil está presente no exterior e somente nos últimos meses resolveu acelerar seus planos de internacionalização. América do Sul e Estados Unidos são os mercados prioritários da estratégia desenhada pelo governo para que a instituição deixe de ter escritórios ou agências únicas e passe a atuar como banco de varejo nesses mercados. Apesar da insistência do presidente Lula para que o BB marque presença na China e na África, oficialmente, o interesse do Banco do Brasil é investir fortemente em mercados da América do Sul, especialmente Argentina, Chile e Paraguai, e nos Estados Unidos. Para aumentar sua participação no cone sul, a instituição iniciou conversações com o Banco Patagônia. Se confirmada, a compra de parte do banco estrangeiro transformaria o BB em uma instituição maior que o também brasileiro Itaú no mercado argentino. O Patagônia tem 126 agências com presença mais forte em Buenos Aires e no sul do país. Estas informações são da Agência Estado.
Ainda seguindo os planos de internacionalização, o Banco estuda a compra de parte do britânico RBS (Royal Bank of Scotland), mas nos EUA. O banco federal está de olho em cerca de 20 agências do Citizens Bank, filial americana do RBS, localizadas na costa leste do país. Controlado pelo RBS, o Citizens Bank é uma das principais instituições financeiras americanas. Após a estatização do RBS, o banco tem sido alvo de rumores de venda nos EUA, possivelmente retaliado entre várias instituições globais. O banco emprega 22.600 pessoas e tem cerca de 1.500 agências em 12 Estados. Por estar focado nos Estados Unidos, o BB pediu, há mais de um ano, autorização do Federal Reserve para entrar no varejo, mas ainda não foi atendido. As informações são da Folha Online.
Na mira
A direção do Banco do Brasil divulgou hoje (16/12) um comunicado ao mercado onde confirma as notícias divulgadas pela imprensa sobre negociações com o Banco Patagônia. O BB informa que está mantendo conversações com o banco estrangeiro mas não existe nenhuma decisão a respeito de parceria. O Banco afirmou que qualquer deliberação sobre o assunto será divulgada ao mercado conforme instruções da CVM. A informação é do site da Bovespa.
Cofres abertos
Para o próximo ano o Banco do Brasil pretende aumentar sua carteira de crédito em 20% o que significaria emprestar R$ 60 bilhões em 2010. A declaração é do presidente do BB, Aldemir Bendine. Ele afirmou que o banco tem caixa suficiente para emprestar por pelo menos mais um ano sem comprometer os níveis de risco da instituição o chamado Índice de Basiléia. O executivo disse ainda que o BB estuda emitir ações no mercado primário e secundário para aumentar a capacidade de financiamento do banco. Há também um grande projeto de expansão para o ano que vem que pretende fazer com que o BB tenha agências em todos os mais de 5 mil municípios brasileiros hoje está em 3.892. Com isso, o número de agências subiria dos atuais 5 mil para 7 mil. A matéria é da Folha Online.
Abrangência
O BB está buscando novos meios de ampliar sua presença nos EUA e na América Latina. Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, o vice-presidente da área internacional do BB, Alan Toledo, afirmou que os estudos incluem também a Africa e a Ásia. O executivo observou que de cinco anos para cá houve muita internacionalização das empresas brasileiras em países como Argentina, Uruguai, EUA e Austrália. Para ampliar o leque de soluções, os executivos do banco estão analisando os mercados e já começaram estudos para expansão na África e em outras regiões da Ásia. Nos EUA, o BB tem 500 empresas na carteira de clientes, e entre as áreas de atuação do banco está a concentração da folha de pagamento destas companhias. O Banco possui duas agências naquele país, uma em Nova York e outra em Miami. A instituição já tem presença em praticamente todos os países da América Latina, mas busca ampliar a atuação em alguns países, como Argentina, Chile, Uruguai e Colômbia, onde há maior presença de empresas brasileiras. O BB possui 44 pontos de atendimento no exterior e está presente em 23 países. A matéria é do Estadão.
Transparência
O Tribunal de Contas da União (TCU) está questionando a compra do Banco Vatorantim realizada pelo Banco do Brasil no início deste ano. O Motivo é a falta de auditoria na saúde financeira da instituição. O BB alega que usou uma auditoria simplificada mas o TCU afirma que não foi usada a “due diligence”. A due diligence é um processo comum usado em aquisições e fusões em que a vida financeira da companhia-alvo do negócio é avaliada minuciosamente. São levantados aspectos como passivos trabalhistas e financeiros, pendências judiciais e fiscais, entre outros itens. O objetivo da diligência é avaliar o real preço da companhia e, ao mesmo tempo, verificar se o negócio será lucrativo para o interessado. Em alguns casos, são meses de avaliação. Após avaliar as últimas aquisições do BB, o TCU constatou que a compra do Votorantim ocorreu em termos bastante distintos. Em compras como a da Nossa Caixa e outros bancos estaduais, o BB divulgou as avaliações para justificar o negócio. No caso do Votorantim, tudo foi mantido em segredo. O risco é de o Banco do Brasil ter comprado uma companhia com passivos inimagináveis. Há, ainda, o agravante de que o BB tem capital aberto e a direção do banco fez um negócio que pode ser questionado por, eventualmente, prejudicar minoritários. A matéria é da Agência Estado.
Ajuda e suporte
Enquanto o Banco Central relutava em tomar as redás da crise financeira, o Banco do Brasil assumiu o papel de emprestador de última instância para evitar uma crise bancária de grandes proporções entre setembro de 2008 e janeiro de 2009. De acordo com o jornal Valor Econômico, o BB injetou R$ 5,8 bilhões nos bancos Votorantim, Safra e Alfa durante a crise, para ajudá-los a reforçar o caixa em meio a uma corrida bancária no mundo. Ele também socorreu a Sadia, que havia sofrido perdas em operações com derivativos, com um empréstimo de R$ 900 milhões. O futuro diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Aldo Luiz Mendes (ex-BB), afirmou que ninguém assumiu o papel do BC. A declaração foi feita na sabatina da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Mendes enfatizou que ninguém precisou recorrer ao redesconto no BC porque os bancos de grande porte - ele deu ênfase ao plural e não citou o BB - tinham liquidez. A notícia é do Valor Econômico.
Disse me disse
No auge da crise financeira, o Citigroup ofereceu uma participação do banco ao governo brasileiro no início do ano, com o objetivo de levantar capital. A revelação foi feita em Nova York, pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. O governo brasileiro rejeitou a oferta, no entendimento de que a economia precisava se recuperar da crise primeiro e o momento não era oportuno. Apesar de concordar com a posição governamental, o ministro acredita que foi uma grande oportunidade perdida. Questionado sobre a declaração, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, desmentiu o colega e afirmou que Lobão teria usado algum tipo de metáfora ao falar da proposta do Citi. A informação é do Correio Braziliense.
Altos e baixos
Depois de ser a vedete da Bovespa na semana de 9 a 13/11 com valorização de 8,35%, as ações do Banco do Brasil lideraram a maior baixa. Na semana de 16 a 20/11, os papeis caíram 4,22% e reflete uma correção às fortes altas obtidas na última semana, com a divulgação de resultados. Segundo os analistas, os números da instituição ficaram em linha com o esperado. A informação é do site InforMoney.
Braços cruzados
Pelo menos mil funcionários (400 efetivos e 600 terceirizados) paralisaram suas atividades hoje (19/11) no Centro de Processamento de Dados (CPD) da Nossa Caixa. De acordo com o Sindicatos do Bancários, os serviços foram suspensos como forma de advertir o Banco do Brasil (BB) sobre a falta de transparência no processo de incorporação da Nossa Caixa. Eles alegam que os planos para o CPD não aparecem em nenhum documento do BB e não há garantia de vagas para os funcionários do setor. Os trabalhadores reivindicam uma proposta que garanta vagas e direitos após a fusão. A paralisação no local, prevista para ser de meio período, pode se estender por 24 horas. A decisão será tomada por assembléia dos funcionários. Em razão da falta de sistema, os serviços nas agências podem ser prejudicados, alertou o sindicato. Na semana que vem, funcionários de todos os setores da Nossa Caixa devem discutir uma greve geral. A informação é da Agência Estado.
Pontos fortes
Apesar de estar abaixo dos R$ 2,35 bilhões registrados entre abril e junho deste ano, o lucro do BB no terceiro trimestre de 2009 apresentou o lucro líquido de R$ 1,98 bilhão, alta de 5,9% frente ao mesmo período do ano passado. Na teleconferência para investidores e à mídia realizada na sexta-feira (13/11), a diretoria do Banco do Brasil destacou os pontos fortes do balanço:
- carteira de crédito do banco passou de R$ 224,8 bilhões para R$ 285,5 bilhões, um crescimento de 27%.
- inadimplência em queda porque banco vem priorizando a qualidade de seu portfólio
- a diretoria do BB afirmou também que ainda há espaço para expansão da carteira de crédito sem ferir o Acordo de Basiléia.
- a aquisição da Nossa Caixa foi essencial à expansão do BB no segmento de crédito consignado, que em setembro deste ano representou R$ 34 bilhões dos R$ 85,7 bilhões registrados na carteira de crédito da instituição a pessoas físicas. Por sua vez, a aquisição do Votorantim fez com que o portfólio do BB no segmento de financiamento de veículos mais que dobrasse do segundo trimestre deste ano para o terceiro, saltando de R$ 8,2 bilhões para R$ 19,3 bilhões.
- a carteira de crédito agrícola cresceu 12,4% do terceiro trimestre do ano passado para este, ao passar de R$ 60,5 bilhões para R$ 68 bilhões.
- papéis ordinários do banco apresentam uma valorização de 124,6% desde o começo do ano, bem acima das altas reportadas pelas ações do Itaú Unibanco (ITUB4) - 59% - e do Bradesco (BBDC4) - 56%.
A notícia é do site InfoMoney.
Incentivo
Aqueles que esperavam uma fusão entre BB e Nossa Caixa sem cortes de pessoal estão decepcionados. A instituição federal decidiu criar um PDV (Programa de Demissão Voluntária) para os funcionários do banco paulista comprado no ano passado e que será incorporado no próximo dia 30. O foco do programa será o pessoal administrativo e de áreas com maior duplicidade de funções com os funcionários graduados do BB. O pessoal das agências tem mais condições de ser preservado. Poderão aderir ao programa os funcionários com 15 anos de casa, acima de 50 anos ou com cargos a partir de gerente. O banco emprega quase 15 mil. Para o BB, o programa de incentivo aos desligamentos não quebra o compromisso assumido de não fazer demissões na incorporação da Nossa Caixa. O banco lembra que a adesão ao programa é voluntário.
A notícia é da Folha Online.
Unhas e dentes
Apesar do forte aumento nas concessões de empréstimos durante a crise financeira mundial, o Banco do Brasil e a Caixa Federal mostram que a capacidade de expansão não está esgotada. Agora, BB e Caixa disputam o mercado entre si mercados como o das médias, pequenas e microempresas. Administrado pelo Banco do Brasil o Fundo Garantidor de Operações (FGO) foi o recurso usado pela Caixa para oferecer até R$ 200 milhões em empréstimos ao pequeno e microempresário. E já avisou que pretende criar seu próprio fundo garantidor. O fundo garantidor serve para complementar as garantias exigidas das empresas em empréstimos e financiamentos bancários e permite que as taxas de juros sejam até 30% menores que as oferecidas em modalidades convencionais de crédito As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Pé na Bolsa
Com autorização da CVM e do Banco Central, o BB deverá lançar ADRs (American Depositary Receipt) na Bolsa de Nova York até o fim deste ano. Esses papéis são recibos de ações de empresas brasileiras negociadas no exterior. De acordo com o presidente do Banco, Aldemir Bendini, a parte operacional do lançamento estará pronta em até 20 dias, mas o lançamento ainda não tem data prevista. O executivo está otimista e acredita que “o cenário para a emissão de papéis brasileiros está extremamente positivo”. A notícia é da Folha Online.
Maior participação
Continuando a reestruturação na área de seguros, o Banco do Brasil (BB) vai ampliar sua participação no segmento de previdência privada, por meio de uma remodelagem societária da BrasilPrev. O BB pretende aumentar sua participação na empresa para torná-la mais agressiva. O início do processo de reformulação se deu no ano passado, quando o Banco do Brasil comprou a fatia que ainda não possuía na Aliança do Brasil. No início deste mês, no seu segundo passo, a instituição lançou uma carta de intenção de compra das ações em poder da Sul América na BrasilVeículos, que somava 30% do capital total da unidade, além da parceria em seguros de risco com a espanhola Mapfre. O terceiro passo do BB seria justamente modificar as áreas de saúde (Brasilsaúde) - onde detém 49,92% da participação, enquanto a Sul América fica com 50,05% -, capitalização (Brasilcap) - que é dividida entre o banco (49,99%), a Sul América (16,67%), a Icatu (16,67%), Aliança da Bahia (15,8%) e outros (0,87%) - , além da já citada previdência (Brasilprev). A notícia é do Valor Online.
Enxugamento
Plano de reestruturação do Banco do Brasil em Santa Catarina prevê a unificação e o conseqüente fechamento de 68 agências do Besc nos municípios onde o BB está presente. A lista completa ainda deverá ser informada. O pessoal do serviço administrativo poderá ser deslocado para o atendimento ao público. O Sindicato dos Bancários daquele Estado está se mobilizando junto ao governo estadual e prefeituras para manter abertas as agências Besc. A tendência é que a marca desapareça aos poucos. Historicamente, todos os bancos estaduais privatizados ou federalizados no Brasil perderam suas marcas (Banespa, Banestado, Banerj, etc). Segundo o professor de Economia das Faculdades Integradas Rio Branco Douglas Renato Pinheiro, especializado em fusões, normalmente as marcas não resistem. A notícia é do Globo Online.
Reinventando
Depois de anunciar sua a reestruturação de sua área de seguros, o Banco do Brasil informa que iniciou conversas para compra do controle acionário no IRB-Brasil Re (Instituto de Resseguros do Brasil), responsável pela área de resseguros no país. O IRB tem R$ 10,4 bilhões em ativos e 517 funcionários. E 100% das ações ordinárias do IRB e 50% de seu capital social pertencem à União. Em seu comunicado ao Mercado, o BB não esclarece qual a exata participação acionária pretende adquirir nem estipula prazo para a conclusão das negociações. A notícia é da Folha Online.
Captação confirmada
Através de Comunicado ao Mercado, o Banco do Brasil confirmou que concluiu “a precificação de captação externa de bônus perpétuo, no valor de US$ 1,5 bilhão, cuja liquidação financeira acontecerá em 20 de outubro de 2009. Os bônus emitidos são da espécie "perpétuo subordinado, classe junior, não cumulativo", e pagarão 8,5% a.a. em cupons semestrais. Dadas as características de subordinação da referida emissão, o BB pleiteará junto ao Banco Central do Brasil-BCB que o valor captado seja enquadrado como capital de nível 1, para efeito do cálculo do índice de Basileia. Caso o BCB acolha esse pleito, tomando-se por base os números relativos a junho/2009, ocorreria elevação de 80 pontos base no índice de Basiléia do BB, atingindo 16,1%, com seu capital de nível 1 passando a 11,6%.” A informação é do site do BB.
Captação externa
O site de notícias econômicas Bloomberg noticiou que o Banco do Brasil estaria estudando emitir títulos de dívida perpétuos denominados em dólar. Os papéis teriam opção de resgate após 11 anos. A oferta, que visa os mercados estrangeiros, teria como coordenadores JP Morgan, Citigroup e a própria BB Investimentos. A instituição financeira ainda não se manifestou sobre o tema. O Banco do Brasil fez uma oferta de títulos perpétuos em 2006, quando captou US$ 500 milhões em papéis resgatáveis em 2011, com um cupom de 7,95%. A notícia está no site InfoMoney.
Dinheiro no bolso
Na busca de expandir a carteira de crédito “com qualidade e eficiência”, o Banco do Brasil anunciou o aumento em R$ 4 bilhões o limite pré-aprovado de crédito consignado para 2 milhões de clientes. Servidores do Ministério do Planejamento e aposentados que recebem pelo INSS serão os maiores beneficiados. Líder de mercado nesse segmento, a instituição financeira possui atualmente R$ 20 bilhões em empréstimos consignados. A informação é do portal do Banco do Brasil.
Maior fatia
O Banco do Brasil está reorganizando sua participação societária na área de seguros. A instituição pretende realizar aquisições e parcerias estratégicas, as quais podem levar o banco público a alcançar a liderança no setor. A reformulação se baseia na constituição de duas subsidiárias integrais - BB Seguros Participações e BB Aliança Participações -, empresas não financeiras diretamente ligadas ao banco. O BB também tem a intenção de realizar uma aliança com a espanhola Mapfre e manifestou interesse em comprar a totalidade das ações detidas pela SulAmérica na Brasilveículos. A informação é da Agência Estado baseada na divulgação de Fato Relevante.