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26/02/2007
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| De volta A visita do presidente Lula ao Uruguai será de extrema importância para 40 ex-funcionários do Banco do Brasil naquele país. Eles pretendem pedir ao presidente que reabra a agência do BB em Montevidéu fechada há seis anos. O banco brasileiro enfrenta uma enfrenta uma ação na Justiça do Uruguai movida pelos bancários que trabalhavam na instituição. A ação é baseada no fato de que a instituição descumpriu compromisso de estabilidade trabalhista. Os bancários conseguiram uma vitória em primeira instância, que condenou o Banco do Brasil a pagar indenização aos ex-trabalhadores. O processo está agora na segunda instância judicial. A boa notícia é que Lula anunciará a instalação do escritório do Banco do Brasil no país - primeiro passo para a reabertura da agência. A informação é da Agência Brasil. Clique aqui para ler a notícia completa. |
| Projeção
otimista O BB já avisou que divulgará seus resultados financeiros de 2006 amanhã. Mas analistas financeiros já projetam um crescimento de 29% em relação ao mesmo período de 2005. Ainda considerando a média das projeções dos analistas consultados pela InfoMoney, espera-se que, no acumulado de 2006, o lucro líquido do BB atinja os R$ 5,748 bilhões. Nas projeções da Merrill Lynch, a carteira de crédito do BB deve crescer 5,8% no último trimestre de 2006, enquanto o retorno sobre o patrimônio líquido deve atingir 18,4% no período, superando o resultado do quarto trimestre de 2005. Mesmo com a perspectiva de crescimento da carteira de crédito do setor varejista, a Merrill Lynch acredita que, no quarto trimestre de 2006, as provisões do Banco do Brasil para crédito de liquidação duvidosa diminuam em 1,8% em relação ao trimestre anterior, frente a tendência de queda na concessão de crédito ao segmento rural. A informação é do site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra da notícia. |
15/02/2007
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| Exportar é o
que importa Através da nova linha criada para inserção de micros a médias empresas no comércio exterior o Banco do Brasil (BB) pretende liberar até R$ 50 milhões. Usando recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), o BB busca atingir o universo de quase 5 mil empresas clientes. Embora a linha tenha sido implantada no segundo semestre de 2006, os desembolsos não foram em volume significativo. O crédito é destinado a empresas com faturamento bruto anual de até R$ 5 milhões, com limite de R$ 250 mil por empresa, que pode ser pago em um ano. Mas tem carência de seis meses. A informação é do Valor Econômico. Clique aqui para ler a íntegra da notícia. |
| À distância Os negócios desenvolvidos pelo Banco do Brasil envolvem um grande número de executivos e com isso aumentam os gastos com passagens aéreas, treinamentos e hospedagem. Para racionalizar tempo e reduzir despesas, o BB vai instalar equipamentos para videoconferência em 20 salas de reuniões da instituição espalhadas pelo país até o final do ano. Por meio da videoconferência, o Banco do Brasil consegue reunir pessoas interligando várias salas, simultaneamente. Recentemente, a tecnologia foi aproveitada para, do Brasil, treinar funcionários que trabalham na agência BB de Tóquio. A instalação de salas de videoconferência tem um custo médio unitário de R$ 45 mil. Com o investimento, o BB projeta reduzir custos e melhorar o índice de eficiência operacional da instituição. A informação é do site do BB. Clique aqui para ler a notícia completa. |
| Queda
significativa O Unibanco caiu de terceiro para quinto colocado entre os bancos privados e foi ultrapassado por ABN Amro Real e Santander. O presidente da Austin Rating, Erivelto Rodrigues, empresa responsável pelo levantamento afirma que a queda não é surpresa já que a instituição não conseguiu acompanhar o ritmo de seus principais concorrentes. Outro fator preponderante foi o fraco desempenho do Unibanco na área de crédito. Na média, o mercado cresceu pouco mais de 20%. Mas os grandes tiveram expansão ainda maior. A carteira de empréstimos avançou 13,8% no Unibanco, ante 18,6% do Bradesco, 38,8% do Itaú, 25,6% do ABN Real, e 29,4% do Santander Banespa. Rodrigues afirma que por causa da inadimplência, o Unibanco colocou o pé no freio na área de empréstimos, principalmente no segmento de crédito pessoal. O Bradesco ainda é o primeiro colocado seguido pelo Itaú. A informação é do portal G1. Clique aqui para ler a notícia completa. |