BB nega que tenha adquirido Banco Patagônia.
BB tem autorização para operar nos EUA.
Aumento de capital do BB deve colocar até 286 milhões de ações ON no mercado.
Marcos Valério deve devolver R$ 37,6 milhões ao BB.
Lucro do BB chega manchado por vazamento de informações.
BB, Bradesco e Santander decidem compartilhar caixas eletrônicos.
Novamente valorização de ativos da Previ geram lucro ao BB.
Governo do Qatar quer investir em ações do BB.
Cresce investimento em Tecnologia da Informação no BB.
Banco do Brasil se prepara para captar no exterior.
BB cresce no segmento de veículos.
Compra de instituições estrangeiras sai até junho, diz BB.
Para aumentar os empréstimos, BB precisa se capitalizar.
Governo resiste, mas BB fecha acordo com Serra.
Icatu será o novo sócio do BB em capitalização.
De olho na internacionalização, BB mira bancos argentino e norte-americano.
BB estabelece conversações com o Banco Patagônia.
Banco do Brasil pretende emprestar R$60 bi em 2010.
BB estuda meios de ampliar atuação no exterior.
TCU questiona compra do Votorantim pelo BB.
Banco do Brasil assumiu o papel do BC durante a crise.
Ministro afirma que Citigroup se ofereceu ao governo brasileiro.
Papeis do BB lideram queda da semana na Bovespa.
Para advertir BB funcionários da Nossa Caixa param o CPD.
Diretoria do BB analisa pontos fortes dos resultados do terceiro trimestre.
Banco do Brasil cria PDV para funcionários da Nossa Caixa.
BB e Caixa disputam mercado de empréstimos.
CVM autoriza BB a lançar pepéis na Bolsa de Nova York.
BrasilPrev terá maior participação do Banco do Brasil.
Banco do Brasil vai fechar 68 agências do Besc.
BB quer fatia em resseguros.
Banco do Brasil confirma a captação externa de R$1,5 bi.
BB poderá fazer oferta de títulos perpétuos.
BB amplia em R$4 bilhões o crédito consignado.
BB reorganiza participação societária em seguros.
Quase 10 milhões de clientes BB fazem transações via celular.
Mercado está atento a oferta de ações do BB.
BB quer Sul América sem controle acionário.
Falsa mensagem do BB passa programa espião.
Lula autoriza fatia maior do BB para estrangeiros.
BB avança nas negociações com a Sul América.
BB vai lançar linha de crédito para pré-sal e Copa do Mundo.
Bacen aprova compra do Votorantin pelo BB.
BB pagou R$ 2, 3 bi para ter 99,32% da Nossa Caixa.
Convênio entre BB e Petrobrás investe em biocombustível.
BB manterá redução de juros sem conte da Selic.
BB adquire 100% das ações da Nossa Caixa.
Qualidade do crédito aumenta provisão em bancos públicos.
Área de seguros do BB pode fechar acordo bilionário.
Atuação agressiva devolve o primeiro lugar ao BB.
Projeto de Lei quer limitar tarifas bancárias.
Apesar de queda dos juros inadimplência cresce.
Após redução da Selic, BB também diminui juros.
Lula defende expansão de BB no exterior.
Parceria entre o BB e o governo mineiro cria CCBB em Belo Horizonte.
Ação do BB teve a maior valorização semestral dos bancos americanos.
BB e Gol vão lançar cartão de crédito Smiles.
BB apura mais de R$ 1 bi com venda de parcela da Visanet.
Depois do Banestes, BB pode desistir do BRB.
Assessoria do BB explica motivos da desistência da compra do Banestes.
BB desiste de adquirir controle acionário do Banestes.
BB deverá lançar boleto virtual.
Presidente do BB acredita em bom desempenho do Banco.
BB faz parceria para financiamento de imóvel.
Bradesco compra Banco IBI da C&A.
BB troca diretor de Relações com Investidores.
Queda da Selic permite baixa de juros no BB.
BB aumenta crédito e reduz taxas de juros.
É necessário ter cautela para reduzir spread, diz Appy.

Presidente do BB explica subida das taxas de juros.

Troca de presidente eleva taxa de juros do BB.
Três bancos brasileiros estão entre os mais rentáveis das Américas.
BB continua negociações para incorporação do BRB.
Lucro líquido do BB cai no primeiro trimestre.
BB tem novo Diretor de Tecnologia.
Nossa Caixa tem prejuízo no primeiro trimestre.
Parceria permite ao BB financiar imóveis pelo SFH.
BB faz provisão contra impacto de ações judiciais.
Presidente do BB nega pressa para reduzir spread.
Tomam posse o novo presidente do BB e seis vice-presidentes.
Ex-presidente do BB vai prestar esclarecimentos na Câmara.
Novo presidente do BB troca quatro diretores.
Governo lança pacote de ajuda à agroindústria.
Corretora rebaixa ações de bancos por causa do BB.
Novo presidente do BB tem promete taxas “competitivas”.
Linha de crédito do BB para empresas atinge recorde.

Em tempos difíceis BB e bancos estatais dão segurança, diz Lula.
BB antecipa restituição do Imposto de Renda.
Acionistas recebem dividendos em março.

BB tem lucro recorde em 2008.
Governo pode capitalizar BB para aumentar crédito, Mantega nega.
BB prepara negócio bilionário em seguros.
BB anuncia compra do Banestes.
Câmara aprova MP 443 sem ressalvas do Senado.
Pressionado para reduzir spread, BB diminui juros para empresas.
Banco do Brasil socorre setor de automóveis com capital de giro.
Aumento nas provisões para carteira de crédito mostra prudência do BB.
BB anuncia lucro extraordinário no quarto trimestre.

Bancos públicos não podem ter juros maiores que privados.
BB corta juros, mas tem reunião com Lula.
Pressionado, BB reduz juros.
Lula quer discutir spread com bancos públicos.
Deputado quer explicações sobre negócio entre BB e Votorantim.
BB pode voltar a ser líder ainda em 2009.
BB fecha compra de parte do Banco Votorantin.
Previ começa ano novo tentando vender “micos”.
BB e Governo de São Paulo assinam venda da Nossa Caixa.
BB é porto seguro em tempos de crise.
Carteira de crédito do BB cresce 7%, apesar da crise.
Lula pede revisão nas taxas de juros de bancos públicos.
Adiada audiência sobre empréstimo à Petrobrás.
Relator pede aprovação do Projeto de Lei que reintegra funcionários demitidos do BB.

Banco sul-africano e BB desistem de parceria.

Marcada a audiência no Senado sobre empréstimo à Petrobrás.
Senado quer saber sobre empréstimo do BB à Petrobrás.

Banco do Brasil reduz taxas de juros.
BB anuncia medidas de ajuda a vítimas de enchente.
Presidente do BB fala em agir com responsabilidade.
Representantes dos bancários se reúnem com direção do BB.
Banco do Brasil fecha compra da Nossa Caixa.
Vice-presidente da UNAMIBB vê risco em aquisição.
Governo libera crédito para conter crise.
Cinco bancos brasileiros estão entre os 20 mais lucrativos do mundo.
Presidente do BB nega pressão sobre a instituição.
Lucro do Banco do Brasil no terceiro trimestre atinge R$ 5,9 bi.
BB paga dividendos e Juros sobre Capital Próprio.

BB desmente acordo para compra da Nossa Caixa
Venda do BEP é fechada em R$ 81,7 milhões.
Conselho de Administração do BB aprova a compra do Banco do Estado do Piauí.
BB autorizado a fechar a compra da Nossa Caixa.
Novas aquisições não devolvem BB ao topo.
BB pode pagar caro por Nossa Caixa.
BB vai liberar R$ 4 bi para capital de giro.
Fazenda acredita que futuro do BB está na MP 443.
BB estuda a compra do Banco Votorantim.

Fusão entre Itaú e Unibanco cria maior grupo do Hemisfério Sul.
BB informa novo endereço para atendimento aos acionistas.
Lula afirma que não haverá estatização de bancos.
Vice-presidente da UNAMIBB acredita que MP 443 pode prejudicar minoritários.
Governo autoriza bancos federais a “estatizarem” instituições financeiras em dificuldades.
Citibank acredita em recuperação de papéis de empresas brasileiras.
Papeis do BB continuam sendo bem recomendados.
Assembléia do BB aprova incorporação do Besc.

BB é a terceira marca mais valiosa da América Latina.
BB mantém linha de crédito para o comércio exterior apesar da crise.
Crise financeira internacional derruba valor de bancos.
Banco do Brasil é a segunda marca mais valiosa do país.
Ações do BB são bem classifi-cadas em retorno ao acionista.
BB paga dividendos relativos ao segundo trimestre.
Banco do Brasil está entre os maiores bancos das Américas.

Aumenta o custo de captação dos bancos.
BB lança cartão para membros da OAB.
Aquisição da Aliança do Brasil não influencia papéis do BB, dizem analistas.
BB busca parceria com banco sul-africano para expandir financiamento de veículos.
Corretora vê com otimismo as ações do Banco do Brasil.
Banco do Brasil empresta R$ 4,3 bi para Oi adquirir BrT.
Ações do BB estão em terceiro lugar entre as mais indicadas.

BB quer comprar a totalidade da Aliança Seguros.
Faturamento de cartões do BB fecha semestre em R$29 bilhões.
Banco do Brasil atinge 200 bilhões de créditos concedidos.
Estrangeiros poderão ter participação de 25% no capital do BB.
Conselho de Administração do BB elege funcionário de carreira para o lugar de Maguito Vilela.

BB paga juros sobre o capital próprio.
BB já oferece crédito imobiliário.
Cliente BB já pode negociar ações pelo telefone.
BB vai utilizar a web na compensação.

BB lançará agências de fomento no Piauí.
BB contrata consultoria para avaliar Nossa Caixa.
Petrobrás, BB e BNDES lançam fundo para atender fornecedores.
Bancos dobram o número de caixas eletrônicos em sete anos.

BB nega interesse em incorporar Banrisul.
Incorporação da Nossa Caixa não altera risco do BB, diz agência.

Nossa Caixa disponibiliza dados ao Banco do Brasil.
Governo paulista quer vender Nossa Caixa para o BB.
BB absorve Banco Popular e cria diretoria para Menor Renda.
BB paga dividendos aos acionistas.
Fatores externos influenciaram lucro do BB.

BB surpreende no primeiro semestre com lucro 66,6% maior.
Aliados rejeitam convocação de representante do BB na CPI dos Cartões.
Presidente do BB será convocado a depor na CPI dos cartões.
BB e Caixa pagam R$ 220 milhões por folha da Câmara dos Deputados.

Banco do Brasil organiza teleconferência sobre agronegócios.

BB vai consolidar resultados de empresa das quais participa.
BB terá R$ 140 milhões em receita com venda da Telemar.
Novo canal de negociação de ações do BB agrada investidores.
BB é autorizado a criar mais 2,5 mil postos de trabalho.
Concurso do BB pode ser anulado.
Analistas do Citibank reduzem projeções das ações do BB, mas recomendam mantê-las.
Antecipação do IR atinge 79 mil operações no Banco do Brasil.

Ações de bancos devem voltar a subir, afirma Morgan Stanley.
Ações do BB lideram alta do IBovespa.
BB envia comunicado oficial ao mercado sobre financiamento de imóveis.
BB não reconhece ação trabalhista dos funcionários do Amazonas.
BB recebe autorização para financiar imóveis.

Venda de estoque público de café deixa de ser exclusivo do BB.
BB é condenado a pagar R$ 400 milhões em ação trabalhista.
BB não vai incorporar o Banestes, afirma Lima Neto.
BB deve aprovar R$24 milhões anual para salários e benefícios de diretores.

Banco do Brasil paga mais dividendos.
Pizzolato isenta Gushinken, mas não explica R$ 326 mil do "mensalão".
Bancos estão longe de ter uma relação satisfatória com clientes, avalia Idec.
BB condenado por danos morais coletivos a funcionários.


Disse me disse
Notícia no jornal Folha de S. Paulo, na coluna Mercado Aberto, afirma que no próximo dia 22/04, o presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, vai à Argentina assinar os papeis da compra do Banco Patagônia. O BB adquiriu 51% do controle daquele banco que possui 154 agências e é considerado de baixíssimo risco. A aquisição representa o primeiro passo para a internacionalização do Banco. O BB nega o fechamento do negócio e admite apenas que existe interesse nas ações do banco estrangeiro, mas que até o momento ainda não há nenhuma posição definitiva. As ações do Banco do Brasil abriram a Bovespa em queda por causa da notícia. Estadão Online.
Presença garantida
A Folha de S. Paulo noticiou ontem (13/04) que o Fed (Banco Central norte-americano) aprovou a entrada do Banco do Brasil no mercado financeiro dos EUA. Assim o banco poderá abrir agências, atuar no mercado de capitais e até comprar instituições financeiras naquele país. A instituição espera entrar em um mercado potencial de 1,5 milhão de brasileiros residentes na terra do Tio Sam. O Banco já está presente lá com duas agências: uma em Nova York e outra em Miami que realizam apenas operações com não residentes (brasileiros em viagem ou empresas com negócios nos Estados Unidos). Há ainda um escritório em Washington. O BB atua hoje em 23 países. O Japão é a experiência mais bem sucedida. Presente desde os anos 90, a instituição possui mais de 150 mil clientes no mercado japonês. Folha Online
Ações no mercado
Através de fato relevante encaminhado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), o Banco do Brasil informou que pretende realizar um aumento de capital de até 286 milhões de novas ações ordinárias. A proposta será apresentada à Assembleia de acionistas a ser convocada. Para alcançar o “free float” (ações em circulação no mercado) de 25% exigidos pelo Novo Mercado da Bovespa, os acionistas controladores farão uma oferta pública secundária de papeis do BB. As condições realizar um aumento de capital de até 286 milhões de novas ações ordinárias. A informação é do Globo Online.
Antes tarde...
Depois de quase cinco anos de investigações, laudo da Polícia Federal encaminhado ao Supremo Tribunal Federal afirma que o publicitário Marcos Valério deverá devolver ao Banco do Brasil a quantia de R$ 37,6 milhões. Valério foi apontado como operador do mensalão do PT. A informação é da Folha de S. Paulo do dia 01/04 e afirma que no texto, a agência de propaganda DNA, de propriedade do publicitário, não repassou ao BB os bônus de volume como estava previsto no contrato. O advogado de Valério atacou o relatório e afirmou que a perícia fez “confusão proposital”. O Banco não se manifestou sobre o assunto.
Privilegiados
O lucro recorde do Banco do Brasil (R$ 10,148 bilhões) chega manchado pela desconfiança. O Banco investiga um possível vazamento das informações sobre o balanço divulgadas por um veículo da imprensa antes mesmo que elas fossem disponibilizadas. De acordo com o presidente do BB, Aldemir Bendine, não é a primeira vez que isso acontece. O executivo informou que a mudança do horário de publicação do balanço foi uma das medidas tomadas para que isso não acontecesse novamente. Mas o resultado foi inócuo. Ele disse ainda que a instituição está investigando a origem do vazamento. A informação é do Globo Online.
Até que enfim
Demorou mais enfim saiu. Depois de dez anos de discussões, Banco do Brasil, Bradesco e San-tander resolveram compartilhar seus caixas eletrônicos. Dos grandes, somente o Itaú Unibanco ficou de fora. O BB possui 40 mil caixas eletrônicos, o Bradesco tem pouco mais de 30 mil e o Santander juntamente com o Real somam 18,6 mil. O anúncio do que os bancos chamam de "estudos preliminares" será feito hoje em São Paulo. Inicialmente serão compartilhados os terminais instalados fora das agências. Entre as instituições financeiras, Santander e Banco do Brasil são as mais interessadas no compartilhamento geral das infraestruturas de rede. O ar-gumento é que a competição não se dá mais na operação e na tecnologia, que se tornaram "commodities", mas no serviço prestado ao cliente. A consolidação de seus terminais de autoatendimento externos deverá ser concluída em até cinco meses, ou seja, até mea-dos de julho. A notícia é da Folha de S. Paulo.
Boa sociedade
De acordo com Fato Relevante publicado no dia 01/02/2010, o Banco do Brasil teve um impacto positivo de R$1,6 bilhão em seu lucro líquido. O fato foi provocado pela valorização de ativos da Previ através da atualização dos cálculos atuariais do plano de benefícios mais antigo do fundo. O lucro líquido total do BB em 2009 ainda não é conhecido. Mas, no fim do terceiro trimestre, o banco já acumulava R$ 5,99 bilhões, aos quais se somaram, no mínimo, R$ 1,6 bilhão no quarto trimestre, com a decisão anunciada. É o segundo ano consecutivo que tal fato ocorre. Valor Econômico
Pelas beiradas
Em visita ao Brasil, integrantes do governo do Qatar se mostraram interessados em adquirir ações da Petrobrás e do Banco do Brasil. Executivos da Qatar Holding, pertencente ao governo daquele país, assinaram memorandos de entendimentos com a Vale, com a Previ e com o BNDES. Em relação a Previ, a ideia é fazer investimentos conjuntos na Vale onde a estrangeira possui uma participação de US$ 300 milhões. No caso do Banco do Brasil e da Petrobras, o interesse do Qatar é na compra direta de ações. A informação é da Folha de S. Paulo
Tecnologia
No ano passado, o Banco do Brasil gastou R$ 1,3 bilhão com tecnologia da informação, este ano os planos são de investir R$ 1,4 bilhão de acordo com o vice-presidente de tecnologia e logística do BB, José Luís Prola Salinas. Uma das prioridades é iniciar a construção de um centro de dados em Brasília, que será usado para integrar operações com a Caixa Econômica Federal. Valor Econômico
Preparatória
O banco do Brasil deverá arrecadar R$1 bilhão em uma arrecadação no exterior a ser concluída na próxima segunda-feira (25/01). O banco estatal vendeu US$ 500 milhões em títulos de cinco anos e outros US$ 500 milhões em papéis de dez anos. A operação foi coordenada pelo Deutsche Bank, JP Morgan, BB Securities e Votorantim. Além da emissão de R$1,5 bilhão em outubro passado, a instituição prepara um novo lançamento de ações para se capitalizar. A operação deve ficar em cerca de R$ 8 bilhões. Dois terços desses papéis serão adquiridos pelo Tesouro Nacional, para que a União mantenha a participação atual no banco. Folha de S. Paulo
Morro acima
De acordo com o vice-presidente de crédito do Banco do Brasil, Ricardo Flores, as concessionárias e agências de veículos estão entre os segmentos que mais demandaram crédito. O saldo dos empréstimos para a categoria cresceu 56% no ano passado. O financiamento de veículos no BB também teve crescimento expressivo: avançou 30% até setembro, atingindo R$ 8,6 bilhões. Considerando as aquisições de Nossa Caixa e Votorantim, a carteira mais que dobrou, chegando a R$ 19,2 bilhões em setembro. Folha de S. Paulo
Prioridades
Apesar de anunciar que precisa ser capitalizado, o Banco do Brasil não abre mão de adquirir outras instituições na Argentina e nos EUA. As negociações estão avançadas e algumas devem ser concluídas até junho. A estratégia de se lançar no exterior está traçada há mais de um ano. o BB aguarda a autorização do Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA, para entrar no mercado americano via a abertura de um banco de varejo no país. Dos pedidos do banco brasileiro, até agora, apenas a autorização para a criação da subsidiária de remessas – a BB Money Transfers – foi aprovada. Com a demora da autorização, comprar um banco já existente é a melhor opção, pois se torna mais fácil a aprovação da autoridade americana. A informação é do Valor Econômico via O Globo.
Cofres vazios
De acordo com o presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, o Banco precisa de R$ 8 bilhões para voltar ao patamar de dezembro de 2008. O valor é o mínimo necessário para que a instituição tenha novamente o porte anterior a compra da Nossa Caixa e Banco Votorantim. Com planos de expansão ousados, será preciso mais capital para o BB que quer avançar na compra de outras instituições no país e no exterior. A expectativa é aumentar a carteira de crédito em 20% neste ano, o que deve significar empréstimos de, no mínimo, R$ 60 bilhões. A folga do BB para operar é de R$ 100 bilhões. A maior parte dos R$ 8 bilhões necessários deverá sair dos cofres públicos, ou seja, do Tesouro. Folha de S. Paulo.
Tiro certeiro
Apesar da resistência do Governo Federal, o Banco do Brasil e o governador de São Paulo, José Serra, assinam um contrato de R$ 1,3 bilhão. O acordo dá direito ao BB de administrar com exclusividade a conta salário dos servidores estaduais até 2014. O Planalto foi contra, pois a operação enche os cofres da concorrência. Folha de S. Paulo.
Nova composição
Parceira do BB desde 1995, o Icatu foi escolhida pelo Banco como seu sócio no segmento de capitalização. A experiência do Icatu na área de capitalização e a disposição do grupo em fazer os investimentos necessários para aumentar o volume de negócios no segmento foram os itens que mais pesaram para a escolha. SulAmerica e Aliança da Bahia devem deixar a companhia. De acordo com os entendimentos, a Icatu vai ampliar sua participação acionária na Brasilcap para algo equivalente a 50% mais uma ação ordinária, com direito a voto e, portanto, terá influência direta na administração dos negócios. O BB, por sua vez, ficaria com 50% menos uma ação ordinária da Brasilcap. Porém o Banco ficará com o total das ações preferenciais e terá 75% do lucro da nova empresa. As negociações estão adiantadas, mas ainda não foram concretizadas. As informações são do Globo Online.
Pé no estrangeiro
Desde 1941 o Banco do Brasil está presente no exterior e somente nos últimos meses resolveu acelerar seus planos de internacionalização. América do Sul e Estados Unidos são os mercados prioritários da estratégia desenhada pelo governo para que a instituição deixe de ter escritórios ou agências únicas e passe a atuar como banco de varejo nesses mercados. Apesar da insistência do presidente Lula para que o BB marque presença na China e na África, oficialmente, o interesse do Banco do Brasil é investir fortemente em mercados da América do Sul, especialmente Argentina, Chile e Paraguai, e nos Estados Unidos. Para aumentar sua participação no cone sul, a instituição iniciou conversações com o Banco Patagônia. Se confirmada, a compra de parte do banco estrangeiro transformaria o BB em uma instituição maior que o também brasileiro Itaú no mercado argentino. O Patagônia tem 126 agências com presença mais forte em Buenos Aires e no sul do país. Estas informações são da Agência Estado.
Ainda seguindo os planos de internacionalização, o Banco estuda a compra de parte do britânico RBS (Royal Bank of Scotland), mas nos EUA. O banco federal está de olho em cerca de 20 agências do Citizens Bank, filial americana do RBS, localizadas na costa leste do país. Controlado pelo RBS, o Citizens Bank é uma das principais instituições financeiras americanas. Após a estatização do RBS, o banco tem sido alvo de rumores de venda nos EUA, possivelmente retaliado entre várias instituições globais. O banco emprega 22.600 pessoas e tem cerca de 1.500 agências em 12 Estados. Por estar focado nos Estados Unidos, o BB pediu, há mais de um ano, autorização do Federal Reserve para entrar no varejo, mas ainda não foi atendido. As informações são da Folha Online.
Na mira
A direção do Banco do Brasil divulgou hoje (16/12) um comunicado ao mercado onde confirma as notícias divulgadas pela imprensa sobre negociações com o Banco Patagônia. O BB informa que está mantendo conversações com o banco estrangeiro mas não existe nenhuma decisão a respeito de parceria. O Banco afirmou que qualquer deliberação sobre o assunto será divulgada ao mercado conforme instruções da CVM. A informação é do site da Bovespa.
Cofres abertos
Para o próximo ano o Banco do Brasil pretende aumentar sua carteira de crédito em 20% o que significaria emprestar R$ 60 bilhões em 2010. A declaração é do presidente do BB, Aldemir Bendine. Ele afirmou que o banco tem caixa suficiente para emprestar por pelo menos mais um ano sem comprometer os níveis de risco da instituição o chamado Índice de Basiléia. O executivo disse ainda que o BB estuda emitir ações no mercado primário e secundário para aumentar a capacidade de financiamento do banco. Há também um grande projeto de expansão para o ano que vem que pretende fazer com que o BB tenha agências em todos os mais de 5 mil municípios brasileiros hoje está em 3.892. Com isso, o número de agências subiria dos atuais 5 mil para 7 mil. A matéria é da Folha Online.
Abrangência
O BB está buscando novos meios de ampliar sua presença nos EUA e na América Latina. Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, o vice-presidente da área internacional do BB, Alan Toledo, afirmou que os estudos incluem também a Africa e a Ásia. O executivo observou que de cinco anos para cá houve muita internacionalização das empresas brasileiras em países como Argentina, Uruguai, EUA e Austrália. Para ampliar o leque de soluções, os executivos do banco estão analisando os mercados e já começaram estudos para expansão na África e em outras regiões da Ásia. Nos EUA, o BB tem 500 empresas na carteira de clientes, e entre as áreas de atuação do banco está a concentração da folha de pagamento destas companhias. O Banco possui duas agências naquele país, uma em Nova York e outra em Miami. A instituição já tem presença em praticamente todos os países da América Latina, mas busca ampliar a atuação em alguns países, como Argentina, Chile, Uruguai e Colômbia, onde há maior presença de empresas brasileiras. O BB possui 44 pontos de atendimento no exterior e está presente em 23 países. A matéria é do Estadão.
Transparência
O Tribunal de Contas da União (TCU) está questionando a compra do Banco Vatorantim realizada pelo Banco do Brasil no início deste ano. O Motivo é a falta de auditoria na saúde financeira da instituição. O BB alega que usou uma auditoria simplificada mas o TCU afirma que não foi usada a “due diligence”. A due diligence é um processo comum usado em aquisições e fusões em que a vida financeira da companhia-alvo do negócio é avaliada minuciosamente. São levantados aspectos como passivos trabalhistas e financeiros, pendências judiciais e fiscais, entre outros itens. O objetivo da diligência é avaliar o real preço da companhia e, ao mesmo tempo, verificar se o negócio será lucrativo para o interessado. Em alguns casos, são meses de avaliação. Após avaliar as últimas aquisições do BB, o TCU constatou que a compra do Votorantim ocorreu em termos bastante distintos. Em compras como a da Nossa Caixa e outros bancos estaduais, o BB divulgou as avaliações para justificar o negócio. No caso do Votorantim, tudo foi mantido em segredo. O risco é de o Banco do Brasil ter comprado uma companhia com passivos inimagináveis. Há, ainda, o agravante de que o BB tem capital aberto e a direção do banco fez um negócio que pode ser questionado por, eventualmente, prejudicar minoritários. A matéria é da Agência Estado.
Ajuda e suporte
Enquanto o Banco Central relutava em tomar as redás da crise financeira, o Banco do Brasil assumiu o papel de emprestador de última instância para evitar uma crise bancária de grandes proporções entre setembro de 2008 e janeiro de 2009. De acordo com o jornal Valor Econômico, o BB injetou R$ 5,8 bilhões nos bancos Votorantim, Safra e Alfa durante a crise, para ajudá-los a reforçar o caixa em meio a uma corrida bancária no mundo. Ele também socorreu a Sadia, que havia sofrido perdas em operações com derivativos, com um empréstimo de R$ 900 milhões. O futuro diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Aldo Luiz Mendes (ex-BB), afirmou que ninguém assumiu o papel do BC. A declaração foi feita na sabatina da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Mendes enfatizou que ninguém precisou recorrer ao redesconto no BC porque os bancos de grande porte - ele deu ênfase ao plural e não citou o BB - tinham liquidez. A notícia é do Valor Econômico.
Disse me disse
No auge da crise financeira, o Citigroup ofereceu uma participação do banco ao governo brasileiro no início do ano, com o objetivo de levantar capital. A revelação foi feita em Nova York, pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. O governo brasileiro rejeitou a oferta, no entendimento de que a economia precisava se recuperar da crise primeiro e o momento não era oportuno. Apesar de concordar com a posição governamental, o ministro acredita que foi uma grande oportunidade perdida. Questionado sobre a declaração, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, desmentiu o colega e afirmou que Lobão teria usado algum tipo de metáfora ao falar da proposta do Citi. A informação é do Correio Braziliense.
Altos e baixos
Depois de ser a vedete da Bovespa na semana de 9 a 13/11 com valorização de 8,35%, as ações do Banco do Brasil lideraram a maior baixa. Na semana de 16 a 20/11, os papeis caíram 4,22% e reflete uma correção às fortes altas obtidas na última semana, com a divulgação de resultados. Segundo os analistas, os números da instituição ficaram em linha com o esperado. A informação é do site InforMoney.
Braços cruzados
Pelo menos mil funcionários (400 efetivos e 600 terceirizados) paralisaram suas atividades hoje (19/11) no Centro de Processamento de Dados (CPD) da Nossa Caixa. De acordo com o Sindicatos do Bancários, os serviços foram suspensos como forma de advertir o Banco do Brasil (BB) sobre a falta de transparência no processo de incorporação da Nossa Caixa. Eles alegam que os planos para o CPD não aparecem em nenhum documento do BB e não há garantia de vagas para os funcionários do setor. Os trabalhadores reivindicam uma proposta que garanta vagas e direitos após a fusão. A paralisação no local, prevista para ser de meio período, pode se estender por 24 horas. A decisão será tomada por assembléia dos funcionários. Em razão da falta de sistema, os serviços nas agências podem ser prejudicados, alertou o sindicato. Na semana que vem, funcionários de todos os setores da Nossa Caixa devem discutir uma greve geral. A informação é da Agência Estado.
Pontos fortes
Apesar de estar abaixo dos R$ 2,35 bilhões registrados entre abril e junho deste ano, o lucro do BB no terceiro trimestre de 2009 apresentou o lucro líquido de R$ 1,98 bilhão, alta de 5,9% frente ao mesmo período do ano passado. Na teleconferência para investidores e à mídia realizada na sexta-feira (13/11), a diretoria do Banco do Brasil destacou os pontos fortes do balanço:
- carteira de crédito do banco passou de R$ 224,8 bilhões para R$ 285,5 bilhões, um crescimento de 27%.
- inadimplência em queda porque banco vem priorizando a qualidade de seu portfólio
- a diretoria do BB afirmou também que ainda há espaço para expansão da carteira de crédito sem ferir o Acordo de Basiléia.
- a aquisição da Nossa Caixa foi essencial à expansão do BB no segmento de crédito consignado, que em setembro deste ano representou R$ 34 bilhões dos R$ 85,7 bilhões registrados na carteira de crédito da instituição a pessoas físicas. Por sua vez, a aquisição do Votorantim fez com que o portfólio do BB no segmento de financiamento de veículos mais que dobrasse do segundo trimestre deste ano para o terceiro, saltando de R$ 8,2 bilhões para R$ 19,3 bilhões.
- a carteira de crédito agrícola cresceu 12,4% do terceiro trimestre do ano passado para este, ao passar de R$ 60,5 bilhões para R$ 68 bilhões.
- papéis ordinários do banco apresentam uma valorização de 124,6% desde o começo do ano, bem acima das altas reportadas pelas ações do Itaú Unibanco (ITUB4) - 59% - e do Bradesco (BBDC4) - 56%.
A notícia é do site InfoMoney.
Incentivo
Aqueles que esperavam uma fusão entre BB e Nossa Caixa sem cortes de pessoal estão decepcionados. A instituição federal decidiu criar um PDV (Programa de Demissão Voluntária) para os funcionários do banco paulista comprado no ano passado e que será incorporado no próximo dia 30. O foco do programa será o pessoal administrativo e de áreas com maior duplicidade de funções com os funcionários graduados do BB. O pessoal das agências tem mais condições de ser preservado. Poderão aderir ao programa os funcionários com 15 anos de casa, acima de 50 anos ou com cargos a partir de gerente. O banco emprega quase 15 mil. Para o BB, o programa de incentivo aos desligamentos não quebra o compromisso assumido de não fazer demissões na incorporação da Nossa Caixa. O banco lembra que a adesão ao programa é voluntário.
A notícia é da Folha Online.
Unhas e dentes
Apesar do forte aumento nas concessões de empréstimos durante a crise financeira mundial, o Banco do Brasil e a Caixa Federal mostram que a capacidade de expansão não está esgotada. Agora, BB e Caixa disputam o mercado entre si mercados como o das médias, pequenas e microempresas. Administrado pelo Banco do Brasil o Fundo Garantidor de Operações (FGO) foi o recurso usado pela Caixa para oferecer até R$ 200 milhões em empréstimos ao pequeno e microempresário. E já avisou que pretende criar seu próprio fundo garantidor. O fundo garantidor serve para complementar as garantias exigidas das empresas em empréstimos e financiamentos bancários e permite que as taxas de juros sejam até 30% menores que as oferecidas em modalidades convencionais de crédito As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Pé na Bolsa
Com autorização da CVM e do Banco Central, o BB deverá lançar ADRs (American Depositary Receipt) na Bolsa de Nova York até o fim deste ano. Esses papéis são recibos de ações de empresas brasileiras negociadas no exterior. De acordo com o presidente do Banco, Aldemir Bendini, a parte operacional do lançamento estará pronta em até 20 dias, mas o lançamento ainda não tem data prevista. O executivo está otimista e acredita que “o cenário para a emissão de papéis brasileiros está extremamente positivo”. A notícia é da Folha Online.
Maior participação
Continuando a reestruturação na área de seguros, o Banco do Brasil (BB) vai ampliar sua participação no segmento de previdência privada, por meio de uma remodelagem societária da BrasilPrev. O BB pretende aumentar sua participação na empresa para torná-la mais agressiva. O início do processo de reformulação se deu no ano passado, quando o Banco do Brasil comprou a fatia que ainda não possuía na Aliança do Brasil. No início deste mês, no seu segundo passo, a instituição lançou uma carta de intenção de compra das ações em poder da Sul América na BrasilVeículos, que somava 30% do capital total da unidade, além da parceria em seguros de risco com a espanhola Mapfre. O terceiro passo do BB seria justamente modificar as áreas de saúde (Brasilsaúde) - onde detém 49,92% da participação, enquanto a Sul América fica com 50,05% -, capitalização (Brasilcap) - que é dividida entre o banco (49,99%), a Sul América (16,67%), a Icatu (16,67%), Aliança da Bahia (15,8%) e outros (0,87%) - , além da já citada previdência (Brasilprev). A notícia é do Valor Online.
Enxugamento
Plano de reestruturação do Banco do Brasil em Santa Catarina prevê a unificação e o conseqüente fechamento de 68 agências do Besc nos municípios onde o BB está presente. A lista completa ainda deverá ser informada. O pessoal do serviço administrativo poderá ser deslocado para o atendimento ao público. O Sindicato dos Bancários daquele Estado está se mobilizando junto ao governo estadual e prefeituras para manter abertas as agências Besc. A tendência é que a marca desapareça aos poucos. Historicamente, todos os bancos estaduais privatizados ou federalizados no Brasil perderam suas marcas (Banespa, Banestado, Banerj, etc). Segundo o professor de Economia das Faculdades Integradas Rio Branco Douglas Renato Pinheiro, especializado em fusões, normalmente as marcas não resistem. A notícia é do Globo Online.
Reinventando
Depois de anunciar sua a reestruturação de sua área de seguros, o Banco do Brasil informa que iniciou conversas para compra do controle acionário no IRB-Brasil Re (Instituto de Resseguros do Brasil), responsável pela área de resseguros no país. O IRB tem R$ 10,4 bilhões em ativos e 517 funcionários. E 100% das ações ordinárias do IRB e 50% de seu capital social pertencem à União. Em seu comunicado ao Mercado, o BB não esclarece qual a exata participação acionária pretende adquirir nem estipula prazo para a conclusão das negociações. A notícia é da Folha Online.
Captação confirmada
Através de Comunicado ao Mercado, o Banco do Brasil confirmou que concluiu “a precificação de captação externa de bônus perpétuo, no valor de US$ 1,5 bilhão, cuja liquidação financeira acontecerá em 20 de outubro de 2009. Os bônus emitidos são da espécie "perpétuo subordinado, classe junior, não cumulativo", e pagarão 8,5% a.a. em cupons semestrais. Dadas as características de subordinação da referida emissão, o BB pleiteará junto ao Banco Central do Brasil-BCB que o valor captado seja enquadrado como capital de nível 1, para efeito do cálculo do índice de Basileia. Caso o BCB acolha esse pleito, tomando-se por base os números relativos a junho/2009, ocorreria elevação de 80 pontos base no índice de Basiléia do BB, atingindo 16,1%, com seu capital de nível 1 passando a 11,6%.” A informação é do site do BB.
Captação externa
O site de notícias econômicas Bloomberg noticiou que o Banco do Brasil estaria estudando emitir títulos de dívida perpétuos denominados em dólar. Os papéis teriam opção de resgate após 11 anos. A oferta, que visa os mercados estrangeiros, teria como coordenadores JP Morgan, Citigroup e a própria BB Investimentos. A instituição financeira ainda não se manifestou sobre o tema. O Banco do Brasil fez uma oferta de títulos perpétuos em 2006, quando captou US$ 500 milhões em papéis resgatáveis em 2011, com um cupom de 7,95%. A notícia está no site InfoMoney.
Dinheiro no bolso
Na busca de expandir a carteira de crédito “com qualidade e eficiência”, o Banco do Brasil anunciou o aumento em R$ 4 bilhões o limite pré-aprovado de crédito consignado para 2 milhões de clientes. Servidores do Ministério do Planejamento e aposentados que recebem pelo INSS serão os maiores beneficiados. Líder de mercado nesse segmento, a instituição financeira possui atualmente R$ 20 bilhões em empréstimos consignados. A informação é do portal do Banco do Brasil.
Maior fatia
O Banco do Brasil está reorganizando sua participação societária na área de seguros. A instituição pretende realizar aquisições e parcerias estratégicas, as quais podem levar o banco público a alcançar a liderança no setor. A reformulação se baseia na constituição de duas subsidiárias integrais - BB Seguros Participações e BB Aliança Participações -, empresas não financeiras diretamente ligadas ao banco. O BB também tem a intenção de realizar uma aliança com a espanhola Mapfre e manifestou interesse em comprar a totalidade das ações detidas pela SulAmérica na Brasilveículos. A informação é da Agência Estado baseada na divulgação de Fato Relevante.
Banco portátil
Um universo de quase 10 milhões de pessoas, que representam mais de 18% dos correntistas do Banco do Brasil estão habilitados a realizar transações via celular. Efetivamente, cerca de 1 milhão de clientes realizam operações com aparelho móvel com grande frequência, todos os meses. São 7 milhões de transações mensais, contando os SMSs (serviço de mensagens curtas). De acordo com o gerente da divisão de Internet e Soluções de Mobilidade da instituição, Jonas Torres Vargas, o Banco do Brasil foi um dos primeiros a investir em soluções de mobilidade financeira no País. Desde 2000, a instituição trabalha nessa linha e, em 2006, lançou o conceito “Banco de Bolso”. A notícia é do site da Amcham Brasil.
Mais capital
As atenções do mercado estão voltadas para uma possível oferta de ações do Banco do Brasil que pode acontecer no final do ano ou no princípio de 2010. Estimativas apontam que o BB poderia fazer uma oferta de R$ 3 bilhões. Há quem calcule algo maior, próximo a R$ 5 bilhões. A instituição ainda não teria decidido se a oferta será secundária, com venda de ações pertencentes ao governo, ou primária, para captar dinheiro novo. O banco já realizou duas ofertas secundárias de ações, em 2006 e em 2007. Mas, agora, com o apetite demonstrado pelo banco na área de crédito, são grandes as chances de que ao menos parte da operação seja para ampliar seu capital. Nesse caso, a capacidade de empréstimo do BB se expandiria em algumas dezenas de bilhões. Um analista chega a estimar que a carteira de crédito poderia crescer cerca de R$ 50 bilhões. A oferta contribuirá para que o BB atenda à exigência do Novo Mercado da Bovespa de manter ao menos 25% de suas ações em poder de investidores. A notícia é do Valor Econômico.
Voz passiva
Banco do Brasil e Sul América podem se associar sem a aquisição do controle acionário. Esta é uma das condições apresentadas pela instituição financeira para a negociação com a seguradora que é controlada pela família Larragoiti e a holandesa ING. Fonte da equipe econômica informou à Agência Estado que o Banco quer adquiri parte da empresa, nos moldes do Votorantim, onde é acionista minoritário mas participa ativamente na gestão dela. A direção do BB defende esse modelo de negócio, em vez da compra, porque a associação permite manter a agilidade de empresa privada.
Email falso
Um e-mail disparado semana passada em nome do Banco do Brasil pode instalar um Malware (programa que rouba dados de contas bancárias, números de cartão de crédito, etc.) em seu computador. A mensagem informa que existe a necessidade de atualizar o “Cadastramento de Computadores”, que pode causar falhas críticas e “ocasionar perdas de dados e problemas de acesso”. Antes de clicar em qualquer link enviado lembre-se que todo procedimento de atualização deve ser sempre feito diretamente no site do BB. Utilize-se da técnica de apenas encostar o mouse no link e conferir se o endereço é o mesmo descrito. A falsa mensagem com o nome do BB, por exemplo, tem o seguinte endereço: http://www.bb.com.br/cadastramento/cadastrar_computadorBB.exe. Ao passar o mouse por cima do link observa-se que o verdadeiro endereço é: http://www.10000bb.com/*******.php. Além desses cuidados, mantenha sempre atualizado o seu anti-vírus e na dúvida, ligue no atendimento ao cliente do BB. Se você já clicou e foi contaminado confira aqui as dicas do site Info sobre o que fazer: http://info.abril.com.br/downloads/malwarebytes-anti-malware
Internacionalização do BB
Um decreto presidencial aumentou em 8% a porcentagem de ações do Banco do Brasil nas mãos de investidores estrangeiros. O montante passa de 12,5% para 20%. A medida está relacionada ao processo de inclusão total do BB no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Para isso, o banco estatal precisa ampliar o volume de capital em poder de acionistas minoritários. O Decreto autorizou, pela primeira vez, a emissão de American Depositary Receipts (ADRs, recibos lastreados em ações) pela instituição e abriu caminho para o BB fazer sua listagem na Bolsa de Valores de Nova York. Com a retirada desses dois entraves cresce a chance de o Banco do Brasil fazer uma nova oferta de ações para se adequar às exigências do Novo Mercado. O prazo inicial para adequação era junho de 2009. A notícia é do Valor Online.
Concorrência fora
Sem preço adequado e sem garantia de controle da gestão, o Bradesco recuou na transação com a Sul América. O Banco do Brasil, a exemplo do que fez com o Banco Votorantim, não descarta gestão compartilhada e por isso avançou nas negociações. A matéria da Folha de S. Paulo (íntegra semente para assinantes) informa que o valor da negociação gira em torno de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões, a depender do desenho que vier a ser fechado. Exemplo: se a SulAmérica irá manter ou não a gestão da empresa.

Novas linhas
Empresas da cadeia produtiva do pré-sal e as que estarão envolvidas nas obras para a Copa do Mundo de 2014 terão novas linhas de crédito do Banco do Brasil. A afirmação é do presidente da Instituição, Aldemir Bendine. Ele informou que essa nova frente terá um reforço na oferta de funding para a melhoria da infraestrutura no País nos próximos anos. E deu como exemplo da atuação do banco nesse segmento o financiamento de R$ 1 bilhão concedido pelo BB para o projeto da Usina Hidrelétrica de Jirau. O executivo foi questionado sobre se haveria espaço para que o BB continue a reduzir suas taxas mesmo com a esperada manutenção da Selic até pelo menos o fim de 2010. Bendine afirmou que há espaço para cortes e que a expectativa de redução da inadimplência e das despesas do banco abrirá espaço que poderá ser repassado aos clientes. A informação é da Agência Estado.

 
Ratificação
Através de nota publicada nesta segunda-feira (14/09) que o Banco Central aprovou a compra de participação no capital do Banco Votorantim. De acordo com comunicado, o fechamento das negociações e a assinatura do acordo de acionistas serão realizados em até 30 dias, conforme previsto no Contrato de Compra e Venda e de Subscrição de Ações divulgado em janeiro último. Com o negócio, o Banco do Brasil passará a deter 50% do capital social do Banco Votorantim, distribuído em 49,99% de ações ordinárias e 50,01% de ações preferenciais. A informação é do InfoMoney.
Único dono
Após a liquidação financeira do leilão de compra de ações da Nossa Caixa, realizado no dia 4 de setembro, o Banco do Brasil informou os seguintes resultados: foram negociadas 865.807 ações à vista, pelo preço de R$ 73,59 cada, e 29.175.597 ações à prazo, por R$ 76,82. A oferta totalizou R$ 2,304 bilhões. A quantidade negociada representa 97,62% do total em posse dos acionistas minoritários (30.772.541). Concluída a oferta, o BB passa a deter 106.304.316 ações, correspondentes a 99,32% do capital da Nossa Caixa. A matéria é do Estadão Online.
Combustível verde
Banco do Brasil e Petrobrás Biocombustível assinaram hoje (09/09) um convênio no valor de R$ 90 milhões. A verba será usada para financiar agricultores familiares que produzem mamona, girassol e soja, destinados à fabricação de biocombustível na região das usinas localizadas em Candeias (BA), Quixadá (CE) e Montes Claros (MG). De acordo com o BB, o convênio vai beneficiar cerca de 60 mil agricultores e cooperativas, por meio da linha de crédito de custeio agropecuário do Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). A informação é da Agência Estado.
Audácia
Mesmo sem redução da Selic, o Banco do Brasil pretende manter a política de redução nos juros como instrumento para avançar sobre a concorrência e ganhar mercado. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o presidente do BB, Aldemir Bendine, afirmou que a estrutura de captação do Banco é “mais bem favorecida”. Ele disse também que o caixa do BB está cheio e que não há capitalização em vista. Já que o índice de Basileia está em 15%, o executivo aponta que há uma folga para dois anos. A entrevista é da Folha de S. Paulo.
Venda total
Na oferta pública concluída nesta sexta-feira (04/09) o Banco do Brasil pagou R$ 2,3 bilhões pelas ações dos minoritários do banco Nossa Caixa. Pelas ações ordinárias da ex-estatal paulista, os acionistas minoritários ganharam R$ 73,59 no pagamento à vista e R$ 76,52 na modalidade de pagamento a prazo. No acordo realizado no ano passado entre BB e Nossa Caixa, cada ação foi avaliada em R$ 70,63. A oferta pública de ações realizada hoje teve por objetivo completar os 100% do capital social da Nossa Caixa. A notícia é da Folha Online.
Cautela extra
Depois de ocupar o espaço deixado pelos bancos particulares, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal decidiram fazer provisões extras, acima do mínimo exigido pelo Banco Central com base na avaliação de risco de cada cliente. No total, a Caixa provisionou R$ 1,261 bilhão no período, sendo que R$ 635 milhões adicionais ao mínimo exigido. Não fosse isso, o lucro da Caixa poderia ter sido R$ 1,5 bilhão maior no primeiro semestre. O BB também seguiu a mesma linha e, no último trimestre de 2008, fez uma provisão extra de R$ 1,7 bilhão. Bradesco e Santander também elevaram as reservas contra calotes. Segundo analistas, o fato é que piorou a qualidade do crédito. Os números só não refletem uma alta brusca da inadimplência porque os atrasos de pagamentos são diluídos numa base maior de clientes dos bancos. A notícia é da Folha Online.
Acordos
Depois de retornar à liderança do ranking das maiores instituições financeiras do País, o Banco do Brasil parte agora para a reestruturação de suas operações de seguros. Depois de seis meses de negociação, a opção com mais chances de ser fechada,até o momento, é a criação de duas divisões: uma com a Principal (concentrada na área de previdência) e outra com a Mapfre (nos outros nichos, como automóveis e apólices de vida). A operação deve envolver dinheiro novo, com as duas empresas pagando ao BB para ter exclusividade ao acesso à sua gigantesca rede de agências bancárias. Também foi estudada uma integração do BB com a SulAmérica (parceira do BB nas áreas de seguro veículo e saúde). Nesse arranjo, o BB compraria a participação do banco holandês ING na seguradora e formaria uma empresa com o sócio brasileiro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
De volta
Com a divulgação dos resultados do 1º semestre, o Banco do Brasil voltou a ser o maior banco do país. A posição havia sido perdida quando houve a união entre Itaú e Unibanco. De acordo com o balanço do segundo trimestre do ano, divulgado na madrugada de hoje, os ativos do BB chegaram a R$ 598,8 bilhões, ante R$ 596,4 bilhões do Itaú Unibanco. O Banco do Brasil salta da 10ª para a 7ª posição no ranking dos maiores bancos da América Latina e dos EUA, segundo a consultoria Economática. O Bank of America se mantém na liderança, seguido por JPMorgan Chase e Citigroup. O Itaú Unibanco cai de 7º para 8º. O BB lucrou R$ 4,014 bilhões no primeiro semestre, alta de 0,55% ante o mesmo período do ano passado. No segundo trimestre, o lucro foi de R$ 2,348 bilhões (+43%). Especialistas acreditam que a atuação agressiva do BB na concessão de crédito durante a crise foi fundamental para a instituição ter recuperado a liderança do ranking bancário, objetivo cobrado por Lula após a perda do posto. Enquanto os bancos privados foram mais cautelosos após o congelamento global do crédito, o BB acelerou a liberação de empréstimos para evitar um contágio maior da crise. A matéria é da Folha de S. Paulo.
As declarações do declarações do presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setúbal, de que a redução do "spread" nos bancos públicos não seria sustentável, incomodou o ministro Guido Mantega. O ministro teria retrucado que Setúbal “se equivocou, pois não viu o resultado do BB. Ele cometeu uma falácia, um erro grave". Ele afirmou ainda que os bancos privados deveriam seguir o exemplo dos bancos públicos "senão vão comer poeira". A informação é da Agência Estado.
Botando freio
Está na pauta de hoje da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado um projeto de lei complementar que regulamenta a cobrança de tarifas bancárias. Entre outros pontos, a iniciativa proíbe a cobrança de pacotes de serviços e veda reajustes de preços com intervalo menor que um ano. A proposta, de autoria da senadora Ideli Salvatti (PT-SC) e Flávio Arns (PT-PR), pretende tornar a cobrança de tarifas mais transparente, o que, de acordo com os autores, irá aumentar a concorrência entre os bancos. A Febraban é contra tal projeto por acreditar que tal assunto é de competência do Conselho Monetário Nacional (CMN) e acredita que a legislação atual já é eficaz para limitar a alta das tarifas. A justificativa é que, como resultado da regulamentação criada pelo CMN, as receitas dos bancos pararam de subir. Outro ponto polêmico são os investimentos em tecnologia. A Febraban acredita que não há incentivos para os bancos investirem em inovação se a aprovação de novas tarifas estiver engessada por uma lei complementar. A notícia é do Valor Econômico.
Em alta
Em alta pelo sétimo mês seguido, a inadimplência atingiu seu maior índice em nove anos, de acordo com dados do Banco Central. Em junho, os atrasos superiores a 90 dias nos pagamentos das prestações atingiam 5,7% da carteira de crédito das instituições financeiras, patamar que não era alcançado desde setembro de 2000. Nos financiamentos destinados a pessoas físicas, porém, a inadimplência ficou estável em 8,6%. Já nos créditos para empresas, essa taxa subiu de 3,2% para 3,4% entre maio e junho. Em dezembro do ano passado, o nível de atraso nas transações com pessoas jurídicas estava em 1,8%. A expectativa do BC é que a taxa recue no segundo semestre devido à queda dos juros e ao aumento do volume de recursos disponíveis para empréstimos. A notícia é da Folha Online.
Nova baixa
Após a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir em 0,50 ponto percentual a taxa Selic., o Banco do Brasil também anunciou a queda em suas taxas de juros. A medida contribui ainda para o incremento de novos clientes, a expansão dos negócios e para aumento do consumo no mercado doméstico. As novas taxas, válidas a partir de 24/07, são as seguintes: No cheque especial, a taxa máxima caiu para 7,65% e a mínima para 1,21% ao mês. No cartão de crédito, a taxa máxima cedeu para 12,52% e a mínima de 2,99% para 2,95% ao mês. O parcelamento de fatura de cartões de crédito teve as taxas reduzidas para 3,34% a mínima e 4,52% ao mês a máxima. Os clientes do segmento de micro e pequenas empresas também terão taxas de juros menores. A notícia é do Jornal do Brasil.
Fora de casa
Em reunião com mais de 350 superintendentes regionais e estaduais do BB, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu expansão do banco na América Latina, China e África. Atualmente, o banco tem escritórios em Angola, China, México, Uruguai, Venezuela e nos Estados Unidos, na capital Washington. A previsão é de que os escritórios no Uruguai e no México sejam transformados em agências bancárias no segundo semestre deste ano. O vice-presidente de atacado e negócios internacionais da instituição, Allan Simões, presente ao encontro, considera pequeno o investimento de R$ 1 milhão para instalação de uma agência fora do país. Ele afirma que as negociações na China para abertura de uma agência já estão em andamento, mas só deve ser efetivada em 2010, por conta de questões regulatórias. A notícia é da Folha Online.
Novo espaço
O Banco do Brasil planeja investir R$ 21 milhões na criação do Centro Cultural Banco do Brasil em Belo Horizonte. O projeto prevê a restauração do prédio, onde o CCBB será instalado, construído em 1920. A implantação do espaço é uma parceria do Banco do Brasil e o Governo do Estado de Minas Gerais e vai integrar o Circuito Cultural Praça da Liberdade. Em agosto, será realizado evento em frente à sede do futuro Centro para celebrar o início dos trabalhos de adaptação e restauração do prédio. Além de artistas locais, participarão estudantes da rede de ensino público estadual e municipal. Também está prevista coletiva de Imprensa, quando o BB dará mais informações sobre a obra e falará de sua política de investimento em cultura. A notícia é do site do Banco do Brasil.
Valorização
A consultoria Economática, especializada em dados do mercado acionário, divulgou um estudo onde mostra que dos seis bancos com maior valorização nos primeiros seis meses de 2009, quatro são brasileiros. O Banco do Brasil teve a maior valorização das ações no primeiro semestre entre as instituições financeiras da América Latina e dos Estados Unidos. No período, os papéis do BB subiram 80,87%. O Morgan Stanley, segundo colocado, teve alta de 78,31%. Bradesco, Itaú-Unibanco e Santander Brasil ocupam, respectivamente, o quarto, quinto e sexto lugares na lista das ações que mais subiram. Nos dados da Economática os valores foram ajustados para o dólar, que no período caiu 16,5% em relação ao real. A notícia é da Agência Estado divulgada no site Ultimo Segundo.
Novo cartão
Banco do Brasil, Bradesco e Gol firmaram parceria párea o lançamento do cartão de crédito Smiles. Os clientes desses cartões vão acumular milhas com os gastos e podem convertê-las em passagens aéreas da Gol e da Varig. A empresa acredita, principalmente, no reerguimento do Smiles, que, segundo a própria companhia, estava enfraquecido. A Gol prevê que, em sete anos (período da vigência do contrato com os bancos), já existam 1 milhão de cartões Smiles Bradesco e Smiles Banco do Brasil no mercado. A notícia é do Valor Online.
Sucesso
Com a venda de 7,05 por cento na VisaNet, o Banco do Brasil divulgou que terá receita de R$ 1,415 bilhão sem o desconto de impostos. Antes da negociação, o BB possuía 31% da empresa. Além do Bradesco ainda fazem parte do conjunto de controladores da instituição o Santander e a Visa International. O Banco do Brasil informou também que terá impacto no balanço do atual trimestre de provisão adicional de R$ 676 milhões sem descontar os impostos. A informação é da Reuters divulgadas no site do Uol.
Possível desistência
Depois de desistir da compra do Banestes, o BB pode interromper também as negociações com o Banco de Brasília. Na opinião da corretora Ativa, o desacordo sobre o preço a ser pago pelo BB pode ser o maior motivo. Os analistas acreditam que a desistência possa ser benéfica para a instituição já que o Banco poderia se concentrar melhor em suas recentes aquisições. Já os analistas da Itaú Corretora acreditam que a aquisição acarretaria a necessidade de aumento de capital, o que poderia, no futuro, reduzir sua taxa de liquidez. A informação é do site InfoMoney.
Motivos óbvios
De acordo com a Gazeta Online, em entrevista à TV Gazeta, a Assessoria de Imprensa do Banco do Brasil afirmou que um dos fatores para a desistência da compra do Banestes foi as aquisições anteriores. O Banco do Brasil entendeu que era melhor focar seus esforços nestas novas aquisições. Outro fator foi a falta de um acordo pelo valor do preço do Banestes e a atual situação econômica mundial. A informação é da Gazeta Online.
Desistência
Em comunicado conjunto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Banco do Brasil e o Banestes decidiram interromper os estudos e as tratativas que visavam a incorporação do banco capixaba pelo BB. No comunicado as instituições enfatizam que “as partes reafirmam, a despeito da referida suspensão, a disposição de
fortalecer a parceria que tem marcado o relacionamento do Banco do Brasil com o
Estado do Espírito Santo.” A informação é do site da Bovespa.
Modernidade
Na busca de agilidade, o Banco do Brasil está antecipando para mais de 30 milhões de clientes o cadastramento para o serviço de boletos eletrônicos. O objetivo é facilitar o pagamento de contas e, do lado das empresas, aumentar a segurança das operações e a rapidez no recebimento dos valores. O serviço está integrado ao projeto Débito Direto Autorizado (DDA), coordenado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que deve começar suas operações em 19 de outubro. Desde 22 de maio, em caráter experimental, o BB já vinha atuando com mais de 2 mil clientes cadastrados para boletos eletrônicos emitidos pela instituição. O BB calcula que, se um terço das cobranças impressas for convertido para o meio eletrônico, a economia anual seria de aproximadamente 14 mil árvores, 26 milhões de litros d'água, 1,3 milhão kw/hora e 80 mil kg de CO². Para o usuário o serviço vai dispensar a digitação de mais de 40 números que compõem os códigos de barra. Outra vantagem será o recebimento de mensagem via celular para avisar sobre novas obrigações. A notícia é do site Partner Report.
Desempenho
Com uma carteira de crédito de 254 bilhões de reais, a maior do Sistema Financeiro Nacional, o Banco do Brasil vê na queda da Selic uma oportunidade de avançar em outras frentes como financiamento de veículos, seguros, previdência e cartões. Em entrevista à Revista Exame, o presidente do BB, Aldemir Bendine, afirmou que com a redução das taxas de juros os investimentos em tesouraria deixarão de ser atraentes. Assim o crédito a custo mais baixo estimulará investimentos por parte das empresas e o consumo de modo geral. Perguntado se a queda do spread pode influenciar nos resultados e prejudicar os acionistas minoritários Bendine respondeu que acionistas esperam eficiência, rentabilidade e resultado. E é preciso avaliar que o indicador da confiança no trabalho feito pelo Banco do Brasil é o desempenho dos papéis da empresa que acumulam, em 2009, valorização bem superior ao Ibovespa e também aos dos principais concorrentes. A notícia é da Revista Exame.
 
Minha Casa
Através de sua incorporadora Goldfarb Incorporações e Construções S.A, a PDG Realty e o Banco do Brasil firmaram parceria para o financiamento à produção de três empreendimentos imobiliários. Os empreendimentos se enquadram nas regras do programa "Minha Casa, Minha Vida" e confirmam a estratégia do Banco em participar efetivamente do programa habitacional do governo federal. O valor total do financiamento à produção é de R$ 35,5 milhões e a entrega das obras está prevista para o primeiro trimestre de 2011. Os recursos serão aplicados na construção do Residencial Ideale, localizado no bairro da Penha em São Paulo e no Veritá Residencial Freguesia, situado no bairro Freguesia do Ó, também na capital paulista. Além dos dois empreendimentos na cidade de São Paulo, a parceria abrange o Eviva Residencial em São José dos Campos. Juntos, os três empreendimentos vão ofertar 565 unidades habitacionais, destinadas a famílias com renda entre três e 10 salários mínimos. A notícia é do site Invertia.
Cartões
Em comunicado encaminhado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Bradesco confirmou a assinatura de termo de compromisso para comprar a totalidade do capital social do Banco Ibi, ligado à rede varejista C&A. O valor da operação é de cerca de R$ 1,4 bilhão, pagos em ações do Bradesco. A operação envolve a transferência, para o Bradesco, de 100% das ações do Banco Ibi, da Ibi Corretora de Seguros Ltda, Ibi Promotora de Vendas Ltda e Ibi Participações Ltda. Com a aquisição, o Bradesco eleva sua base de cartões de crédito private label de 13,3 milhões para 34,1 milhões, segundo dados do fim de 2008 divulgados pelo banco. Enquanto isso, a base de cartões bandeirados do banco passa de 22 milhões para 31,8 milhões. A informação é da Agência Estado.
Alterações
Em comunicado ao mercado, o Banco do Brasil informou que o Sr. Aldo Luiz Mendes renunciou ao cargo de vice-presidente de Finanças, Mercado de Capitais e Relações com Investidores para assumir a presidência da Cia de Seguros Aliança do Brasil. Para o seu lugar, o Conselho de Administração elegeu Ivan de Souza Monteiro. O executivo tem 48 anos e é funcionário de carreira do BB ha 26 anos. A informação é do site da Bovespa.
Atreladas
O presidente do Banco do Brasil, Bendine, afirmou que a redução gradual que o Banco Central promoveu na taxa Selic foi um dos fatores o que possibilitou a queda nas taxas de juros da instituição. A próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetário do Banco Central) está marcada para os próximos dias 9 e 10 de junho e, segundo projeção de analistas e investidores divulgadas pelo próprio BC, a estimativa é de que a taxa caia de 10,25% para 9,5%. Bendine disse ainda que sempre há espaço para a redução dos juros, principalmente pelo momento favorável da economia brasileira. A notícia é da Folha Online.
Injeção
A elevação do limite de crédito para10 milhões de clientes pessoa física, anunciada na última segunda-feira (25/05) pelo Banco do Brasil, deverá injetar R$ 13 bilhões na economia brasileira. "A nova medida é resultado da combinação inovadora da metodologia de análise de risco de crédito com modelo de propensão ao consumo, que permite aprimorar a oferta de produtos aos clientes." Além disto, o BB reduziu suas taxas de juros para as seguintes linhas de crédito: Material de Construção, BB Crediário, Linha Branca, BB Crédito Salário, Crédito Automático, Crédito Benefício (INSS) e Crédito Veículos. O percentual médio de redução foi de 6,19%. Essas reduções nas taxas de juros estão disponíveis para toda a base de clientes do Banco do Brasil, que em março último era de mais 30 milhões. As informações estão no site do Banco do Brasil.
Cautela e cadastro
Depois de afirmar que “espaço para a redução do spread" de operações financeiras no País, o secretário de Reformas Econômico-Fiscais, Bernard Appy enfatizou que o processo de redução dos spreads precisa ser feito com cautela, pois deve obedecer às boas práticas bancárias. Ele acredita também que o cadastro positivo, aprovado no dia 20/05 na Câmara dos Deputados, seja um dos mecanismos que podem aumentar o fluxo de informações relativas aos bons clientes entre os bancos. O Projeto de Lei foi aprovado pela Câmara dos Deputados na semana passada e agora segue para o Senado. A expectativa é de ele seja aprovado até o final de junho. A notícia é da Agência Estado.
Complicado
A alta da taxa de juros do Banco do Brasil nas últimas semanas foi tema de uma reunião entre diretores da instituição financeira e o ministro da Fazenda, Guido Mantega. No encontro, Bendine explicou ao ministro que a alta da taxa reflete o maior risco das operações feitas pelo BB, um perfil diferente dos tomadores de crédito e o alongamento dos prazos dos empréstimos. Bendine tomou posse no último dia 23 de abril na presidência do BB em substituição a Antonio Lima Neto. Na ocasião, fontes do Ministério da Fazenda disseram que a troca atendia ao objetivo do governo de forçar a queda dos juros no BB, o que não estava ocorrendo com a velocidade desejada na gestão de Lima Neto. Ao deixar a reunião, Mantega disse que estava satisfeito com Aldemir Bendine. A despeito dos números do BC, o ministro disse que o banco tem feito "bom trabalho ao reduzir os juros". A afirmação levou em conta, apenas, o comportamento das taxas mínimas e máximas praticadas pela instituição, que não subiram no período. A notícia e do Estadão Online.
Tiro pela culatra
Apesar de ter sido empossado há quase um mês, o novo presidente do BB ainda não conseguiu cumprir a determinação do governo de baixar as taxas de juros. Como mostra uma reportagem do jornal O Globo, aconteceu exatamente o contrário: as taxas das quatro principais operações para pessoas físicas - aquisição de bens, cheque especial, crédito pessoal e aquisição de veículos - vêm em altas consecutivas semanais, desde 15 de abril. Bendine tomou posse no dia 23. Os dados constam do acompanhamento diário do Banco Central (BC) dos juros efetivamente praticados pelas instituições. Os empréstimos vinculados à compra de algum bem, por exemplo, subiram, em média, de 2,09% ao mês para 2,52%, no dia 5 de maio, último dado disponível no Banco Central. Um aumento de 20%, ou 0,43 ponto percentual ao mês, mas que pode representar juros anuais de mais 5,28%. Foi a única linha que teve um leve retrocesso na última semana. Embora os bancos divulguem as taxas máximas e mínimas de juros em queda, o levantamento do BC mostra os juros efetivamente praticados, ponderados pelo volume emprestado a cada taxa. Por ironia, no dia 8 de abril, quando o governo confirmou que trocaria o presidente do BB, o banco encerrava uma semana de queda nas quatro principais taxas. Os números chamam atenção quando comparados aos de outros bancos no país
Bons resultados
Apesar de não terem alcançado os maiores lucros no período, Banco do Brasil, o Bradesco e o Itaú-Unibanco foram as instituições financeiras de capital aberto da América que apresentaram maior rentabilidade no primeiro trimestre do ano. A informação é resultado de um estudo divulgado pela empresa de consultoria Economática. O estudo analisou os balanços de 20 bancos com ações negociadas em mercados de ações que têm mais de US$ 100 bilhões em ativos e que operam em países da América, com exceção do Canadá. O Banco do Brasil teve uma rentabilidade equivalente a 5,48% de seu patrimônio; o Bradesco, de 4,95%, e o Itaú-Unibanco, o maior banco em volume de ativos da América Latina, de 4,54%. Atrás dos três brasileiros ficaram os americanos State Street Corp (3,57%), American Express (3,16%), Wells Fargo (3,0%), Goldman Sachs (2,84%), Bank of America (2,04%), US Bancorp (2,01%) e BB&T (1,97%). A notícia é do portal Terra.
Insistência
O gerente de Relações com Investidores do BB, Marco Geovanne Tobias informou ao Portal Terra que as negociações para incorporação do Banco de Brasília (BRB) ao Banco do Brasil continuam. Mesmo diante das negativas dos representantes do governo do Distrito Federal, recentemente o presidente do BB, Aldemir Bendine, garantiu que não foram interrompidas as negociações para incorporação do BRB ao patrimônio da instituição. Anteriormente, o governo do Distrito Federal anunciou que havia desistido de vender o BRB, porque o Banco do Brasil não teria feito uma "proposta que interessasse".
Lucro menor
O resultado do primeiro trimestre do Banco do Brasil teve queda de 29,1% em relação ao mesmo período do ano passado. O Banco apurou um lucro líquido de R$ 1,665 bilhão. Sem efeitos extraordinários, o lucro foi de R$ 1,357 bilhão entre janeiro e março, inferior em 12,9% perante o R$ 1,559 bilhão dos três primeiros meses do ano passado. O resultado bruto da intermediação financeira foi de R$ 3,359 bilhões, com queda de 10,2%, A provisão para créditos de liquidação duvidosa cresceu 65,5%, indo de R$ 1,603 bilhão para R$ 2,654 bilhões. Com a contabilização da aquisição da Nossa Caixa no primeiro trimestre de 2009, o Banco do Brasil informou que terminou o período com R$ 591,925 bilhões em ativos totais, um crescimento de 42,9% em relação a um ano antes. O prejuízo de R$ 349 milhões da Nossa Caixa não passou pela conta de resultados e, por isso, "não teve impacto" no recuo do lucro líquido do BB. A informação é do Globo Online.
Cara nova
O executivo José Francisco Alvarez Raya, ex-gerente de infra-estrutura tecnológica do Banco do Brasil, assumiu o posto de Diretor de Tecnologia da instituição financeira. Ele assume o lugar de Glória Guimarães que foi responsável pela implantação do programa de móbile banking do Banco. A mudança no comando da área de TI faz parte de um conjunto de alterações organizacionais anunciadas desde o dia 23 de abril deste ano, quando Aldemir Bendine foi nomeado presidente do banco - após o pedido de demissão de Antonio Francisco de Lima Neto. O recém-nomeado diretor de TI do BB trabalha na empresa desde 1985 e é graduado em administração de empresas pela UFRGS, com especialização de modelagem empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. A missão do novo diretor é criar mecanismos para tornar a instituição mais competitiva no mercado brasileiro e suportar ações realizadas pelo banco para reduzir o spread bancário e, por conseqüência, também as taxas de juros. A informação é do IDG Now!
Ajustes
Em função dos ajustes contábeis realizados na transferência do controle acionário para o Banco do Brasil, a Nossa Caixa registrou um prejuízo líquido de R$ 349 milhões no primeiro trimestre deste ano. A adaptação para a troca do controle, que aconteceu em março deste ano, exigiu um provisionamento de 312,8 milhões de reais. No mesmo período do ano passado a Nossa Caixa obteve lucro líquido de R$ 115 milhões. Desconsiderados os efeitos dos ajustes e o provisionamento de despesas relativas a planos econômicos, a Nossa Caixa registrou lucro líquido recorrente de R$ 51 milhões no intervalo, o equivalente a recuo de 69,3% ante o verificado no primeiro trimestre de 2008. Por esse critério, o retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio foi de 6,77% de janeiro a março de 2009, ante 25,26% no mesmo período do ano passado. A informação é da Agência Estado.
Parceria
Um acordo entre a Brascan e o Banco do Brasil vai permitir o financiamento de imóveis pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH). O valor do contrato é de aproximadamente R$ 11 milhões e marca a entrada da instituição no segmento de financiamento imobiliário. Os recursos serão aplicados na construção do condomínio residencial Attualitá, localizado no bairro do Tatuapé, em São Paulo (SP). O acordo da Brascan com o Banco do Brasil é válido até março de 2014. Além do financiamento das obras do empreendimento, o BB pretende também financiar até 80% do valor dos apartamentos, avaliados em R$ 240 mil. A instituição assegura taxas de juros competitivas e condições especiais para servidores públicos. A Brascan Residential Properties S.A. é uma das maiores incorporadoras do Brasil, com atuação nos segmentos de negócios de incorporação residencial destinados à classe média-baixa, média, média-alta e alta. A informação é do site do Banco do Brasil.
Precaução
Em comunicado ao mercado, o Banco do Brasil informa que deverá reservar R$ 820 milhões do seu balanço do primeiro trimestre deste ano em função de ações judiciais onde o Banco é réu ou parte interessada. O balanço também vai incorporar R$ 1,213 bilhão por conta do reconhecimento de créditos tributários, que tiveram origem com a mudança da alíquota do CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido). O banco calcula um efeito positivo de R$ 393 milhões no resultado líquido deste trimestre. O BB divulga seu resultado no dia 14 de maio. A informação é da Folha Online e está no site do BB.
Contra a parede
O novo presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, negou diversas vezes que exista algum tipo de pressão política para que a instituição reduza os spreads bancários. A declaração foi dada em café da manhã com a imprensa nesta terça-feira (28/04). De acordo com o executivo, não há qualquer "compromisso formal de gestão" com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para a redução dos spreads cobrados pelo BB. Bendine sinaliza que a primeira redução dos juros sob sua gestão pode ser anunciada logo após um eventual corte da Selic na noite de quarta-feira. Bendine negou também que as negociações para a incorporação do Banco de Brasília (BRB) estejam interrompidas, como informou há alguns dias o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda. Segundo o novo presidente do BB, haverá reunião na próxima semana para acertar detalhes sobre as condições do negócio. A informação é da Agência Estado.
Novos assessores
Em comunicado ao mercado Banco do Brasil anunciou a posse do seu novo presidente. O executivo ascendeu ao cargo levando consigo seis novos vice-presidentes, todos funcionários de carreira do BB. São eles:
- Alexandre Correa Abreu, para a Vice-Presidência de Varejo e Distribuição;
- Allan Simões Toledo, para a Vice-Presidência de Negócios Internacionais e Atacado;
- Paulo Rogério Caffarelli, para a Vice-Presidência de Cartões e Novos Negócios de Varejo;
- Ricardo Antonio de Oliveira, para a Vice-Presidência de Governo;
- Ricardo Jose da Costa Flores, para a Vice-Presidência de Credito, Controladoria e Risco Global; e
- Robson Rocha, para a Vice-Presidencia de Gestão de Pessoas e Responsabilidade Socioambiental.
Os novos diretores foram eleitos pelo Conselho de Administração. Na página do BB confira o currículo de cada um deles. Clique aqui.
Convite
Um requerimento do líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO), aprovado pela Câmara, convidou o ex-presidente do BB, Antonio Francisco de Lima Neto, para prestar depoimento. O parlamentar quer saber se a demissão de Neto se deu devido à “incompatibilidades com a política do governo” ou por causa da compra de instituições financeiras com “qualidade duvidosa”. No requerimento, o deputado alegou que nos dias após a demissão de Lima neto, as ações do Banco do Brasil sofreram queda expressiva, o que “gerou grande insegurança no setor [financeiro]”. O depoimento deve acontecer no próximo mês entre os dias 19 e 21. A informação é do site Último Segundo.
Dança das cadeiras
O novo presidente do BB tomou posse amanhã (23/04) já com troca de quatro vice-presidentes. A afirmativa é da Folha de S. Paulo. “Segundo a reportagem da Folha, quatro vice-presidentes devem efetivamente sair da instituição, um deve trocar de cadeira e outra vaga, a da vice-presidência ocupada por Bendine (Cartões e Novos Negócios de Varejo) deve ser preenchida. Os quatro vices que devem ser substituídos são: Adézio de Almeida Lima (Crédito), José Maria Rabelo (Negócios Internacionais), Milton Luciano dos Santos (Varejo e Distribuição) e Luiz Oswaldo Moreira de Souza (Gestão de Pessoas)." Clique aqui e leia a íntegra da notícia.
Mão estendida
Um pacote de ajuda à agroindústria deverá ser anunciado nesta quinta-feira, dia 16/04, pelo governo federal. Através do Banco do Brasil e do BNDES, deve ser criada uma linha de crédito de R$ 10 bilhões para o setor melhorar seu capital de giro. De acordo com um auxiliar do presidente Lula, as taxas de juros serão especiais, muito menores do que as que são oferecidas hoje pelo mercado. A pressa de se definir logo as regras para a ajuda à agroindústria,deve-se ao momento de dificuldades por causa da queda das exportações, causada pela crise global. O setor que mais sentiu o impacto da crise foi o da pecuária. Frigoríficos têm sido fechados seguidamente e outros estão em dificuldades financeiras. As perspectivas são de novas demissões na indústria da carne. A informação é da Agencia Estado.
Efeito colateral
A expectativa de que o Banco do Brasil promova um forte corte nos juros fez com que a Itaú Corretora rebaixasse a recomendação das ações dos bancos em geral. Eles acreditam que a lucratividade do setor pode cair, por causa do corte agressivo de juros pretendido pela nova administração do BB. A corretora recomenda que os investidores reduzam o peso desse papéis para abaixo da média do mercado. A informação é do Portal Exame.
Em seu blog no Portal Exame, o jornalista e economista Cláudio Gradilone acredita que o Governo não tinha boas razões para demintir Lima Neto. “Excetuando-se o fato de que é uma estratégia eleitoral, digo, governamental, baixar os juros dos empréstimos. Se o presidente do banco recomenda prudência, essa não é uma atitude eleitoral, digo, republicana. Demita-se o homem, portanto”, completa ele.
Discurso afinado
Com o “compromisso de manter as taxas competitivas” para “ocupar maior espaço no mercado” o novo presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, foi hoje apresentado formalmente ao mercado através de teleconferência. O executivo, que atualmente ocupa o cargo de vice-presidente de Novos Negócios e Cartões, irá assumir a presidência da instituição financeira na quarta-feira da semana que vem (dia 22) no lugar de Antonio Francisco de Lima Neto. Apesar de reforçar por várias vezes que o BB terá uma atuação mais agressiva em 2009, Bendine afirmou que a instituição não deixará de buscar rentabilidade de sua operação e que a qualidade de crédito será mantida. Ele enfatizou também que a política de maior agressividade faz parte do contrato de gestão assumido com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. O objetivo é colaborar para o destravamento do crédito no País, desejo do governo que é o controlador majoritário do banco. A informação é da Revista Veja.
Apoio
Criado para apoiar a gestão do fluxo de caixa das empresas, o BB Giro Empresa Flex aingiu o saldo utilizado recorde de R$ 7 bilhões. O produto atende a 168,9 mil clientes, com volume contratado superior a R$ 9,12 bilhões. Somente em fevereiro, foi liberado R$ 1,07 bilhão nesta linha de crédito, também um recorde. A linha de crédito tem como público-alvo pessoas jurídicas com faturamento superior a R$ 2,133 milhões por ano, que tenham, no mínimo, 12 meses de atividade e avaliação prévia do risco de crédito pelo Banco do Brasil. O prazo de pagamento é de até 24 meses e a taxa de juros é estabelecida de acordo com o relacionamento do cliente com o Banco. A informação é do site do BB
Pé de boi
O presidente Lula afirmou que em tempos de crise financeira, o Banco do Brasil, o BNDES e a Caixa Econômica Federal dão segurança ao país. Os bancos estatais são responsáveis por 50% de todo o crédito do país. Ele destacou, no entanto, que embora haja solidez no sistema financeiro nacional, o aperto de liquidez notado no exterior gerou efeitos negativos no Brasil. Um deles é a disputa de grandes e pequenas empresas pelos poucos recursos disponíveis no mercado interno, devido à escassez de dinheiro lá fora. Um pouco menos duro em relação aos altos níveis de spread bancário, hoje o presidente afirmou que a "seletividade" gerada com a demanda maior por crédito local acabou elevando o spread, "que ficou muito caro". A informação é do Globo Online.
Devolução
A partir de hoje (02/03) a Receita Federal começa a receber as declarações de Imposto de Renda. Também a partir desta data o Banco do Brasil está disponibilizando a antecipação do IR. O CDC Antecipação IRPF adianta ao cliente até 80% do valor a ser restituído pela Receita Federal com taxa de juros de 2,25% a 2,65% ao mês. O limite do crédito é de R$ 5 a R$ 20 mil com garantia e de R$ 5 mil sem garantia. O pagamento é feito em parcela única na data da restituição ou em 26/02/10, o que ocorrer primeiro. Para obter o adiantamento, o cliente tem que fazer a declaração pela internet, indicar conta corrente no BB para restituição e ter assinado o contrato de adesão e crédito pré-aprovado. A informação é do site do Banco do Brasil.
Rendimentos
Além do lucro recorde, o Banco do Brasil anunciou também o pagamento de dividendos. A partir de 03/03 os acionistas deverão receber os rendimentos juntamente com os Juros sobre Capital Próprio (JCP) atualizados até 19/02. Os papéis ON do BB renderam R$ 0,30443141076 de dividendos acrescidos de R$ 0,16279478567 de JCP perfazendo um total de R$ 0,46722619643 por ação. O Banco anuncia que haverá incidência de Imposto de Renda sobre o valor dos rendimentos de acordo com a legislação vigente. As informações completas estão no site da Bovespa ou do próprio Banco do Brasil.
Crescimento
O lucro líquido do Banco do Brasil no ano passado superou em 74% o de 2007. Em nota divulgada, o BB destaca que “com foco na sustentabilidade dos negócios, o Banco registrou lucro líquido de R$ 8,8 bilhões no ano, com retorno anualizado sobre o patrimônio líquido de 32,5%, mantendo a trajetória de lucratividade observada nos últimos anos." Se forem retirados os efeitos extraordinários, o lucro ficou em R$ 6,685 bilhões em 2008 completo e em R$ 1,626 bilhão nos três meses finais daquele exercício, comparáveis, respectivamente, aos R$ 5,880 bilhões e R$ 1,290 bilhão de período equivalente do ano antecedente. A carteira de crédito total, incluindo carteira externa, interna e prestação de garantias, somou R$ 237,2 bilhões, o que representa elevação de 11% em relação ao terceiro trimestre de 2008 e de 41,9% perante 2007. A informação é do Valor Online.
Solução
Para aumentar a capacidade de empréstimos do Banco do Brasil, o governo pode injetar recursos na instituição. A informação foi dada pela colunista Claudia Safatle do jornal Valor Econômico. De acordo com a colunista, um grupo de trabalho no governo – que conta com técnicos do Ministério da Fazenda e do Banco Central – avalia as diversas hipóteses de medidas para desobstruir a oferta de crédito no país. Uma das mais cotadas é o Tesouro Nacional capitalizar o Banco do Brasil. Em qualquer das alternativas, o governo terá que usar dinheiro público. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou a possibilidade de o governo captalizar o BB. A informação foi publicada no Globo Online.
Estudos
De acordo com a Revista Exame, o Banco do Brasil está preparando um negócio bilionário na área de seguros. A publicação afirma que o BB contratou banco de investimentos UBS Pactual para procurar as maiores empresas de seguros do Brasil e do mundo em busca de interessados na associação. O objetivo é racionalizar a estrutura e ter apenas um sócio, ao contrário de como é atualmente, que a instituição atua com diferentes parceiros. A revista afirma que a reestruturação pode alterar a correlação de forças no setor. Leia matéria completa na Revista Exame.
Nova aquisição
O BB deu mais um passo na direção da liderança do mercado. Em comunicado ao mercado e em entrevista coletiva que concedeu em Vitória, o vice-presidente de Finanças do BB, Aldo Mendes, informou que o governo capixaba aceitou iniciar as tratativas para vender o Banestes. As negociações se iniciam agora com as avaliações econômico-financeiras da instituição. Valores envolvidos na transação não foram informados. A informação é do Globo Online.
Rebeldia
Depois de retirar as alterações feitas pelo Senado à MP 443, a Câmara aprovou a emenda. Os deputados retiraram do texto a necessidade de autorização prévia do Congresso para que os bancos realizem a transação. Eles argumentaram que a necessidade de autorização do Congresso poderia comprometer as operações do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal e por isso retiraram a proposta. Os parlamentares mantiveram a concessão de R$ 3 bilhões da União para o BNDES, para linhas de crédito exclusivas destinadas ao financiamento de empresas com obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Eles alteraram também o prazo para autorização para as operações. Definiram que os bancos públicos poderão comprar instituições financeiras até 30 de junho de 2011, com a possibilidade de prorrogar o prazo por 12 meses. A oposição tentou derrubar o financiamento para obras do PAC, mas foi derrotada no plenário. O texto segue agora para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A informação é do jornal Valor Econômico através do site Último Segundo.
Alternativa
Debaixo de muita pressão governamental para reduzir o spread, o Banco do Brasil anunciou a redução de suas taxas de juros para pessoa jurídica. As novas taxas velem a parir de 05/02. A taxa de juros da conta garantida e da linha de financiamento de bens caiu de 1,768% para 1,685% ao mês. Os juros da linha capital de giro pré recuou de 1,786% para 1,703%. A taxa do BB Giro Empresa Flex recuou de 1,658% para 1,576%. O banco ressaltou que essas taxas dependem do relacionamento com o cliente. A informação é do Valor Online.
Novo incentivo
Com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador, o governo deverá anunciar a liberação de R$2,5 bilhões para socorrer para socorrer o comércio de automóveis usados. A linha de crédito para capital de giro será financiada através do Banco do Brasil. Apesar de a assessoria de comunicação do BB confirmar apenas que a linha está em estudo, o jornal Gazeta Mercantil dá como certo o anúncio para a próxima segunda-feira (02/02). Os revendedores de veículos usados querem uma carência de dois anos para a devolução do crédito. E taxa de juros abaixo de 1,5% ao mês para o consumidor final. A informação é da Gazeta Mercantil.
Desconfiado
Através de Fato Relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o BB anunciou que vai elevar as provisões relativas às suas carteiras de crédito em R$ 1,7 bilhão. O comunicado informa que banco revisou os modelos estatísticos de perda esperada de crédito de suas carteiras. Embora a decisão sinalize piora da qualidade da carteira de crédito do BB, a instituição esclarece que se tratou apenas de uma decisão prudencial e conservadora e não representa prejuízo. O BB afirma que a taxa de inadimplência de sua carteira é mais baixa que a média de mercado. No final do terceiro trimestre de 2008 era de 2,2%. A informação é do site InvestNews.
Ganho extra
O comunicado do Banco do Brasil que anunciou um aumento em seu lucro líquido fez com que as ações tivessem uma expressiva alta na Bovespa. Os papéis passaram de R$13,30 para R$14,11, alta de 6,09% diante do Ibovespa positivo de 0,99%. O balanço do BB ainda não foi divulgado, mas a instituição diz que terá ganho extraordinário de R$2,5 bilhões de reais devido a novos cálculos atuariais nos planos de aposentadoria e pensão de seus funcionários. Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na noite de sexta-feira, o banco diz que a mudança nos cálculos está em conformidade com resolução do Conselho de Gestão de Previdência Complementar editado no último dia 29 de setembro. A informação é da Revista Exame.
Rédea curta
Na orientação dada pelo presidente Lula em reunião no Palácio do Planalto, os bancos oficiais não poderão cobrar taxas de juros mais caras do que as das instituições financeiras privadas. No encontro com os presidentes dos bancos públicos participaram, além do ministro da Fazenda, Guido Mantega, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Mantega negou uso político, mas frisou que os bancos públicos respondem ao governo. Avaliou-se que o volume de crédito disponível no Brasil ainda é insuficiente, apesar de os as instituições financeiras oficiais haverem elevado em cerca de 40% seus desembolsos. O Ministro usou as palavras "inimagináveis" e "inadmissíveis" para se referir aos níveis dos juros e dos spreads cobrados pelos bancos públicos e privados após a crise. A informação é do jornal O Estado de S. Paulo.
Novas taxas
Na esteira do Copom, que reduziu a Selic de 13,75% para 12,75% ao ano, alguns bancos resolveram também baixar suas taxas de juros, entre eles o Banco do Brasil. As novas taxas da instituição passam a vigorar nas agências na sexta-feira, dia 23.Nos empréstimos para as famílias, a taxa mínima do cartão de crédito será reduzida de 3,79%ao mês para3,71%. No cheque especial, o juro máximo caiu de 7,99% para 7,91% ao mês. No crédito direto ao consumidor, o juro do crediário recuou de 3,19% para 2,62%.Nas operações para as empresas, a taxa máxima do BB Giro Rápido caiu de 2,50% para 2,40%. No cheque especial para empresas, a taxa cedeu de 7,89% para 7,81%. Estes valores podem mudar conforme o resultado da reunião com o presidente Lula que acontece na manhã desta quinta-feira (22/01). A informação é do Estado de S. Paulo Online.
Pressão
Pressionado pelo presidente Lula, o Banco do Brasil deverá anunciar ainda hoje (21/01) o corte na suas taxas de juros. O anuncio será feito somente após a reunião do Copom que fará corte na Selic. A noite o BB deverá divulgar sua nova tabela. A taxa básica de juros brasileira está em 13,75% ao ano, e a expectativa geral é de que a Selic cairá entre 0,5 e 0,75 ponto percentual. O BB reconhece que, com a intensificação da crise internacional em setembro, os spreads (diferença entre os custos de captação dos bancos e a taxa efetivamente cobrada ao consumidor) subiram, o que acabou elevando os juros para o consumidor. A informação é do Globo Online.
Redução
Em reunião com as seis maiores centrais sindicais, o presidente Lula afirmou que vai se reunir, com os dirigentes de bancos públicos para discutir taxa Selic e o spread bancário. De acordo com participantes da reunião, Lula se disse decepcionado ao constatar, após retornar das férias, que os juros cobrados pelo Banco do Brasil estão entre os maiores do mercado. Antes do início da reunião, os sindicalistas afirmaram que cobrariam do presidente a redução da taxa básica de juros (Selic), de impostos e do superávit primário e também a chegada do crédito às micro e pequenas empresas para evitar demissões. A informação é do Globo Online.
Transparência
A negociação entre Banco do Brasil e Banco Votorantim está na mira do presidente nacional do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ). Ele quer apresentar à Comissão Representativa do Congresso um requerimento de convocação do ministro da Fazenda, Guido Mantega, para prestar esclarecimentos sobre a operação. A Comissão Representativa é composta deputados e senadores e tem como função representar o Congresso Nacional durante o período recesso parlamentar. De acordo com Maia, a operação de compra é no mínimo "estranha" porque ele acredita que este era um momento para o governo se preocupar com a manutenção dos empregos no País e não com a compra de um banco privado em uma operação que faltou "transparência". A informação é do Jornal do Brasil Online.
Volta ao topo
Depois da aquisição do Banco Votorantim, o Banco do Brasil está mais perto de atingir seu objetivo e voltar a ser a maior instituição financeira do País em ativos. Mas o que deve levar à retomada da liderança no ranking por ativos é o crescimento orgânico estimado para o banco em 2009, acima do desempenho projetado para as demais instituições financeiras. Com a compra da participação no Votorantim, o BB passou a ter R$ 553,4 bilhões em ativos, uma diferença de R$ 21 bilhões em relação ao líder Itaú Unibanco, com R$ 575,1 bilhões. Caso concretize outras duas negociações em curso, para a compra dos bancos BRB (Banco de Brasília) e Banestes (Banco do Estado do Espírito Santo), a diferença cairia ainda mais, para R$ 7,2 bilhões em relação ao Itaú Unibanco. A informação é do site InvestNews.
Nova fatia
Depois de passar os últimos dois meses de 2008 envolvido com a aquisição da Nossa Caixa, o BB começa 2009 com uma nova compra. O Banco anunciou na sexta-feira (dia 09/01) o fechamento de um acordo para adquirir o equivalente a 49,99% do capital votante do Banco Votorantim e 50% do capital social total da instituição. De acordo com o fato relevante publicado, o BB vai adquirir ações ON do banco por R$ 3 bilhões e ações PN por R$ 1,2 bilhão, segundo fato relevante. Antes disso, haverá uma distribuição de dividendos para a Votorantim Finanças, também do Grupo Votorantim, no valor de R$ 750 milhões. Assim, de uma operação financeira total de R$ 4,95 bilhões, o desembolso do BB será de R$ 4,2 bilhões. A direção do Banco do Brasil afirma que a compra vem consolidar seu esforço de fortalecer sua atuação no financiamento a veículos. A informação é da Agência Estado.
Nova tentativa
De acordo com o Valor Online, a Previ vai vender ativos para reforçar o caixa. Mas o que ela pretende mesmo é se livrar dos micos. O complexo da Costa do Sauípe é o principal deles. O Fundo aguarda para esta semana um contato do o grupo espanhol Quail, principal interessado. O complexo foi avaliado em 80 milhões de euros, ou R$ 259,2 milhões ao câmbio de 02/01. Outro mico que a Previ pretende passar adiante é o parque temático paulista Hopi Hari, em São Paulo. O negócio é visto como difícil, pois trata-se de um empreendimento que esteve em moda nos anos 80/90 e perdeu a atração no novo século. No ano passado, uma tentativa de venda para um grupo espanhol fracassou. Há ainda a venda do prédio onde funcionava o antigo hotel Meridién. Esse já tem comprador certo. A mineradora Vale fez a melhor proposta pelo prédio onde pretende instalar sua sede, hoje espalhada por vários locais do Rio. O valor do negócio é calculado entre R$ 300 milhões e R$ 350 milhões por especialistas do setor imobiliário. A informação é do Globo Online.
Sacramentada
Banco do Brasil e Governo de S. Paulo assinaram nesta segunda-feira (22/12) a aquisição da Nossa Caixa. A operação havia sido anunciada no dia 20 de novembro. Agora a transação está condicionada à aprovação do Banco Central e dos acionistas do BB, que serão posteriormente convocados em Assembléia Geral. "Informamos que não há intenção de promover, no prazo de um ano a contar da data da assinatura do contrato, o cancelamento de registro de companhia aberta da Nossa Caixa", diz fato relevante enviado ao mercado. O Banco do Brasil cita como objetivos do negócio: ampliar a presença no estado de São Paulo; complementar a estratégia de criação de valor; e permitir a captura de sinergias. Da união nasce uma instituição com R$ 457,5 bilhões de ativos e quase 99 mil funcionários - de acordo com dados do final de junho de 2008. A informação é do site InfoMoney.
Segurança
A crise de confiança em instituições financeiras internacionais tem favorecido o Banco do Brasil. De setembro para cá, o BB aumentou em 200% o volume de depósitos nas contas abertas no exterior. O número de clientes pessoa física também cresceu 20%. A direção da Área Internacional do Banco acredita que a instituição tornou-se “marca segura” em tempos de turbulências no mercado. A matéria é da Folha de S. Paulo (acesso restrito somente para assinantes) e a reportagem tentou ouvir outros bancos com presença no exterior sobre o assunto. Bradesco e Itaú não quiseram se manifestar.
Forte desempenho
Dados preliminares informam que a carteira de crédito do Banco do Brasil cresceu 7% no mês de novembro. São R$ 15 bilhões em novas concessões que fizeram a carteira passar de R$ 214 bilhões verificados ao final de setembro para R$ 229 bilhões. Segundo uma fonte do mercado da Gazeta Mercantil, o resultado mostra que o BB tem uma das taxas mais atrativas do País. Ainda de acordo com a mesma fonte o desempenho mostra ainda que o BB está operando o crédito à todo o vapor e que tem optado por suprir o mercado, desaquecido em virtude da crise, em detrimento da aplicação dos recursos em tesouraria, A informação é da Gazeta Mercantil.
Repensar
Depois de reclamar com o presidente do BB sobre os juros altos cobrados pelos bancos, o presidente Lula determinou que as taxas sejam revistas nas instituições públicas. A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, explicou que o objetivo do governo é fazer o possível para reduzir o custo de capital e aumentar o volume de crédito. Indagada se o objetivo do governo não é incoerente com a decisão tomada ontem pelo Copom de manutenção da taxa Selic, a ministra limitou-se a dizer que não comenta decisões de política monetária. A informação é da Agência Estado.
Postergada
Adiada por tempo indeterminado a audiência no Senado que trataria do empréstimo do BB e Caixa Federal à Petrobrás. De acordo com a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado a audiência ainda não foi remarcada e, portanto, o adiamento é por tempo indeterminado. Estavam convidados para a reunião os presidentes da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, da Caixa Econômica Federal, Maria Fernando Coelho, e do Banco do Brasil, Antônio Francisco de Lima Neto. A informação é da Agência Estado.
Pela aprovação
Projeto de Lei nº 512/2007 tramita no Congresso e prevê a reintegração de ex-funcionários do Banco do Brasil demitidos sem justa causa de 1995 a 2002. No início do mês de dezembro, o projeto recebeu voto favorável do relator, deputado Roberto Santiago (PV-SP). Ele diz que "farta documentação endereçada a esta Comissão, bem como os depoimentos prestados em audiência pública, não deixam dúvida” de que o Banco demitiu funcionários numa tentativa de enxugar seus quadros em busca de maior lucro. Ele usa a citação de uma ex-funcionária do BB que diz: “a instituição que tinha como metas a concretização de objetivos sociais e a promoção do desenvolvimento nacional, passou a atuar nos moldes de uma organização privada, voltada apenas para o lucro”. E justifica o pedido de aprovação: “em face de tudo o que pudemos nos inteirar, estamos convictos da justiça e oportunidade das medidas propostas, sobretudo com relação àqueles que foram demitidos sem justa causa.” Para ler a íntegra do Projeto de Lei e o voto do Relator clique aqui.
Noivado desfeito
A parceria entre Banco do Brasil (BB) e o sul-africano FirstRand para criação de uma banco financiador de veículos foi cancelada. Através de fato relevante, o BB comunicou a desistência que partiu do parceiro, mas não explicou o motivo. O novo banco teria um investimento de R$ 1,3 bilhão nos próximos dois anos. Apesar de o projeto estar sob análise dos órgãos reguladores do Brasil e da África do Sul, ainda não tinham sido feitos investimentos no negócio, portanto, o cancelamento não implicará prejuízo para os bancos. O objetivo da parceria, que foi assinada em 28 de julho, era colocar o BB entre as três principais instituições no mercado de financiamento de veículos. A informação é da Gazeta Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Explicações
Os empréstimos do BB e da Caixa Federal à Petrobrás continuam rendendo polêmica. A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado convocou os presidentes da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos Coelho, e do Banco do Brasil (BB), Antônio Francisco Lima Neto para dar explicações. A audiência está marcada para dia 11 de dezembro. A informação é da Agência Estado. Clique aqui para ler íntegra da notícia.
Empréstimo polêmico
A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou no dia 27/11 a convocação dos presidentes da Petrobras, da Caixa Econômica Federal, do Banco do Brasil e do Banco Central para discutir a situação financeira da estatal petrolífera. Isso acontece depois de a Petrobrás conseguir junto ao BB um empréstimo de R$750 milhões e de R$2,022 bilhões junto à Caixa Econômica Federal em plena crise do crédito para exportação. A Petrobras recorreu à Caixa porque o BB já havia chegado ao limite de empréstimos à petroleira. Em nota, a Petrobras informou que os empréstimos serviram para 'reforçar o capital de giro' da companhia. A informação é da Folha Online. Clique aqui para ler a íntegra das notícias.
Juros menores
O Banco do Brasil anunciou a redução das suas taxas de juros a partir de 27/11. A queda nas taxas vem beneficiar pessoas físicas e jurídicas. Para as empresas destacam-se as reduções nas linhas de antecipação de recebíveis e capital de giro. O BB também reduziu as taxas praticadas nas operações de Adiantamento sobre Contrato de Câmbio (ACC) e Adiantamento sobre Cambiais Entregues (ACE), realizadas com pessoas jurídicas, que já estavam entre as mais competitivas do mercado. Para pessoa física a redução foi garantida nos cartões Ourocard: em duas modalidades: no crédito rotativo de 4,23% para 3,79% (taxa mínima) ao mês e nas compras parceladas de 4,99% para 2,92% ao mês. Clique aqui para ver outras taxas que foram reduzidas.
Socorro
Como forma de ajudar as vítimas das enchentes em Santa Catarina, o Banco do Brasil aprovou uma série de medidas emergenciais. Entre as medidas definidas, o BB autorizou as agências do Estado a ofertar a possibilidade de renovação ou renegociação de débitos. Também foi definida a abertura de linha de crédito com condições diferenciadas para atendimento preferencial às pessoas físicas, empresas e agroempresários atingidos pelas chuvas. Entre as condições diferenciadas, o BB listou a redução dos encargos financeiros e prazos/carências alongados, fluxo especial na análise das solicitações de empréstimos, e a revisão, quando for o caso, do limite de crédito desses clientes. A lista completa das medidas anunciadas está no site da Agência Estado. Clique aqui para ler a íntegra.
Atitude responsável
Após a compra da Nossa Caixa, o presidente do BB concedeu entrevista a Agência Estado. Perguntado sobre se a agressividade do BB está na contra-mão da crise econômica, Lima Neto respondeu que o BB está “atuando em coisas absolutamente naturais, onde tem um histórico de atuação, sem abrir mão, um milímetro, da boa técnica bancária.” Questionado se ser o número um é o objetivo do Banco, o executivo respondeu que ” não se consegue imaginar o Banco do Brasil, com esse nome, não estando no bloco de liderança. Coma aquisição da Nossa Caixa, estamos no bloco de liderança. Mesmo com a operação dos outros dois concorrentes, mantemos a liderança no crédito. Vamos tocar a vida com responsabilidade.” Clique aqui para ler a entrevista completa no site da Agência Estado.
Unificação de direitos
Para exigir um compromisso formal pela garantia de empregos e direitos dos trabalhadores, representantes dos bancários se reunem com a direção do Banco do Brasil em virtude da aquisição da Nossa Caixa. Eles vão pedir a unificação de direitos como Planos de Cargos e Salário (PCS), fundos de pensão e programas de assistência médica. Eles também vão reivindicar que não haja fechamento de agências bancárias e que sejam preservadas as bandeiras das duas instituições. De acordo com o sindicato, o Banco do Brasil havia se comprometido a reunir-se com os representantes dos bancários assim que a aquisição fosse anunciada. Clique aqui para ler a notícia completa do Estadão Online.
Rumo ao topo
Depois dos acertos políticos entre o presidente Lula e o governador de São Paulo, José Serra, vieram os acertos financeiros. O Banco do Brasil fechou a compra da Nossa Caixa por R$ 5,386 bilhões. O pagamento será realizado em espécie dividido em 18 parcelas de R$ 299,250 milhões a partir de março de 2009, corrigidas pela taxa Selic até o pagamento das respectivas parcelas. Pelo acordo, cada ação foi avaliada em R$ 70,63. Este foi o primeiro passo de volta ao topo do ranking das instituições financeiras. O BB ainda negocia a compra a compra do BRB (Banco Regional de Brasília) e de metade do banco Votorantim. Caso concretize esses negócios, poderá voltar a ser a maior instituição financeira do país. Clique aqui para ler a matéria completa da Folha Online.
Riscos
Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, a vice-presidente da UNAMIBB, Isa Musa de Noronha, considera que o governo está agindo por vaidade ao decidir pela compra da Nossa Caixa. Com a aquisição do Nossa Caixa, Isa destaca que o BB passará a assumir o risco de R$ 8 bilhões concentrado apenas no setor automotivo. O governo federal - via Banco do Brasil - e o governo de São Paulo estão emprestando cada um R$ 4 bilhões para as financeiras das montadoras. Ela também destaca o lado positivo da compra: os depósitos judiciais avaliados em R$ 15 bilhões, de acordo com o Banco Central e o fato da Nossa Caixa possuir agências em todos os municípios de São Paulo. Clique aqui para ler a matéria completa.
Mais dinheiro
Para sustentar o crescimento diante da crise econômica, o governo usará o crédito como ferramenta crucial. Foram anunciadas ontem (17/11) novas linhas de financiamento habitacional da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil exclusivas para servidores públicos federais e um aumento de 25% na oferta de crédito consignado da Caixa para 2009. Somados, os anúncios vão colocar à disposição R$ 18 bilhões no mercado. As novas linhas de crédito imobiliário da Caixa e do Banco do Brasil somam R$ 8 bilhões – R$ 4 bilhões de cada banco e terão taxas de 8,4% a 8,9% ao ano mais TR. Essa taxa é exclusiva para os recursos originados da poupança e os empréstimos estão limitados a imóveis avaliados em até R$ 350 mil. A informação é da Agência Estado. Para ler a íntegra da notícia clique aqui.
Resultados
Estudo realizado pela consultoria Economática aponta que cinco bancos brasileiros estão entre os vinte mais lucrativos do mundo. A pesquisa levou em consideração os resultados do terceiro trimestre de 2008 de instituições de capital aberto dos Estados Unidos e América Latina. São eles, Bradesco, Banco do Brasil, Itaú, Unibanco e Santander Brasil. Entre os 20 bancos mais lucrativos da amostra estão esse ano nove bancos latinos. Entre eles, apenas Itaú e Unibanco tiveram queda de lucratividade no terceiro trimestre de 2008 contra 2007. A informação é do Globo Online. Para ler a íntegra da notícia clique aqui.
 
Campo minado
O presidente do Banco do Brasil, Antonio Francisco de Lima Neto, negou que o Banco esteja sofrendo pressão do Governo para voltar ao primeiro lugar no ranking das instituições financeiras. Ao anunciar os resultados do BB no terceiro trimestre, Lima Neto afirmou que recuperar a liderança não é algo que seja de interesse prioritário do Governo. Ele ponderou que o BB não fará negócios arriscados para voltar ao topo. As aquisições precisam ser “negócios sustentáveis e compatíveis com as melhores práticas do mercado.” Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Crescimento
No terceiro trimestre do ano o Banco do Brasil obteve um lucro líquido de R$ 1,867 bilhão que representa um crescimento de 36,9% sobre o mesmo período de 2007. Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, o crescimento foi de 13,6%. Nos nove primeiros meses deste ano, o lucro líquido do banco foi de R$ 5,9 bilhões, 52,5% de crescimento em relação ao observado no mesmo período de 2007. Os ativos totais do banco cresceram 10,2% no trimestre, e 26,5% em 12 meses, alcançando R$ 444,7 bilhões, considerando-se o resultado consolidado financeiro. Já o resultado consolidado econômico-financeiro (que incorpora, proporcionalmente, as informações contábeis das empresas não-financeiras coligadas ao banco) mostra um total de ativos de R$ 458,9 bilhões. As informações são do Banco do Brasil. Clique aqui para ler a íntegra dos dados divulgados pelo BB.
Dinheiro em caixa
A partir do dia 25/11 o Banco do Brasil estará pagando dividendos e Juros Sobre Capital Próprio (JCP) a seus acionistas. Os acionistas do Besc e Bescri também receberão dividendos. Veja a tabela de valores por ação:

Classe
Dividendos (R$)
Juros sobre Capital Proprio (R$)
Banco do Brasil ON
0,13406593306
0,15967781554
BESC ON, PNA e PNB
0,00012171971
---
BESCRI ON
0,00000092751
---

O acionista cujo cadastro esteja desatualizado terá sua remuneração retida ate a efetiva regularização de seus registros em qualquer agencia do Banco do Brasil. A regularização cadastral poderá ser efetuada mediante a apresentação de identidade, CPF e comprovante de residência, se pessoa física, e estatuto/contrato social e prova de representação, se pessoa jurídica. O Banco do Brasil se coloca a disposição para maiores esclarecimentos em qualquer agencia ou através do serviço de atendimento ao acionista na Central de Atendimento BB –telefone 4004 0001 (Capitais e Regiões Metropolitanas) ou 0800 729 0001 (Demais localidades). Clique aqui para ler a íntegra do comunicado aos acionistas.

Desmentido
O Banco do Brasil divulgou comunicado onde informa ao mercado que não concluiu nenhuma negociação com a Nossa Caixa como foi divulgado pelo jornal Valor Econômico. Na reportagem em questão, o jornal afirma que não existe mais divergência em relação ao preço a ser pago pelo BB à Caixa e que o governo receberia R$ 5 bilhões do valor total, já que possui 71,25% do capital. A informação foi desmentida pelo BB que “não concluiu negociações para aquisição da Nossa Caixa, não havendo, portanto, definição de preço e forma de pagamento que tenham sido acordados entre as partes envolvidas- afirmou o BB.” Clique aqui pata ler a íntegra do comunicado.
Acertos finais
Em outros comunicados ao mercado, o BB informa que pagará R$ 81,7 milhões pelo Banco do Estado do Piauí (BEP). O processo de incorporação do banco, com apenas sete agências no estado do Piauí e 89 mil clientes, teve início em novembro de 2007. Com a incorporação, o BB passará a contar com 60 agências no estado. A instituição convocou AGE para o dia 28/11 para discutir e ratificar a incorporação do BEP. Clique aqui para ler a íntegra do comunicado.
Mais compras
O Conselho de Administração do Banco do Brasil aprovou nesta segunda-feira (10/11) a incorporação do Banco do Estado do Piauí. O comunicado enviado ao mercado informa também da convocação de uma Assembléia Geral de acionistas para tratar do assunto. O processo de incorporação do Banco do Piauí teve início em novembro do ano passado, depois que o BB anunciou a intenção de ficar com o banco e efetivar a compra da folha de pagamento de 250 mil servidores estaduais por R$ 180 milhões, por um prazo de 60 meses. Recentemente, o BB finalizou a incorporação do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc), que soma mais de R$ 6,2 bilhões em ativos. O BB também trabalha a compra da Nossa Caixa e do Banco de Brasília. Para ler a íntegra da notícia clique aqui.
Negócio fechado
Antes de viajar à Itália, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou o Banco do Brasil a comprar a Nossa Caixa. O jornal Folha de S. Paulo revelou, na semana passada (06/11) que o governador de São Paulo, o tucano José Serra, e o ministro Guido Mantega (Fazenda) acertaram o negócio. O valor fixado foi de R$ 6,4 bilhões, sujeito a ajustes devido a cálculos sobre créditos e débitos da instituição paulista. Mantega e Serra aceleraram a negociação entre o BB e a Nossa Caixa por dois motivos diferentes: o ministro quis reforçar o BB após a fusão Itaú-Unibanco criar o maior banco brasileiro, já para o governador, a venda da Nossa Caixa vai lhe render cacife para investimentos em 2009 e 2010. Além da Nossa Caixa, o BB deverá concretizar também nesta semana a compra de 49% das ações do Banco Votorantim. Para ler a íntegra da notícia clique aqui.
Escalada
Mesmo com as possíveis aquisições de Nossa Caixa, Banco Votorantim e Banco do Estado do Piauí (BEP) o Banco do Brasil (BB) ainda não voltaria à liderança do ranking das maiores instituições do País. De acordo com os balanços de junho, as compras somariam mais R$ 91,49 bilhões aos ativos do BB, de R$ 416,5 bilhões. A instituição chegaria a R$ 507,99 bilhões em ativos, abaixo dos R$ 515,84 bilhões do Itaú-Unibanco. Se concretizados os negócios do Banco do Brasil, a pressão sobre o Bradesco deve aumentar. Segundo a Agência Estado, o banco já está se movimentando. O Bradesco ofereceu R$ 1 bilhão por uma carteira de crédito direto ao consumidor (CDC) do Safra e agora tenta levar todo o banco. As conversas se intensificaram nos últimos dias. Para ler a íntegra da notícia clique aqui.
Sobrepreço
Matéria publicada no jornal Folha de S. Paulo de 07/11 afirma que o ministro Mantega e o governador de S. Paulo, José Serra, chegaram a um entendimento sobre a venda da Nossa Caixa. Segundo o jornal, o Banco do Brasil pagaria R$ 6,4 bilhões pela instituição, mas a negociação ainda depende da edição da MP 443 e da aprovação do presidente Lula. Análise da Revista Exame mostra que o valor equivale a R$ 59,80 reais por ação onde está embutido um prêmio de 50% sobre o fechamento de ontem (06/11) das ações (R$ 39,80 reais). Na avaliação de especialistas, o preço seria exagerado. Isto, porém, poderia ser justificado pela escassez de ativos disponíveis para aquisição no mercado. A união de Itaú e Unibanco tornou mais difícil o crescimento por fusões e aquisições. Para ler a íntegra da matéria da Revista Exame clique aqui.
Socorro imediato
O Banco do Brasil vai liberar mais R$ 5 bilhões para capital de giro de pequenas e médias empresas. E o Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) receberá mais R$ 10 bilhões para capital de giro para as médias e pequenas empresas, para as linhas de pré-embarque e empréstimos-ponte. O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele afirmou que os recursos liberados pelo BB serão suficientes para manter as vendas de automóveis em novembro e dezembro. De acordo com o ministro, o objetivo do governo é impedir que o crescimento da economia seja interrompido e haja desemprego e férias coletivas num setor importante que é movido a crédito. O presidente do BB, Antonio Francisco Lima Neto, afirmou que o Banco do Brasil receberá como garantia as carteiras de crédito dos bancos das montadoras e que a fonte dos recursos será o compulsório liberado pelo Banco Central. A informação é da Agência Estado. Para ler a íntegra das matérias clique aqui.
Volta ao topo
Com a perda da liderança do mercado pelo BB, as comemorações dos 200 anos ganharam uma ducha de água fria. Segundo a Agência Estado, o episódio provocou um certo desconforto na direção geral do Banco e no Ministério da Fazenda. Mesmo antes do agravamento da crise, o ministro Guido Mantega nunca escondeu a seu projeto de fortalecer o BB, a Caixa e o BNDES, como braços auxiliares da política econômica. A estratégia do Ministério da Fazenda agora é garantir a aprovação o mais rápido possível e sem grandes modificações da Medida Provisória (MP) 443 que permite ao BB e à Caixa Econômica Federal comprarem outros bancos. Para o governo, ganhou força a necessidade de aprovação urgente da MP. O governo não quer que o BB, na posição de líder, perca a sua função de equilibrar o mercado e fique fora desse momento que movimenta hoje o sistema financeiro brasileiro e internacional. Para ler a íntegra da notícia, clique aqui.
Somatória
A venda do Banco Votorantim, braço financeiro do conglomerado da família Ermírio de Moraes, está sendo negociado com o Banco do Brasil. De acordo com a Revista Exame, as negociações estão adiantadas, e o resultado pode ser conhecido nos próximos dias. Tanto o Banco Votorantim, que é o nono maior do país, com ativos totais de 73 bilhões de reais, quanto o BB negam as negociações. De acordo com executivos que participam das conversas, a hipótese mais provável é que o Banco do Brasil compre por volta de metade do controle do Banco Votorantim. Isso atenderia, ainda de acordo com esses executivos, a um desejo da família Ermírio de Moraes: não se desfazer do banco inteiro. O único entrave à conclusão do negócio é o preço. Eles ainda não conseguiram chegar a um acordo. A fusão entre Itaú e Unibanco pode aumentar o poder de barganha dos vendedores. Para ler a íntegra da notícia, clique aqui.
Gigante financeiro
A fusão entre Itaú e Unibanco vai criar uma empresa com ativos superiores aos do Banco do Brasil (BB). A instituição resultante desta união fica na nona posição do ranking dos maiores bancos de capital aberto por ativos dos Estados Unidos e América Latina, com US$ 324,041 bilhões. O Banco do Brasil fica em 10º lugar, com US$ 261,639 bilhões em ativos. O Bradesco figura em 12º, com US$ 220,815 bilhões, e Santander em 15º no ranking de ativos entre os maiores bancos de capital aberto dos EUA e América Latina, com US$ 171,410 bilhões. Na primeira colocação desse levantamento está o Citigroup, com US$ 2,1 trilhões. A informação é da agência Estado. Para ler a íntegra da notícia clique aqui.
Novo endereço
O Banco do Brasil comunica aos acionistas que os telefones e endereço da Unidade Relações
com Investidores mudaram. O setor agora está localizado no seguinte local: SBS Quadra 01 Lote 32 Bloco C – Ed. Sede III – 5º Andar – CEP - 70.073-901 Brasília – DF – Telefones: (61) 3310-3980 e (61) 3310-3735 (fax).
Crédito disponível
A Medida Provisória 443, assinada no dia 22/10, que autoriza o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal a comprar ativos de bancos que estiverem em dificuldades, não significa uma onda de estatização no País. A afirmação é do presidente Lula. Ele anunciou também que fará hoje 27/10, em São Paulo, reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e com o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, para definir quais são os setores econômicos que estão necessitando de crédito. Lula informou que os recursos existem e serão utilizados basta saber quais são os setores que necessitam. A informação é do portal G1. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
À revelia
Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, a vice-presidente da UNAMIBB, Isa Musa de Noronha, afirmou que os acionistas minoritários do BB estão apreensivos com a MP 443. Ela acredita que as ações do banco podem despencar na bolsa. Informou também que a Unamibb vai avaliar os riscos e, se necessário, recorrer ao Ministério Público e ir à Justiça para impedir que o BB seja forçado a realizar negócios prejudiciais não só à sua imagem, mas principalmente aos minoritários. “Parece-nos mais um rolo compressor , uma ordem do alto obrigando bancos públicos a engolir sapos e prejuízos”, avalia Isa Musa. A Unamibb espera que o Banco do Brasil aja de acordo com o regulamento estabelecido pelo Novo Mercado da Bovespa e não se preste ao papel de instrumento so governo sem dever satisfação aos seus acionistas minoritários. Clique aqui para ler a entrevista completa.
Operação inversa
Com o objetivo de contar os efeitos da crise externa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou a MP (Medida Provisória) 443 na última sessão, autorizando os bancos federais "a constituírem subsidiárias e a adquirirem participação em instituições financeiras sediadas no Brasil". A grosso modo, a medida autoriza os bancos federais a estatizarem empresas privadas. A medida provisória estabelece alterações específicas a cada uma das instituições. No caso do Banco do Brasil, a firma está autorizada a realizar operações de swap de moedas com bancos centrais de outros países. O termo swap é um jargão utilizado no mercado financeiro para definir um contrato de troca, seja ele de moedas, commodities ou ativos financeiros. A informação é do site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Otimismo estrangeiro
O Citibank traça uma avaliação pessimista para a economia norte-americana. Na análise regional, as opiniões básicas do banco não mudaram: os mercados latino-americanos devem continuar com uma forte volatilidade e, embora prevejam que eles já atingiram a mínima, maiores declínios são perfeitamente possíveis. Porém, a expectativa é de uma recuperação até a metade de 2009. Enquanto revela a recomendação de overweight (acima da média) para o Brasil, o banco reitera sua visão de que sua lista de 25 empresas irá se sobressair nesses tempos de crise. Entre as companhias presentes na lista, há 10 brasileiras: Vale, CSN, Banco Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, AmBev, Vivo, Tractebel, Energias do Brasil e TAM. A informação á do site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Investimento seguro
Além de Vale e Petrobrás a maioria dos analistas financeiros recomenda as ações do Banco do Brasil. Na carteira recomendada pela SLW para a penúltima semana de outubro, as ações do BB têm um preço alvo de R$ 32,00 com um Upside de 105%. A Bradesco Corretora é mais otimista e projeta um preço final de R$ 34,00 com Upside de 121%. Outros investidores continuam apostando nos papeis do BB em suas carteiras. São eles: Coinvalores, Unibanco e Banif. A informação á do site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Ratificação
Assembléia Geral Extraordinária dos acionistas do Banco do Brasil aprovou ontem (29/09) a incorporação do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc) e do Besc S.A. Crédito Imobiliário (Bescri). A transação envolveu o valor de referência de R$ 685 milhões - usado no momento da definição do negócio. O aval dos aciobnistas dá ao BB poderes para dar andamento no processo de incorporação. Entre esse passos está o aumento de capital, também aprovado, relacionado com a operação. A informação é do Globo Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Valor brasileiro
As três marcas mais valiosas da América Latina são brasileiras. Esta foi a conclusão do primeiro estudo da Interbrand consultoria sobre as marcas da região, divulgado nesta segunda-feira (29). As líderes do ranking são as brasileiras Itaú, com US$ 5,962 bilhões, seguido por Bradesco (US$ 5,213 bilhões) e Banco do Brasil (US$ 4,429 bilhões). Entre as dez maiores, cinco são brasileiras e três são mexicanas. A Petrobrás ocupa a sétima posição com US$ 3,073 bilhões e o Unibanco ficou na nona colocação com US$ 2,695 bilhões. A maior concentração de valor de marca está no setor financeiro. Os 14 bancos analisados são responsáveis por 47% da soma dos valores das 50 empresas avaliadas, que chega a US$ 52 bilhões. Outra conclusão do estudo mostra que as marcas mexicanas, embora menos valiosas, têm mais alcance internacional. A informação é do portal G1. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Bases sólidas
O Banco do Brasil vai continuar renovando as linhas de financiamento de comércio exterior. É o que afirma o presidente da instituição, Antonio Francisco de Lima Neto. Ele admite que os bancos enfrentam maior dificuldade obter crédito externo com a crise internacional e que existe estreitamento de prazo e cotação de lotes menores. O executivo afirmou também que o BB continua atendendo à necessidade das empresas. E que não está difícil administrar a situação de maior restrição de crédito, porque o Banco tem boa base de captação no País. Ele evitou, porém, fazer previsões sobre quando as linhas externas se normalizarão. A informação é da Agência Estado. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Em queda
A crise financeira internacional tem sido a maior causadora da perda de valor de mercado dos bancos brasileiros. Ao invés de comemorar o bom desempenho dos últimos trimestres, as instituições têm com que se preocupar com as grandes quedas nos preços de suas ações. De dezembro até a última sexta-feira, 12 de setembro, os bancos de capital aberto perderam 25% de seu valor de mercado, passando de US$ 229,9 bilhões para US$ 172,5 bilhões, conforme levantamento da Economatica. Em maio deste ano, chegaram a atingir US$ 254,8 bilhões e fecharam agosto em US$ 195,7 bilhões. Comparativamente, neste ano, o Ibovespa caiu menos, aproximadamente 19%, e outro estudo da Economatica mostra que no conjunto as empresas brasileiras de capital aberto apresentaram também uma redução percentual menor em seu valor de mercado, de 20,4%, saindo de US$ 1,221 trilhão em dezembro para US$ 972 bilhões em 8 setembro. A informação é do site InvestNews. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Vice-líder
Pesquisa realizada pela Brand Finance em parceria com a Gazeta Mercantil mostra que o Bradesco é a marca mais valiosa do Brasil com R$ 7,30 bilhões. O segundo no ranking é o Banco do Brasil, com R$ 7,13 bilhões, e Ambev, com R$ 7,09 bilhões. A Petrobras, que liderou o ranking de 2006, este ano caiu para a oitava posição, com R$ 6,2 bilhões. A pesquisa também destaca o predomínio de marcas brasileiras no topo da lista, onde apenas três das doze primeiras colocações pertencem a multinacionais de origem estrangeira. A informação é do site Mundo do Marketing. Para ler a íntegra da notícia, clique aqui.
Rentabilidade
Os bancos brasileiros, donos de altos lucros, também estão entre as 40 instituições mundiais que mais geram valor aos acionistas, conforme estudo elaborado pela BCG (Boston Consulting Group). Os destaques nacionais ficam por conta do Banco do Brasil com a sexta posição lista, com um RTA (Retorno Total ao Acionista) anual de 14,3%. Em vigésimo, vigésimo quarto e trigésimo nono, estão, respectivamente, Bradesco (6,3%), Unibanco (5,4%) e Itaú (1,1%). O estudo, que compilou dados entre 2003 a 2007, ainda mostra que o RTA do setor bancário brasileiro é melhor em comparação a de economias de países desenvolvidos. A informação é do site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Dividendos
A partir do dia 26/08 o Banco do Brasil estará pagando dividendos e juros sobre o capital próprio (JCP). A somatória dará um total de R$ 0,26284357271 por ação. Os JCP serão pagos tendo como base a posição acionaria de 23.06.2008, conforme Aviso aos Acionistas publicado na mesma data. Já os dividendos serão pagos tendo como base a posição acionaria de 15.08.2008, sendo as transferências de ações a partir de 18.08.2008 efetuadas “ex” dividendos. O acionista cujo cadastro esteja desatualizado terá sua remuneração retida ate a efetiva regularização de seus registros em qualquer agencia do Banco do Brasil. A regularização cadastral poderá ser efetuada mediante a apresentação de identidade, CPF e comprovante de residência, se pessoa física, e estatuto/contrato social e prova de representação, se pessoa jurídica. Para maiores esclarecimentos, o BB coloca a disposição o Serviço de Atendimento ao Acionista da Central de Atendimento BB – telefone 4004 0001 (Capitais e Regiões Metropolitanas) ou 0800 729 0001 (Demais localidades). A informação é do site do BB. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Rápida ascensão
Segundo levantamento realizado pela consultoria Economatica, o Brasil possui três bancos de capital aberto entre os 15 maiores das Américas. O Banco do Brasil aparece na 12ª colocação do ranking, com ativos no valor de US$ 261,6. No final de 2002, o banco era o 27º com ativos no total de US$ 57,9 bilhões. Nesse período os Ativos do Banco se valorizaram em US$ 203,7 bilhões e subiu 15 posições no ranking. Logo em seguida está o Bradesco, na 13ª colocação, com ativos de US$ 253,3 bilhões. O terceiro banco brasileiro do ranking é o Itaú. O banco fechou o mês de junho com US$ 216,0 bilhões em ativos, o que o coloca na 15ª colocação. Em 2002, Bradesco e Itaú estavam na 37ª e 48ª posições, respectivamente. A informação é do site G1. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Mais caro
O Balanço semestral de 25 instituições bancárias brasileiras, inclusive o Banco do Brasil, mostra que houve um aumento de 20% nas despesas com captação para a formação de funding. O custo do BB foi de R$ 10,03 bilhões, aumento de 13,9% no período em relação - percentual superado por boa parte dos bancos pesquisados. O Banco divulgou seu resultado semestral no último dia 15 onde apresentou lucro de R$ 3,99 bilhões, evolução de 61,1% sobre o resultado de janeiro a junho do ano passado, de R$ 2,477 bilhões. A instituição informou que o crescimento do crédito foi o motor do resultado. As operações de crédito e leasing passaram a responder por mais de 50% dos ativos rentáveis do BB no segundo trimestre. A carteira de crédito global alcançou R$ 190,1 bilhões - expansão de 30,9% no acumulado em 12 meses, e de 10% no trimestre. A informação é da Gazeta Mercantil e do Globo Online. Clique nos links para ler as notícias completas.
Privilégio
Apoveitando as comemorações do Dia do Advogado, o Banco do Brasil lançou ontem (11/08) um cartão de crédito destinado a membros da OAB. O cartão OAB Platinum vem com isenção de anuidade no primeiro ano e ainda 5.000 pontos para os clientes trocaram por passagens aéreas. A partir do dia 11 de agosto, o Banco também inicia divulgação em homenagem à data comemorativa nos caixas automáticos e Internet. O Banco do Brasil é o banco oficial do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e de várias seccionais da OAB em todo o País. A Ordem tem 670 mil advogados afiliados, dos quais 226 mil são correntistas do BB. A informação é do site O Documento. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Na mesma
Em comunicado ao mercado o Banco do Brasil informou que o processo de aquisição das ações da Companhia de Seguros Aliança do Brasil foi autorizado pela Susep. Com a aprovação, o BB-BI pagou, nesta data, a Aliança da Bahia, a quantia de R$ 670 milhões pela totalidade de suas ações na Aliança do Brasil (30% do capital total e 60% do capital votante). A aquisição tem por objetivo intensificar a atuação do Banco do Brasil no segmento de seguros de vida e ramos elementares. Mesmo assim, boa parte dos analistas acreditam que a aquisição não deverá representar ganhos expressivos aos papéis do banco, apesar de o valor pago ser considerado baixo. A informação é do site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Novos horizontes
Com o objetivo de melhorar o seu desempenho no mercado de financiamento e arrendamento de veículos, o Banco do Brasil e o FirstRand Bank, da África do Sul, anunciaram nesta segunda-feira (28/07) acordo para criação de sociedade. De acordo com o BB, o início das atividades da sociedade está previsto para o primeiro semestre de 2009, mas ainda depende de autorização do Banco Central do Brasil e da autoridade reguladora da África do Sul. O banco sul-africano lidera as operações de financiamento a veículos naquele país, com aproximadamente 40% de participação no mercado, onde atua há mais de 40 anos. Atualmente, a carteira de veículos do BB corresponde a 3,5% do mercado, e a meta do banco, com a operação já existente, é alcançar o saldo de R$ 6 bilhões até o final deste ano. A informação é do Globo Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Bom negócio
Em relatório divulgado no último dia 18/07 (sexta-feira) a corretora Spinelli recomendou a compra dos papeis do Banco do Brasil e projetou um preço-alvo de R$ 39,50 para os mesmos. De acordo com os analistas os analistas, a instituição reúne a maior capilaridade do setor bancário brasileiro, reforçando desta forma seu potencial de expansão no segmento de crédito, principal fator atual de crescimento do lucro dos bancos. O otimismo da corretora se baseia nos seguintes fatores:
- Estratégia de crescimento orgânico acelerado;
- Medidas governamentais favorecem o agrobusiness e a carteira de crédito para este nicho de mercado;
- Grande potencial de expansão no crédito imobiliário e de veículos;
- Rápida expansão no segmento de cartão de crédito.
Ademais, os analistas destacam o aumento de 22% dos ativos do Banco do Brasil nos últimos doze meses, totalizando R$ 392,59 bilhões. A informação é do site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Lucros
Em comunicado ao mercado, o Banco do Brasil informa o pagamento de R$ 362,94 milhões em juros sobre o capital próprio. O valor, referente ao segundo trimestre deste ano, representa uma remuneração de R$ 0,1427 por ação. De acordo com o BB, o valor será imputado ao dividendo mínimo obrigatório referente ao primeiro semestre deste ano. Terão direito à remuneração os acionistas com posição registrada na data de hoje. O pagamento será efetuado na próxima quinta-feira, dia 26. A informação é do Valor Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Nova opção
Desde ontem (18/06) o Banco do Brasil já está financiando a casa própria. O empréstimo é feito pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), com recursos da poupança. Os juros anuais vão de 8,9% mais Taxa Referencial (TR), no financiamento pós-fixado, até 12,36%, no financiamento pré-fixado. O prazo máximo chega a 20 anos. Somente para este ano o banco reservou R$ 2 bilhões para o crédito imobiliário, sendo R$ 1 bilhão de recursos novos. A linha é oferecida na compra de imóvel com valor de avaliação inferior a R$ 350 mil. O máximo de financiamento será R$ 245 mil ou 80% do valor do imóvel, e o mínimo de R$ 20 mil. O cliente terá a opção de escolher entre taxa pré-fixada, com prestações fixas, ou pós-fixada, corrigida pela TR. Quanto menor o valor do imóvel, melhores as condições. A informação é do Globo Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Simplicidade tecnológica
O sistema eletrônico que permite a negociação de ações via Internet chamado de “móbile broker” chegou ao Banco do Brasil. Os clientes do Banco cadastrados no sistema podem agora usar o sistema eletrônico que permite a negociação de ações via Internet. Não haverá cobrança de taxa extra pelo uso do serviço pelo celular. O único custo para os usuários é o do tráfego de dados pela rede da operadora via tecnologia WAP ou 3G. Para ter acesso ao serviço, o cliente deverá se cadastrar no portal do banco como investidor e criar uma senha para usar o site de investimentos. Feito isso, ele deverá cadastrar uma senha de acesso ao mobile banking pela agência ou pelo 080040040001 (capital) e 08007290001. Só depois é possível fazer as transações no mercado financeiro. Cada ordem de compra e venda será confirmada por SMS (torpedo). O extrato das operações estará disponível na conta de investidor da página do banco. O banco oferece ainda informações em tempo real de cotação online e outros dados sobre o mercado financeiro. A serviço custa R$ 2,50 por mês. A informação é do site WNews. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Modernidade
Compensação através da Internet. É o que o Banco do Brasil pretende lançar hoje (12/06) durante o Ciab Febraban. Mostrando uma imagem da frente e do verso de um cheque compensado pela web o BB quer apostar no serviço como importante aliado na relação com o cliente. Na primeira fase, o serviço será oferecido gratuitamente, mas a instituição não revela por quanto tempo isso deve durar. Também por enquanto, apenas os cheques do próprio banco poderão ser visualizados pelos clientes. Mas até o final do segundo semestre a infra-estrutura de back office do Banco do Brasil já estará preparada para disponibilizar outros cheques e documentos. A informação é do site B2B Magazine. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Suporte
O Estado do Piauí será usado pelo Banco do Brasil como plano piloto para a instalação de agências de fomento para o desenvolvimento. O acordo foi firmado num encontro em Brasília do governador daquele Estado, Wellington Dias, com o presidente do Banco do Brasil, Antônio Francisco de Lima, e com o vice-presidente da instituição, Milton Luciano dos Santos. Ficou acertado que serão utilizados os escritórios da Emater, que está presente em todos os municípios do Estado, como agências do Banco do Brasil, onde será feito pagamento de funcionários, de taxas de água, luz e telefone e outros serviços bancários. A informação é do site TV Canal 13. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Avaliação
A consultoria Accenture e do banco UBS Pactual foram contratados pelo Banco do Brasil para realizar a avaliação do preço justo a ser pago pela Nossa Caixa. O BB espera terminar os estudos em seis meses. O banco paulista deverá também contratar uma consultoria para fazer o mesmo trabalho no processo de avaliação de seu valor. A Accenture foi a mesma consultoria contratada pelo banco espanhol Santander no processo de compra do Banespa, em 2000. No leilão, o Santander ofereceu mais do que o triplo dos demais concorrentes, lance que foi considerado exagerado pelos analistas de mercado na época. Procurada, a Accenture disse que não comenta sua relação com clientes novos ou antigos. A informação é da Folha de S. Paulo. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Parceria
As pequenas e médias empresas fornecedoras da Petrobrás vão poder contar em breve com um fundo de financiamento que está sendo lançado pela estatal em parceria com o BNDES e o Banco do Brasil. O fundo, que poderá captar mais recursos no mercado financeiro, vai adiantar recursos para as empresas, especialmente. Capital de giro. Inicialmente, o fundo contará com R$ 100 milhões, dos quais, 10% injetados pela empresa petrolífera e seu registro já está sendo providenciado junto a CVM. A informação é da Folha Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Eficiência
Dados da Febraban mostram que o aumento no número dos caixas eletrônicos do ano 2000 para cá aumentou em 50%. Naquele ano, existiam no País 108 mil equipamentos; hoje, são 167 mil. Para o ano de 2008 o índice de crescimento previsto é de 7%. Quanto mais caixas eletrônicos forem instalados, menos os bancos gastam e cai o tempo de espera dos clientes para serem atendidos. Somente o Banco do Brasil já adquiriu 10 mil novos terminais de auto atendimento este ano. Os correntistas com algum tipo de deficiência ganharam também mais caixas eletrônicos. Os bancos instalaram, no ano passado, quase 8 mil equipamentos adaptados para o público. A informação é do site Partner Report. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Desmentido
No café da manhã com deputados da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, o presidente do Banco do Brasil, Antônio Lima Neto, defendeu o crescimento do banco como forma de garantir a manutenção da liderança no mercado. De acordo com o executivo, o banco precisa ganhar musculatura para competir com os concorrentes privados que adquiriram uma série de instituições financeiras na última década. Para garantir essa estratégia, o BB precisa incorporar o masior número possível de instiutuições públicas. Atualmente, há conversas com o Besc, Banco do Estado de Piauí (BEP), Banco de Brasília (BRB) e Nossa Caixa. Na reunião, Lima Neto disse ainda, segundo relato de participantes, que os planos de expansão do BB passam pela incorporação de outras instituições estaduais, além do banco paulista, citando o gaúcho Banrisul como um potencial alvo no futuro.O Banco do Brasil informou através de sua assessoria de imprensa que não existe qualquer entendimento entre a instituição financeira e outros bancos públicos, "formal ou informal", para eventuais incorporações, além das já notificadas ao mercado por meio de fato relevante. As informações são do jornal A Tarde Online e da Agência Estado. Clique nos links para acessar a notícia completa.
Descrédito
Apesar do anúncio de uma provável incorporação do Banco Nossa Caixa pelo BB, a agência de classificação de risco Fitch não deve alterar sua avaliação para o Banco. Na avaliação da Fitch, a aquisição provavelmente vai reforçar a estratégia de atuação do BB em segmentos onde detém participação relevante. Mas a agência alertou que a avaliação final da operação dependerá das condições acordadas entre as partes. Eles acreditam que o ágio envolvido enfraquecerá mais o patrimônio do BB, que já apresenta uma parcela substancial de ativos intangíveis (55% do patrimônio líquido). A informação é do Globo Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Livros abertos
Mostrando mais uma vez que não tem intenção de leiloar a Nossa Caixa, o governo de S. Paulo abriu os dados da instituição ao Banco do Brasil. O BB já contratou uma consultoria para avaliar a Nossa Caixa e assinará hoje um termo de confidencialidade no qual se compromete a não fazer uso das informações sigilosas a que tiver acesso. A expectativa é que o acordo entre governos federal e paulista seja fechado em três meses. Para viabilizar a operação, uma das condições apresentadas pelo secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, é de que o BB deverá incorporar 15 mil funcionários da Nossa Caixa ao quadro de servidores. As informações são da Folha Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Preferência
O jornal Folha de S. Paulo informou que o governo de São Paulo descartou um leilão da Nossa Caixa em virtude do tempo que será despendido. Eles acreditam que o leilão levará o dobro do tempo de uma negociação direta com o Banco do Brasil. O governador ainda explicou que no caso de a Nossa Caixa ser vendida para bancos privados, os depósitos judiciais não iriam para o banco que a comprasse, mas sim para um banco público do país. As ações de ambas as instituições tiveram alta antes do anúncio do interesse do BB. A CVM investiga se houve vazamento de informações privilegiadas. A justificativa para a alta dos papeis é a divulgação do balanço dos dois bancos. A informação é da Folha Online e da Agência Estado. Clique nos links para ler a integra das duas notícias.
Mais prejuízo
Criado pelo governo Lula com o objetivo de conceder crédito ao público com renda abaixo de um salário mínimo, o Banco Popular será absorvido pelo Banco do Brasil. Desde que iniciou suas operações, o banco acumulou R$ 144 milhões em prejuízos. No ano passado, as perdas foram de R$ 16 milhões. Toda a estrutura montada pelo Banco Popular será transferida para o BB e funcionará sob uma nova diretoria do banco, chamada de diretoria de Menor Renda. Os 81 funcionários do Banco Popular, todos eles cedidos pelo BB, voltam a seus empregos de origem. O antigo presidente do Banco Popular, Robson Rocha, passa a comandar a nova diretoria. A informação é da Folha Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Dividendos
O Conselho Diretor do Banco do Brasil aprovou uma remuneração total aos acionistas de R$ 938.986.356,37, equivalentes a um payout de 40% sobre o resultado do 1º trimestre de 2008 e será dividida da seguinte forma:

Valor Bruto do Rendimento
Ações (BBAS3)
Valor (R$)
Dividendos 0,22421652031
Juros sobre o Capital Próprio - JCP 0,14514591320
Total 0,36936243351

A remuneração será paga através de conta corrente ou poupança-ouro no dia 29/05/2008 ou a partir desta mesma data diretamente no caixa. Os JCP serão pagos tendo como base a posição acionaria de 20.03.2007, conforme Aviso aos Acionistas publicado na mesma data. Já os dividendos serão pagos tendo como base a posição acionaria de 14.05.2008, sendo as transferências de ações a partir de 15.05.2008 efetuadas "ex" dividendos. O acionista cujo cadastro esteja desatualizado terá sua remuneração retida ate a efetiva regularização de seus registros em qualquer agencia do Banco do Brasil. Para maiores informações o BB coloca-se à disposição através das agências ou do telefone: 4004 0001 (Capitais e Regiões Metropolitanas) ou 0800 729 0001 (Demais localidades). A informação é do site do BB em Relações com Investidores. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.

Resultados positivos
Fatores extraordinários, que totalizaram R$ 789 milhões, influenciaram diretamente no aumento expressivo do lucro do Banco do Brasil que subiu 66.6% em relação a igual período do ano passado. Só a venda da participação na Visa Internacional rendeu ao banco R$ 305 milhões. Junta-se a isso a reavaliação de participações societárias pelo método de equivalência patrimonial, que acrescentou R$ 241 milhões ao resultado, entre outros ganhos. Isto fez com que o Banco superasse com folga os números do Bradesco e do Itaú e deixou o resultado acima das expectativas dos analistas, cuja estimativa estava na casa de R$ 1,5 bilhão. Além das receitas extraordinárias, a instituição ganhou com o avanço da carteira de crédito. O estoque de empréstimos cresceu 23,1% e somou R$ 172,76 bilhões. A maior expansão ocorreu nas operações para pessoas físicas, de 47,5%, chegando a R$ 38,54 bilhões. O presidente do BB, Antonio Francisco Lima Neto, mostrou-se otimista em relação aos resultados mas não se arriscou a fazer previsões para o fim do ano. A informação é da Agência Estado. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Boa surpresa
Em relação ao mesmo período do ano passado, o lucro do Banco do Brasil subiu 66,6%, totalizando R$ 2,347 bilhões no primeiro trimestre de 2008. O resultado da instituição superou o dos bancos privados brasileiros que já divulgaram os balanços trimestrais. A carteira de crédito avançou 23,1% no período, para R$ 172,760 bilhões. O BB encerrou março com ativos totais de R$ 392,586 bilhões, expansão de 22% em 12 meses. O lucro líquido recorrente, que desconsidera efeitos extraordinários do resultado, foi de R$ 1,559 bilhão nos três primeiros meses deste ano, contra R$ 1,466 bilhão há um ano nessa mesma base. O banco apresentou crescimento em todas as carteiras de crédito e a maior expansão foi registrada nas operações destinadas às pessoas físicas, com alta de 47,5%, chegando a R$ 38,541 bilhões. A exceção ficou por conta da carteira de crédito no exterior que registrou queda de 14,8% e passou para R$ 10,499 bilhões. As informações inclusive com a data da teleconferência estão no site do BB, em Relações com Investidores. Clique aqui para acessar a íntegra do relatório.
Cartas marcadas
A oposição sofreu mais uma derrota na CPI dos Cartões Corporativos. A base aliada rejeitou a convocação do presidente do Banco do Brasil e de qualquer diretor. Eles seriam convocados para prestar esclarecimentos sobre a divergência de informações nos dados que foram repassados pelo BB para a comissão. Para o deputado Índio Costa (DEM-RJ), o governo escolheu as informações que poderiam chegar até a CPI e que informações poderiam ser repassadas ao TCU. A oposição acusa o BB de sonegar informações referentes aos gastos do governo Lula. A informação é do site Terra. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Esclarecimentos
A CPI Mista dos cartões corporativos deverá convocar na próxima semana o presidente do Banco do Brasil, Antônio Francisco de Lima. Ele será chamado para explicar “divergências” nos arquivo enviado pelo banco a CPI com informações dos gastos de todos os 11 mil cartões do Governo. A oposição acusa o BB de ter excluído cerca de mil operações não sigilosas com o cartão corporativo feitas pela Presidência da República e a Polícia Federal (PF) do material enviado à CPI mista dos Cartões. A ausência dessas despesas foi identificada com o confronto dos gastos que estão sendo analisados pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A informação é do site Último Segundo. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Negócios
Banco do Brasil e Caixa Federal assinaram um contrato com a Câmara dos Deputados onde assumem o pagamento da folha salarial daquele órgão. Assim, deputados e funcionários do órgão receberão seus salários no BB e na Caixa pelos próximos cinco anos. A "venda" da folha de pagamento renderá à Câmara R$ 220 milhões. O Banco do Brasil pagará R$ 187 milhões e a CEF, R$ 33 milhões. A folha da Cãmara soma R$ 1,8 bilhão por ano. No entanto, de acordo com resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), a partir de janeiro de 2012 todos os trabalhadores, inclusive os da Câmara, poderão escolher em que banco querem receber seu salário. A data prevista para o pagamento é 1º de outubro deste ano. A divisão do valor foi proporcional ao número de contas que as instituições já detêm na Câmara. O Banco do Brasil reúne 16.010 contas de servidores (ativos, aposentados e pensionistas) e de deputados, e a CEF, 5.387 correntistas. O presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse que pretende usar o dinheiro para fazer obras na Casa. A informação é da Agência Estado. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Discussão
Através de comunicado enviado a Bovespa, o Banco do Brasil convida para teleconferência, as 13h00 do dia 08/05/2008, com o objetivo de discutir as perspectivas do agronegócios brasileiro, as políticas governamentais de renegociação das dividas do setor e seus impactos no BB. Participarão da teleconferência o Diretor de Agronegócios, Jose Carlos Vaz, o Diretor de Credito, Luiz Gustavo Braz Lage, o Diretor de Controladoria, Nilson Martiniano Moreira, e o Gerente de Relações com Investidores, Marco Geovanne Tobias da Silva. O evento poderá ser acessado pelo portal do BB em Relações com Investidores (www.bb.com.br/ri) ou via conexão direta a sala de teleconferência pelo telefone 55 11 4688-6301. A informação é do BB publicada no site da Bovespa. Clique aqui para acessar a íntegra do comunicado.
Consolidação de resultados
Seguindo recomendação do Banco Central, o Banco do Brasil passará a consolidar proporcionalmente os resultados obtidos por diversas empresas em que possui participação no seu próprio balanço. A decisão foi divulgada ontem (29/04/2008) através de fato relevante. A partir do balanço do primeiro deste trimestre, portanto, o BB passará a contabilizar a participação que possui nas seguintes empresas: Neoenergia (11,99%); TecBan (8,96%); Cibrasec (9,09%); Brasilprev (49,99%); Brasilcap (49,99%); Aliança do Brasil (70,00%); Brasilsaúde (49,92%); Brasilveículos (70,00%); SBCE (12,09%); Kepler Weber (17,89%); Visavale (40,35%); e Visanet (31,99%). Segundo o banco, diante desta mudança, o ativo consolidado do banco deve ficar aumentar em R$ 12 bilhões, com respectivo incremento no passivo exigível. A informação é do próprio BB e está no site da Bovespa. Clique aqui para acessar a íntegra do Fato Relevante.
Mais lucro
O Banco do Brasil enviou ontem (28/04/2008) um comunicado ao mercado onde afirma que registrará uma receita da ordem de R$ 140 milhões com a venda de ações da Telemar Participações. Essas ações eram pertencentes à Alutrens Participações, controlada pela Brasilcap Capitalização e pela Brasilveículos Companhia de Seguros, coligadas do BB Banco de Investimentos, que por sua vez é subsidiária integral do Banco do Brasil. A saída da Alutrens faz parte da reestruturação acionária que permitiu a compra da operadora Brasil Telecom pela Oi (ex-Telemar). A informação é da Agência Estado. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Novidade
O Banco do Brasil vai negociar recibos de ações no mercado de balcão, o chamado ADR Nível 1 da Bolsa de Valores de Nova York. Este será mais uma canal de negociação de suas ações para os investidores. O início das negociações ainda depende de decreto do poder executivo, mas o vice-presidente de finanças do BB, Aldo Luiz Mendes, acredita que a negociação poderá começar em junho próximo. Ele afirma que não haverá emissão de novos papéis, o ADR será formado com ações do banco que já estão no mercado brasileiro. A notícia agradou os investidores e na Bovespa, as ações do Banco subiram 3,13%, ontem (24/04/2008), cotadas a R$ 25,32. A informação é da Gazeta Mercantil. Clique aqui para ler a matéria completa.
Há vagas
Com autorização do Departamento de Coordenação e Controle das Estatais (Dest) do Ministério do Planejamento, o Banco do Brasil vai aumentar seus quadros em 2,5 mil novos funcionários. Segundo nota do Planejamento, o banco estatal precisa de mais funcionários para atender os planos de expansão, com a abertura de novas agências e postos de serviços em diversos municípios brasileiros. Os novos postos de trabalho não estavam previstos no concurso cujas inscrições se encerraram ontem (22/04). A informação é do jornal O Globo. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Sob investigação
Concurso do Banco do Brasil para formação de cadastro reserva, no cargo de escriturário, em agências de Salvador, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Mato Grosso, pode ser cancelado. O deputado Chico Leite (PT) entrou com representação junto ao Ministério Público do Trabalho pedindo investigação já que não houve convocação dos classificados no último certame. O procurador do Trabalho, Cristiano Paixão, informou que, com base no pedido do deputado, há elementos para abertura de procedimento investigativo para apurar o porque da abertura de novo concurso. A determinação do Ministério Público do Trabalho é que o Banco do Brasil se explique no prazo de 15 dias. A última seleção do Banco do Brasil, realizada em 2006 e ainda no prazo de vigência, conta com um cadastro reserva de cerca de 1.800 pessoas classificadas que ainda não foram convocadas. Por isso, questiona-se a abertura da nova seleção para novo cadastro reserva. A informação é do Jornal de Brasília publicado no site da Anabb. Clique aqui para acessar a íntegra da notícia.
Projeções reduzidas
Analistas do Citibank divulgaram em relatório suas novas projeções acerca dos dois maiores bancos estatais brasileiros com ações sendo negociadas no mercado aberto, o Banco do Brasil e a Nossa Caixa. A revisão nas expectativas do Citi para o setor nada tem de otimista. A começar pelo Banco do Brasil, que segundo a leitura do Citi, deverá encerrar 2008 com um lucro por ação de R$ 2,71, abaixo dos R$ 2,75 previstos anteriormente. As expectativas para 2009 também foram diminuídas de R$ 3,26 para R$ 3,06, enquanto que para 2010, os analistas introduziram uma previsão de lucro por papel de R$ 3,56. Segundo o Citi, os fatores que levaram a essa revisão em suas expectativas para o Banco do Brasil nos próximos anos estão as projeções do próprio banco de maiores provisões a fim de compensar a inadimplência na carteira de crédito, principalmente no que concerne à concessão de empréstimos ao agronegócio. Além disto, a maior carga tributária e a redução do lucro com cobrança de tarifas, recentemente reguladas pelo Banco Central, contribuíram para a revisão das projeções do Citi, que levou em conta ainda expectativas de menor crescimento do crédito em 2009 e 2010. Por estes motivos, os analistas optaram por reduzir também seu preço-alvo às ações ordinárias do Banco do Brasil para o final de 2008, passando de R$ 32,50 para R$ 27,50, o que ainda representa um upside de 10,22% frente ao fechamento da última segunda-feira (07/04). Mesmo assim, a recomendação de manutenção foi reforçada. A informação é do site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Antecipação
Até o final do mês de março, a linha do Banco do Brasil (BB) que antecipa o valor da restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) já havia totalizado 79 mil operações contratadas e um volume de R$ 129 milhões financiados. Se comparado ao mesmo período de 2007, esse saldo representa um crescimento de 23% sobre o total antecipado por meio da linha. Destinada a clientes do BB que indicaram o banco para recebimento da restituição, a linha CDC Antecipação IRPF oferece crédito pré-aprovado de até R$ 20 mil, limitados a 80% do valor a restituir. O pagamento ocorre em parcela única no ato da restituição ou em 28 de fevereiro de 2009, o que ocorrer primeiro. As taxas de juros variam de 2,65% ao mês, para financiamento de até R$ 5 mil, a 2,25% ao mês, para operações acima desse valor. A informação é do site Invertia. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Volta por cima
Relatório divulgado ontem (03/04) pelo banco Morgan Stanley afirma que "2008 deverá ser um ano de sólidos resultados aos bancos brasileiros, com elevação nas margens e a continuidade da robusta demanda por crédito". De acordo com os analistas, a trajetória de desvalorização dos papéis das principais instituições financeiras do país nos últimos pregões deve estar com seus dias contados. Isto porque os elementos que a sustentam não encontram respaldo e as ações, agora excessivamente penalizadas, devem ser procuradas novamente pelo mercado. A visão otimista dos analistas do Morgan Stanley estende-se às ações das maiores instituições financeiras do país, ainda que em medidas distintas. A equipe reforçou sua recomendação de overweight - desempenho acima da média do mercado - aos papéis do Banco do Brasil e Unibanco. A informação é do site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Dose de paciência
Depois de seguidas perdas no primeiro trimestre, as ações do BB voltam a subir. A queda de 23,39% nos três primeiros meses chegou a assustar os investidores, principalmente aqueles que compraram ações na última oferta pública do Banco. A crise dos mercados imobiliário e bancário norte-americanos, o fraco desempenho do último trimestre e anúncio de ações trabalhistas milionárias derrubaram as ações do BB. Hoje, porém, com o anúncio da reestruturação da economia dos Eua, os ganhos com a IPO da Visa fizeram dos papéis do BB a vedete da Bovespa fechando o dia com ganhos de mais de 6% e com o quinto maior volume de negócios do dia. A informação é do Globo Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Mercado novo
Através de comunicado oficial à Bovespa, o Banco do Brasil anunciou hoje (31/03) sua entrada no mercado de financiamento imobiliário. O BB esclarece que foi autorizado pelo Conselho Monetário Nacional a captar depósitos de poupança no âmbito do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), cujos recursos são direcionados para o credito imobiliário. Esse direcionamento, não obrigatório, será de ate 10% do saldo total captado em depósitos de poupança. Informa ainda que o foco inicial serão os clientes com renda mensal a partir de cinco salários
mínimos, com empréstimos de ate R$ 350 mil e limite de 80% do imóvel a ser financiado. Para atingir maior número de clientes, o BB pretende seguir o modelo de parceria já adotado em outros segmentos, tendo em curso negociações com empresas do ramo imobiliário. A informação está no site da Bovespa. Clique aqui para acessar a íntegra.
Dívida questionada
Baseado na notícia veiculada na imprensa de que o TST deu ganho de causa a funcionários do BB do Amazonas em ação trabalhista no valor de R$ 400 milhões, o Banco publicou nota a imprensa onde não reconhece tal dívida. A instituição explica que na década de 80 vários sindicatos em todo o Brasil reivindicaram a mesma parcela adicional de salários pagos a funcionários do Banco Central. À medida que as ações foram chegando ao TST foram julgadas improcedentes. No caso do Amazonas, a decisão foi diferente, contrariando a jurisprudência consolidada do Tribunal Superior do Trabalho e do Supremo Tribunal Federal. O BB afirma na nota que caso a decisão seja mantida pelo STF, ainda há o questionamento dos valores a serem pagos. A empresa reconhece apenas R$ 4 milhões como devidos e questiona o número de reclamantes apresentado pelo Sindicato daquele Estado. A nota completa está no site do BB. Clique aqui para acessar.
Finalmente
Depois de quase dois anos de espera, o BB finalmente foi autorizado pelo Conselho Monetário Nacional a entrar no mercado de financiamento de imóveis. O CMN flexibilizou as regras da captação de poupança, de forma a permitir que o Banco do Brasil e outras instituições oficiais possam atuar no crédito imobiliário. As instituições financeiras que captam depósitos de poupança rural (Banco do Brasil e Banco do Nordeste, por exemplo) poderão trabalhar no âmbito do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que provê recursos para financiamento imobiliário, até o limite de 10% do saldo total das aplicações. O contrário também será permitido: quem trabalha dentro do SBPE poderá captar poupança direcionada para crédito agrícola, igualmente até o limite de 10% do saldo das aplicações. Os bancos poderão escolher se usarão ou não as novas regras, mas dependerão de aval do Banco Central (BC) para iniciar as operações. A matéria é do Globo Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Mais perdas
O Conselho Monetário Nacional (CMN) retirou do Banco do Brasil a exclusividade para comercializar os estoques públicos de café. A partir de agora é o Ministério da Agricultura quem decidirá quais são os agentes operacionais para a venda dos estoques. A expectativa é de que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) também possa fazer essas operações, que continuarão tendo o BB como agente financeiro do programa de vendas. A informação é do Estadão Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Ação milionária
Funcionários do Banco do Brasil do Amazonas ganharam na Justiça uma ação trabalhista de R$ 400 milhões. Os 385 funcionários entraram na Justiça em 1988, pedindo que lhes fosse pago o Adicional de Caráter Pessoal (ACP), que havia sido dado a funcionários do Banco Central. O BB recusou, alegando que o ACP havia sido uma compensação dada aos funcionários do BC, por terem perdido direito às horas extras. O TST rejeitou ação rescisória movida pelo Ministério Público do Trabalho, que pretendia anular a decisão alegando que houve conluio de advogados do Banco do Brasil - tidos como beneficiários da decisão - com o sindicato dos bancários do Amazonas. Segundo o MP, os advogados atrasaram as ações, deixando correr o prazo propositadamente, para que o banco perdesse a causa. Ainda cabe recurso da decisão de ontem ao Supremo Tribunal Federal (STF). Banco do Brasil (BB), corre o risco de perder ações bilionárias na Justiça trabalhista, o que dilapidaria o seu patrimônio em R$ 14 bilhões. A notícia derrubou as ações do Banco que na data (26/03) chegaram a cair mais de 5%, mas ao longo do dia recuperaram um pouco da perda e fecharam em baixa de 1,92%. A informação é do jornal O Estado de S. Paulo. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Sem chances
O presidente do Banco do Brasil, Antonio Francisco de Lima Neto, negou ontem (24/03) em solenidade na cidade de Vitória (ES) que haja alguma intenção de o BB incorporar o Banestes (Banco do Estado do Espírito Santo). Ele negou também que existam estratégias para a atração de mais folhas de pagamento para os ativos da instituição federal. Lima Neto esteve no Espírito Santo para assinar um protocolo de intenções com o Governo, destinando R$ 100 milhões para propriedades rurais que trabalham com bovinocultura leiteira em terras capixabas. A informação é da Gazeta Online. Clique aqui para acessar a íntegra da notícia.
Salário alto
O Banco do Brasil está convocando para a Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária que será realizada no dia 17 de abril próximo. Uma das decisões a serem votadas será a de aprovar o montante de R$ 24 milhões para honorários e benefícios dos membros da Diretoria Executiva e do Conselho de Administração, para o período de maio/2008 a abril/2009. Ou seja, exatos R$ 2 milhões mensais para pagamento de salários e benefícios aos membros da direção do Banco. A assembléia deverá aprovar também as mudanças no art. 23 do Estatuto que aumenta o número de Diretores de 26 para 27. A informação está no site do BB, em Relação com Investidores. Clique aqui para acessar.
Quarto trimestre
Desde 05/03/2008 o Banco do Brasil está pagando dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP). As ações ON terão a seguinte remuneração: R$ 0,05402304429 de dividendos e R$ 0,14224160231 de JCP perfazendo um total de R$ 0,19626464660 por ação. Os recibos de subscrição (BBAS11) farão jus à 2/3 dos Dividendos/JCP relativos ao 4º trimestre de 2007. A forma de pagamento será através de crédito em conta corrente ou poupança-ouro e através do caixa. O acionista cujo cadastro esteja desatualizado terá sua remuneração retida até a efetiva regularização de seus registros. A regularização cadastral poderá ser efetuada em qualquer agência do Banco do Brasil, mediante a apresentação de identidade, CPF e comprovante de residência, se pessoa física e estatuto/contrato social e prova de representação, se pessoa jurídica. O Banco se coloca a disposição para maiores esclarecimentos através do Serviço de Atendimento ao Acionista da Central de Atendimento BB – telefone 4004 0001 (Capitais e Regiões Metropolitanas) ou 0800 729 0001 (Demais localidades). As informações estão no site do BB, na página de Relações com Investidores. Clique aqui para acessar.
Inocente útil...
Acusado de peculato pela Procuradoria Geral da República, ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, negou, em depoimento na 7ª Vara Federal Criminal, no Rio, que tivesse se apropriado de dinheiro do esquema do "mensalão”. Em depoimento que durou quase duas horas, o ex-diretor negou também qualquer responsabilidade no caso Visanet. Ele admitiu porem ter sido intermediário na entrega de documentos de Marcos Valério ao PT. Contou que recebeu dois envelopes do publicitário mas que não os abriu e não sabia o conteúdo dos mesmos. O executivo afirma que repassou os envelopes diretamente a um emissário do PT. Pizzolato desmentiu sua versão dada na CPI dos Correios e isentou Gushinken de envolvimento com Marcos Valério, mas não esclareceu o suposto recebimento de R$ 326 mil em espécie, que teria sido pago pelo publicitário. A notícia é da Folha Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Relação sofrível
Pesquisa realizada pelo Instituto de Defesa do Consumidor – Idec para avaliar a responsabilidade social dos principais bancos do país aponta o ABN Amro Real aparece em primeiro lugar com 2,75 pontos. O segundo melhor colocado foi o Bradesco que obteve nota 2,60 numa escala de 1 a 5 pontos. A avaliação mostra também que o setor está longe de ter uma relação satisfatória com consumidores, funcionários e meio ambiente. Em terceiro lugar apareceu Itaú, com nota 2,41, seguido de Banco do Brasil (2,21), Caixa Econômica Federal (1,93), HSBC (1,73), Santander e Unibanco, ambos com 1,51. A informação é da Agência Estado. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Abuso de poder
O Banco do Brasil foi condenado pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região (Paraíba) a pagar R$ 500 mil por danos morais coletivos. A ação civil pública que resultou na condenação é de autoria do Ministério Público do Trabalho. Na ação, o BB foi acusado de coagir empregados e empresas prestadoras de serviços a desistirem de ações judiciais contra a instituição. Considerando ocorrência de abuso de poder, o juiz relator da ação, Vicente Vanderlei Nogueira de Brito, condenou o banco ao pagamento da indenização pecuniária por danos morais com dupla função: preventiva e pedagógica, "de modo a reparar a lesão causada à esfera moral de uma coletividade". O valor será revertido ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). A matéria é do site Âmbito Jurídico. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.