Venda do BEP é fechada em R$ 81,7 milhões.
Conselho de Administração do BB aprova a compra do Banco do Estado do Piauí.
BB autorizado a fechar a compra da Nossa Caixa.
Novas aquisições não devolvem BB ao topo.
BB pode pagar caro por Nossa Caixa.
BB vai liberar R$ 4 bi para capital de giro.
Fazenda acredita que futuro do BB está na MP 443.
BB estuda a compra do Banco Votorantim.

Fusão entre Itaú e Unibanco cria maior grupo do Hemisfério Sul.
BB informa novo endereço para atendimento aos acionistas.
Lula afirma que não haverá estatização de bancos.
Vice-presidente da UNAMIBB acredita que MP 443 pode prejudicar minoritários.
Governo autoriza bancos federais a “estatizarem” instituições financeiras em dificuldades.
Citibank acredita em recuperação de papéis de empresas brasileiras.
Papeis do BB continuam sendo bem recomendados.
Assembléia do BB aprova incorporação do Besc.

BB é a terceira marca mais valiosa da América Latina.
BB mantém linha de crédito para o comércio exterior apesar da crise.
Crise financeira internacional derruba valor de bancos.
Banco do Brasil é a segunda marca mais valiosa do país.
Ações do BB são bem classifi-cadas em retorno ao acionista.
BB paga dividendos relativos ao segundo trimestre.
Banco do Brasil está entre os maiores bancos das Américas.

Aumenta o custo de captação dos bancos.
BB lança cartão para membros da OAB.
Aquisição da Aliança do Brasil não influencia papéis do BB, dizem analistas.
BB busca parceria com banco sul-africano para expandir financiamento de veículos.
Corretora vê com otimismo as ações do Banco do Brasil.
Banco do Brasil empresta R$ 4,3 bi para Oi adquirir BrT.
Ações do BB estão em terceiro lugar entre as mais indicadas.

BB quer comprar a totalidade da Aliança Seguros.
Faturamento de cartões do BB fecha semestre em R$29 bilhões.
Banco do Brasil atinge 200 bilhões de créditos concedidos.
Estrangeiros poderão ter participação de 25% no capital do BB.
Conselho de Administração do BB elege funcionário de carreira para o lugar de Maguito Vilela.

BB paga juros sobre o capital próprio.
BB já oferece crédito imobiliário.
Cliente BB já pode negociar ações pelo telefone.
BB vai utilizar a web na compensação.

BB lançará agências de fomento no Piauí.
BB contrata consultoria para avaliar Nossa Caixa.
Petrobrás, BB e BNDES lançam fundo para atender fornecedores.
Bancos dobram o número de caixas eletrônicos em sete anos.

BB nega interesse em incorporar Banrisul.
Incorporação da Nossa Caixa não altera risco do BB, diz agência.

Nossa Caixa disponibiliza dados ao Banco do Brasil.
Governo paulista quer vender Nossa Caixa para o BB.
BB absorve Banco Popular e cria diretoria para Menor Renda.
BB paga dividendos aos acionistas.
Fatores externos influenciaram lucro do BB.

BB surpreende no primeiro semestre com lucro 66,6% maior.
Aliados rejeitam convocação de representante do BB na CPI dos Cartões.
Presidente do BB será convocado a depor na CPI dos cartões.
BB e Caixa pagam R$ 220 milhões por folha da Câmara dos Deputados.

Banco do Brasil organiza teleconferência sobre agronegócios.

BB vai consolidar resultados de empresa das quais participa.
BB terá R$ 140 milhões em receita com venda da Telemar.
Novo canal de negociação de ações do BB agrada investidores.
BB é autorizado a criar mais 2,5 mil postos de trabalho.
Concurso do BB pode ser anulado.
Analistas do Citibank reduzem projeções das ações do BB, mas recomendam mantê-las.
Antecipação do IR atinge 79 mil operações no Banco do Brasil.

Ações de bancos devem voltar a subir, afirma Morgan Stanley.
Ações do BB lideram alta do IBovespa.
BB envia comunicado oficial ao mercado sobre financiamento de imóveis.
BB não reconhece ação trabalhista dos funcionários do Amazonas.
BB recebe autorização para financiar imóveis.

Venda de estoque público de café deixa de ser exclusivo do BB.
BB é condenado a pagar R$ 400 milhões em ação trabalhista.
BB não vai incorporar o Banestes, afirma Lima Neto.
BB deve aprovar R$24 milhões anual para salários e benefícios de diretores.

Banco do Brasil paga mais dividendos.
Pizzolato isenta Gushinken, mas não explica R$ 326 mil do "mensalão".
Bancos estão longe de ter uma relação satisfatória com clientes, avalia Idec.
BB condenado por danos morais coletivos a funcionários.


Mais compras
O Conselho de Administração do Banco do Brasil aprovou nesta segunda-feira (10/11) a incorporação do Banco do Estado do Piauí. O comunicado enviado ao mercado informa também da convocação de uma Assembléia Geral de acionistas para tratar do assunto. O processo de incorporação do Banco do Piauí teve início em novembro do ano passado, depois que o BB anunciou a intenção de ficar com o banco e efetivar a compra da folha de pagamento de 250 mil servidores estaduais por R$ 180 milhões, por um prazo de 60 meses. Recentemente, o BB finalizou a incorporação do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc), que soma mais de R$ 6,2 bilhões em ativos. O BB também trabalha a compra da Nossa Caixa e do Banco de Brasília. Para ler a íntegra da notícia clique aqui.
Negócio fechado
Antes de viajar à Itália, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou o Banco do Brasil a comprar a Nossa Caixa. O jornal Folha de S. Paulo revelou, na semana passada (06/11) que o governador de São Paulo, o tucano José Serra, e o ministro Guido Mantega (Fazenda) acertaram o negócio. O valor fixado foi de R$ 6,4 bilhões, sujeito a ajustes devido a cálculos sobre créditos e débitos da instituição paulista. Mantega e Serra aceleraram a negociação entre o BB e a Nossa Caixa por dois motivos diferentes: o ministro quis reforçar o BB após a fusão Itaú-Unibanco criar o maior banco brasileiro, já para o governador, a venda da Nossa Caixa vai lhe render cacife para investimentos em 2009 e 2010. Além da Nossa Caixa, o BB deverá concretizar também nesta semana a compra de 49% das ações do Banco Votorantim. Para ler a íntegra da notícia clique aqui.
Escalada
Mesmo com as possíveis aquisições de Nossa Caixa, Banco Votorantim e Banco do Estado do Piauí (BEP) o Banco do Brasil (BB) ainda não voltaria à liderança do ranking das maiores instituições do País. De acordo com os balanços de junho, as compras somariam mais R$ 91,49 bilhões aos ativos do BB, de R$ 416,5 bilhões. A instituição chegaria a R$ 507,99 bilhões em ativos, abaixo dos R$ 515,84 bilhões do Itaú-Unibanco. Se concretizados os negócios do Banco do Brasil, a pressão sobre o Bradesco deve aumentar. Segundo a Agência Estado, o banco já está se movimentando. O Bradesco ofereceu R$ 1 bilhão por uma carteira de crédito direto ao consumidor (CDC) do Safra e agora tenta levar todo o banco. As conversas se intensificaram nos últimos dias. Para ler a íntegra da notícia clique aqui.
Sobrepreço
Matéria publicada no jornal Folha de S. Paulo de 07/11 afirma que o ministro Mantega e o governador de S. Paulo, José Serra, chegaram a um entendimento sobre a venda da Nossa Caixa. Segundo o jornal, o Banco do Brasil pagaria R$ 6,4 bilhões pela instituição, mas a negociação ainda depende da edição da MP 443 e da aprovação do presidente Lula. Análise da Revista Exame mostra que o valor equivale a R$ 59,80 reais por ação onde está embutido um prêmio de 50% sobre o fechamento de ontem (06/11) das ações (R$ 39,80 reais). Na avaliação de especialistas, o preço seria exagerado. Isto, porém, poderia ser justificado pela escassez de ativos disponíveis para aquisição no mercado. A união de Itaú e Unibanco tornou mais difícil o crescimento por fusões e aquisições. Para ler a íntegra da matéria da Revista Exame clique aqui.
Socorro imediato
O Banco do Brasil vai liberar mais R$ 5 bilhões para capital de giro de pequenas e médias empresas. E o Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) receberá mais R$ 10 bilhões para capital de giro para as médias e pequenas empresas, para as linhas de pré-embarque e empréstimos-ponte. O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele afirmou que os recursos liberados pelo BB serão suficientes para manter as vendas de automóveis em novembro e dezembro. De acordo com o ministro, o objetivo do governo é impedir que o crescimento da economia seja interrompido e haja desemprego e férias coletivas num setor importante que é movido a crédito. O presidente do BB, Antonio Francisco Lima Neto, afirmou que o Banco do Brasil receberá como garantia as carteiras de crédito dos bancos das montadoras e que a fonte dos recursos será o compulsório liberado pelo Banco Central. A informação é da Agência Estado. Para ler a íntegra das matérias clique aqui.
Volta ao topo
Com a perda da liderança do mercado pelo BB, as comemorações dos 200 anos ganharam uma ducha de água fria. Segundo a Agência Estado, o episódio provocou um certo desconforto na direção geral do Banco e no Ministério da Fazenda. Mesmo antes do agravamento da crise, o ministro Guido Mantega nunca escondeu a seu projeto de fortalecer o BB, a Caixa e o BNDES, como braços auxiliares da política econômica. A estratégia do Ministério da Fazenda agora é garantir a aprovação o mais rápido possível e sem grandes modificações da Medida Provisória (MP) 443 que permite ao BB e à Caixa Econômica Federal comprarem outros bancos. Para o governo, ganhou força a necessidade de aprovação urgente da MP. O governo não quer que o BB, na posição de líder, perca a sua função de equilibrar o mercado e fique fora desse momento que movimenta hoje o sistema financeiro brasileiro e internacional. Para ler a íntegra da notícia, clique aqui.
Somatória
A venda do Banco Votorantim, braço financeiro do conglomerado da família Ermírio de Moraes, está sendo negociado com o Banco do Brasil. De acordo com a Revista Exame, as negociações estão adiantadas, e o resultado pode ser conhecido nos próximos dias. Tanto o Banco Votorantim, que é o nono maior do país, com ativos totais de 73 bilhões de reais, quanto o BB negam as negociações. De acordo com executivos que participam das conversas, a hipótese mais provável é que o Banco do Brasil compre por volta de metade do controle do Banco Votorantim. Isso atenderia, ainda de acordo com esses executivos, a um desejo da família Ermírio de Moraes: não se desfazer do banco inteiro. O único entrave à conclusão do negócio é o preço. Eles ainda não conseguiram chegar a um acordo. A fusão entre Itaú e Unibanco pode aumentar o poder de barganha dos vendedores. Para ler a íntegra da notícia, clique aqui.
Gigante financeiro
A fusão entre Itaú e Unibanco vai criar uma empresa com ativos superiores aos do Banco do Brasil (BB). A instituição resultante desta união fica na nona posição do ranking dos maiores bancos de capital aberto por ativos dos Estados Unidos e América Latina, com US$ 324,041 bilhões. O Banco do Brasil fica em 10º lugar, com US$ 261,639 bilhões em ativos. O Bradesco figura em 12º, com US$ 220,815 bilhões, e Santander em 15º no ranking de ativos entre os maiores bancos de capital aberto dos EUA e América Latina, com US$ 171,410 bilhões. Na primeira colocação desse levantamento está o Citigroup, com US$ 2,1 trilhões. A informação é da agência Estado. Para ler a íntegra da notícia clique aqui.
Novo endereço
O Banco do Brasil comunica aos acionistas que os telefones e endereço da Unidade Relações
com Investidores mudaram. O setor agora está localizado no seguinte local: SBS Quadra 01 Lote 32 Bloco C – Ed. Sede III – 5º Andar – CEP - 70.073-901 Brasília – DF – Telefones: (61) 3310-3980 e (61) 3310-3735 (fax).
Crédito disponível
A Medida Provisória 443, assinada no dia 22/10, que autoriza o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal a comprar ativos de bancos que estiverem em dificuldades, não significa uma onda de estatização no País. A afirmação é do presidente Lula. Ele anunciou também que fará hoje 27/10, em São Paulo, reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e com o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, para definir quais são os setores econômicos que estão necessitando de crédito. Lula informou que os recursos existem e serão utilizados basta saber quais são os setores que necessitam. A informação é do portal G1. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
À revelia
Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, a vice-presidente da UNAMIBB, Isa Musa de Noronha, afirmou que os acionistas minoritários do BB estão apreensivos com a MP 443. Ela acredita que as ações do banco podem despencar na bolsa. Informou também que a Unamibb vai avaliar os riscos e, se necessário, recorrer ao Ministério Público e ir à Justiça para impedir que o BB seja forçado a realizar negócios prejudiciais não só à sua imagem, mas principalmente aos minoritários. “Parece-nos mais um rolo compressor , uma ordem do alto obrigando bancos públicos a engolir sapos e prejuízos”, avalia Isa Musa. A Unamibb espera que o Banco do Brasil aja de acordo com o regulamento estabelecido pelo Novo Mercado da Bovespa e não se preste ao papel de instrumento so governo sem dever satisfação aos seus acionistas minoritários. Clique aqui para ler a entrevista completa.
Operação inversa
Com o objetivo de contar os efeitos da crise externa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou a MP (Medida Provisória) 443 na última sessão, autorizando os bancos federais "a constituírem subsidiárias e a adquirirem participação em instituições financeiras sediadas no Brasil". A grosso modo, a medida autoriza os bancos federais a estatizarem empresas privadas. A medida provisória estabelece alterações específicas a cada uma das instituições. No caso do Banco do Brasil, a firma está autorizada a realizar operações de swap de moedas com bancos centrais de outros países. O termo swap é um jargão utilizado no mercado financeiro para definir um contrato de troca, seja ele de moedas, commodities ou ativos financeiros. A informação é do site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Otimismo estrangeiro
O Citibank traça uma avaliação pessimista para a economia norte-americana. Na análise regional, as opiniões básicas do banco não mudaram: os mercados latino-americanos devem continuar com uma forte volatilidade e, embora prevejam que eles já atingiram a mínima, maiores declínios são perfeitamente possíveis. Porém, a expectativa é de uma recuperação até a metade de 2009. Enquanto revela a recomendação de overweight (acima da média) para o Brasil, o banco reitera sua visão de que sua lista de 25 empresas irá se sobressair nesses tempos de crise. Entre as companhias presentes na lista, há 10 brasileiras: Vale, CSN, Banco Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, AmBev, Vivo, Tractebel, Energias do Brasil e TAM. A informação á do site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Investimento seguro
Além de Vale e Petrobrás a maioria dos analistas financeiros recomenda as ações do Banco do Brasil. Na carteira recomendada pela SLW para a penúltima semana de outubro, as ações do BB têm um preço alvo de R$ 32,00 com um Upside de 105%. A Bradesco Corretora é mais otimista e projeta um preço final de R$ 34,00 com Upside de 121%. Outros investidores continuam apostando nos papeis do BB em suas carteiras. São eles: Coinvalores, Unibanco e Banif. A informação á do site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Ratificação
Assembléia Geral Extraordinária dos acionistas do Banco do Brasil aprovou ontem (29/09) a incorporação do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc) e do Besc S.A. Crédito Imobiliário (Bescri). A transação envolveu o valor de referência de R$ 685 milhões - usado no momento da definição do negócio. O aval dos aciobnistas dá ao BB poderes para dar andamento no processo de incorporação. Entre esse passos está o aumento de capital, também aprovado, relacionado com a operação. A informação é do Globo Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Valor brasileiro
As três marcas mais valiosas da América Latina são brasileiras. Esta foi a conclusão do primeiro estudo da Interbrand consultoria sobre as marcas da região, divulgado nesta segunda-feira (29). As líderes do ranking são as brasileiras Itaú, com US$ 5,962 bilhões, seguido por Bradesco (US$ 5,213 bilhões) e Banco do Brasil (US$ 4,429 bilhões). Entre as dez maiores, cinco são brasileiras e três são mexicanas. A Petrobrás ocupa a sétima posição com US$ 3,073 bilhões e o Unibanco ficou na nona colocação com US$ 2,695 bilhões. A maior concentração de valor de marca está no setor financeiro. Os 14 bancos analisados são responsáveis por 47% da soma dos valores das 50 empresas avaliadas, que chega a US$ 52 bilhões. Outra conclusão do estudo mostra que as marcas mexicanas, embora menos valiosas, têm mais alcance internacional. A informação é do portal G1. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Bases sólidas
O Banco do Brasil vai continuar renovando as linhas de financiamento de comércio exterior. É o que afirma o presidente da instituição, Antonio Francisco de Lima Neto. Ele admite que os bancos enfrentam maior dificuldade obter crédito externo com a crise internacional e que existe estreitamento de prazo e cotação de lotes menores. O executivo afirmou também que o BB continua atendendo à necessidade das empresas. E que não está difícil administrar a situação de maior restrição de crédito, porque o Banco tem boa base de captação no País. Ele evitou, porém, fazer previsões sobre quando as linhas externas se normalizarão. A informação é da Agência Estado. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Em queda
A crise financeira internacional tem sido a maior causadora da perda de valor de mercado dos bancos brasileiros. Ao invés de comemorar o bom desempenho dos últimos trimestres, as instituições têm com que se preocupar com as grandes quedas nos preços de suas ações. De dezembro até a última sexta-feira, 12 de setembro, os bancos de capital aberto perderam 25% de seu valor de mercado, passando de US$ 229,9 bilhões para US$ 172,5 bilhões, conforme levantamento da Economatica. Em maio deste ano, chegaram a atingir US$ 254,8 bilhões e fecharam agosto em US$ 195,7 bilhões. Comparativamente, neste ano, o Ibovespa caiu menos, aproximadamente 19%, e outro estudo da Economatica mostra que no conjunto as empresas brasileiras de capital aberto apresentaram também uma redução percentual menor em seu valor de mercado, de 20,4%, saindo de US$ 1,221 trilhão em dezembro para US$ 972 bilhões em 8 setembro. A informação é do site InvestNews. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Vice-líder
Pesquisa realizada pela Brand Finance em parceria com a Gazeta Mercantil mostra que o Bradesco é a marca mais valiosa do Brasil com R$ 7,30 bilhões. O segundo no ranking é o Banco do Brasil, com R$ 7,13 bilhões, e Ambev, com R$ 7,09 bilhões. A Petrobras, que liderou o ranking de 2006, este ano caiu para a oitava posição, com R$ 6,2 bilhões. A pesquisa também destaca o predomínio de marcas brasileiras no topo da lista, onde apenas três das doze primeiras colocações pertencem a multinacionais de origem estrangeira. A informação é do site Mundo do Marketing. Para ler a íntegra da notícia, clique aqui.
Rentabilidade
Os bancos brasileiros, donos de altos lucros, também estão entre as 40 instituições mundiais que mais geram valor aos acionistas, conforme estudo elaborado pela BCG (Boston Consulting Group). Os destaques nacionais ficam por conta do Banco do Brasil com a sexta posição lista, com um RTA (Retorno Total ao Acionista) anual de 14,3%. Em vigésimo, vigésimo quarto e trigésimo nono, estão, respectivamente, Bradesco (6,3%), Unibanco (5,4%) e Itaú (1,1%). O estudo, que compilou dados entre 2003 a 2007, ainda mostra que o RTA do setor bancário brasileiro é melhor em comparação a de economias de países desenvolvidos. A informação é do site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Dividendos
A partir do dia 26/08 o Banco do Brasil estará pagando dividendos e juros sobre o capital próprio (JCP). A somatória dará um total de R$ 0,26284357271 por ação. Os JCP serão pagos tendo como base a posição acionaria de 23.06.2008, conforme Aviso aos Acionistas publicado na mesma data. Já os dividendos serão pagos tendo como base a posição acionaria de 15.08.2008, sendo as transferências de ações a partir de 18.08.2008 efetuadas “ex” dividendos. O acionista cujo cadastro esteja desatualizado terá sua remuneração retida ate a efetiva regularização de seus registros em qualquer agencia do Banco do Brasil. A regularização cadastral poderá ser efetuada mediante a apresentação de identidade, CPF e comprovante de residência, se pessoa física, e estatuto/contrato social e prova de representação, se pessoa jurídica. Para maiores esclarecimentos, o BB coloca a disposição o Serviço de Atendimento ao Acionista da Central de Atendimento BB – telefone 4004 0001 (Capitais e Regiões Metropolitanas) ou 0800 729 0001 (Demais localidades). A informação é do site do BB. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Rápida ascensão
Segundo levantamento realizado pela consultoria Economatica, o Brasil possui três bancos de capital aberto entre os 15 maiores das Américas. O Banco do Brasil aparece na 12ª colocação do ranking, com ativos no valor de US$ 261,6. No final de 2002, o banco era o 27º com ativos no total de US$ 57,9 bilhões. Nesse período os Ativos do Banco se valorizaram em US$ 203,7 bilhões e subiu 15 posições no ranking. Logo em seguida está o Bradesco, na 13ª colocação, com ativos de US$ 253,3 bilhões. O terceiro banco brasileiro do ranking é o Itaú. O banco fechou o mês de junho com US$ 216,0 bilhões em ativos, o que o coloca na 15ª colocação. Em 2002, Bradesco e Itaú estavam na 37ª e 48ª posições, respectivamente. A informação é do site G1. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Mais caro
O Balanço semestral de 25 instituições bancárias brasileiras, inclusive o Banco do Brasil, mostra que houve um aumento de 20% nas despesas com captação para a formação de funding. O custo do BB foi de R$ 10,03 bilhões, aumento de 13,9% no período em relação - percentual superado por boa parte dos bancos pesquisados. O Banco divulgou seu resultado semestral no último dia 15 onde apresentou lucro de R$ 3,99 bilhões, evolução de 61,1% sobre o resultado de janeiro a junho do ano passado, de R$ 2,477 bilhões. A instituição informou que o crescimento do crédito foi o motor do resultado. As operações de crédito e leasing passaram a responder por mais de 50% dos ativos rentáveis do BB no segundo trimestre. A carteira de crédito global alcançou R$ 190,1 bilhões - expansão de 30,9% no acumulado em 12 meses, e de 10% no trimestre. A informação é da Gazeta Mercantil e do Globo Online. Clique nos links para ler as notícias completas.
Privilégio
Apoveitando as comemorações do Dia do Advogado, o Banco do Brasil lançou ontem (11/08) um cartão de crédito destinado a membros da OAB. O cartão OAB Platinum vem com isenção de anuidade no primeiro ano e ainda 5.000 pontos para os clientes trocaram por passagens aéreas. A partir do dia 11 de agosto, o Banco também inicia divulgação em homenagem à data comemorativa nos caixas automáticos e Internet. O Banco do Brasil é o banco oficial do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e de várias seccionais da OAB em todo o País. A Ordem tem 670 mil advogados afiliados, dos quais 226 mil são correntistas do BB. A informação é do site O Documento. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Na mesma
Em comunicado ao mercado o Banco do Brasil informou que o processo de aquisição das ações da Companhia de Seguros Aliança do Brasil foi autorizado pela Susep. Com a aprovação, o BB-BI pagou, nesta data, a Aliança da Bahia, a quantia de R$ 670 milhões pela totalidade de suas ações na Aliança do Brasil (30% do capital total e 60% do capital votante). A aquisição tem por objetivo intensificar a atuação do Banco do Brasil no segmento de seguros de vida e ramos elementares. Mesmo assim, boa parte dos analistas acreditam que a aquisição não deverá representar ganhos expressivos aos papéis do banco, apesar de o valor pago ser considerado baixo. A informação é do site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Novos horizontes
Com o objetivo de melhorar o seu desempenho no mercado de financiamento e arrendamento de veículos, o Banco do Brasil e o FirstRand Bank, da África do Sul, anunciaram nesta segunda-feira (28/07) acordo para criação de sociedade. De acordo com o BB, o início das atividades da sociedade está previsto para o primeiro semestre de 2009, mas ainda depende de autorização do Banco Central do Brasil e da autoridade reguladora da África do Sul. O banco sul-africano lidera as operações de financiamento a veículos naquele país, com aproximadamente 40% de participação no mercado, onde atua há mais de 40 anos. Atualmente, a carteira de veículos do BB corresponde a 3,5% do mercado, e a meta do banco, com a operação já existente, é alcançar o saldo de R$ 6 bilhões até o final deste ano. A informação é do Globo Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Bom negócio
Em relatório divulgado no último dia 18/07 (sexta-feira) a corretora Spinelli recomendou a compra dos papeis do Banco do Brasil e projetou um preço-alvo de R$ 39,50 para os mesmos. De acordo com os analistas os analistas, a instituição reúne a maior capilaridade do setor bancário brasileiro, reforçando desta forma seu potencial de expansão no segmento de crédito, principal fator atual de crescimento do lucro dos bancos. O otimismo da corretora se baseia nos seguintes fatores:
- Estratégia de crescimento orgânico acelerado;
- Medidas governamentais favorecem o agrobusiness e a carteira de crédito para este nicho de mercado;
- Grande potencial de expansão no crédito imobiliário e de veículos;
- Rápida expansão no segmento de cartão de crédito.
Ademais, os analistas destacam o aumento de 22% dos ativos do Banco do Brasil nos últimos doze meses, totalizando R$ 392,59 bilhões. A informação é do site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Lucros
Em comunicado ao mercado, o Banco do Brasil informa o pagamento de R$ 362,94 milhões em juros sobre o capital próprio. O valor, referente ao segundo trimestre deste ano, representa uma remuneração de R$ 0,1427 por ação. De acordo com o BB, o valor será imputado ao dividendo mínimo obrigatório referente ao primeiro semestre deste ano. Terão direito à remuneração os acionistas com posição registrada na data de hoje. O pagamento será efetuado na próxima quinta-feira, dia 26. A informação é do Valor Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Nova opção
Desde ontem (18/06) o Banco do Brasil já está financiando a casa própria. O empréstimo é feito pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), com recursos da poupança. Os juros anuais vão de 8,9% mais Taxa Referencial (TR), no financiamento pós-fixado, até 12,36%, no financiamento pré-fixado. O prazo máximo chega a 20 anos. Somente para este ano o banco reservou R$ 2 bilhões para o crédito imobiliário, sendo R$ 1 bilhão de recursos novos. A linha é oferecida na compra de imóvel com valor de avaliação inferior a R$ 350 mil. O máximo de financiamento será R$ 245 mil ou 80% do valor do imóvel, e o mínimo de R$ 20 mil. O cliente terá a opção de escolher entre taxa pré-fixada, com prestações fixas, ou pós-fixada, corrigida pela TR. Quanto menor o valor do imóvel, melhores as condições. A informação é do Globo Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Simplicidade tecnológica
O sistema eletrônico que permite a negociação de ações via Internet chamado de “móbile broker” chegou ao Banco do Brasil. Os clientes do Banco cadastrados no sistema podem agora usar o sistema eletrônico que permite a negociação de ações via Internet. Não haverá cobrança de taxa extra pelo uso do serviço pelo celular. O único custo para os usuários é o do tráfego de dados pela rede da operadora via tecnologia WAP ou 3G. Para ter acesso ao serviço, o cliente deverá se cadastrar no portal do banco como investidor e criar uma senha para usar o site de investimentos. Feito isso, ele deverá cadastrar uma senha de acesso ao mobile banking pela agência ou pelo 080040040001 (capital) e 08007290001. Só depois é possível fazer as transações no mercado financeiro. Cada ordem de compra e venda será confirmada por SMS (torpedo). O extrato das operações estará disponível na conta de investidor da página do banco. O banco oferece ainda informações em tempo real de cotação online e outros dados sobre o mercado financeiro. A serviço custa R$ 2,50 por mês. A informação é do site WNews. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Modernidade
Compensação através da Internet. É o que o Banco do Brasil pretende lançar hoje (12/06) durante o Ciab Febraban. Mostrando uma imagem da frente e do verso de um cheque compensado pela web o BB quer apostar no serviço como importante aliado na relação com o cliente. Na primeira fase, o serviço será oferecido gratuitamente, mas a instituição não revela por quanto tempo isso deve durar. Também por enquanto, apenas os cheques do próprio banco poderão ser visualizados pelos clientes. Mas até o final do segundo semestre a infra-estrutura de back office do Banco do Brasil já estará preparada para disponibilizar outros cheques e documentos. A informação é do site B2B Magazine. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Suporte
O Estado do Piauí será usado pelo Banco do Brasil como plano piloto para a instalação de agências de fomento para o desenvolvimento. O acordo foi firmado num encontro em Brasília do governador daquele Estado, Wellington Dias, com o presidente do Banco do Brasil, Antônio Francisco de Lima, e com o vice-presidente da instituição, Milton Luciano dos Santos. Ficou acertado que serão utilizados os escritórios da Emater, que está presente em todos os municípios do Estado, como agências do Banco do Brasil, onde será feito pagamento de funcionários, de taxas de água, luz e telefone e outros serviços bancários. A informação é do site TV Canal 13. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Avaliação
A consultoria Accenture e do banco UBS Pactual foram contratados pelo Banco do Brasil para realizar a avaliação do preço justo a ser pago pela Nossa Caixa. O BB espera terminar os estudos em seis meses. O banco paulista deverá também contratar uma consultoria para fazer o mesmo trabalho no processo de avaliação de seu valor. A Accenture foi a mesma consultoria contratada pelo banco espanhol Santander no processo de compra do Banespa, em 2000. No leilão, o Santander ofereceu mais do que o triplo dos demais concorrentes, lance que foi considerado exagerado pelos analistas de mercado na época. Procurada, a Accenture disse que não comenta sua relação com clientes novos ou antigos. A informação é da Folha de S. Paulo. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Parceria
As pequenas e médias empresas fornecedoras da Petrobrás vão poder contar em breve com um fundo de financiamento que está sendo lançado pela estatal em parceria com o BNDES e o Banco do Brasil. O fundo, que poderá captar mais recursos no mercado financeiro, vai adiantar recursos para as empresas, especialmente. Capital de giro. Inicialmente, o fundo contará com R$ 100 milhões, dos quais, 10% injetados pela empresa petrolífera e seu registro já está sendo providenciado junto a CVM. A informação é da Folha Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Eficiência
Dados da Febraban mostram que o aumento no número dos caixas eletrônicos do ano 2000 para cá aumentou em 50%. Naquele ano, existiam no País 108 mil equipamentos; hoje, são 167 mil. Para o ano de 2008 o índice de crescimento previsto é de 7%. Quanto mais caixas eletrônicos forem instalados, menos os bancos gastam e cai o tempo de espera dos clientes para serem atendidos. Somente o Banco do Brasil já adquiriu 10 mil novos terminais de auto atendimento este ano. Os correntistas com algum tipo de deficiência ganharam também mais caixas eletrônicos. Os bancos instalaram, no ano passado, quase 8 mil equipamentos adaptados para o público. A informação é do site Partner Report. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Desmentido
No café da manhã com deputados da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, o presidente do Banco do Brasil, Antônio Lima Neto, defendeu o crescimento do banco como forma de garantir a manutenção da liderança no mercado. De acordo com o executivo, o banco precisa ganhar musculatura para competir com os concorrentes privados que adquiriram uma série de instituições financeiras na última década. Para garantir essa estratégia, o BB precisa incorporar o masior número possível de instiutuições públicas. Atualmente, há conversas com o Besc, Banco do Estado de Piauí (BEP), Banco de Brasília (BRB) e Nossa Caixa. Na reunião, Lima Neto disse ainda, segundo relato de participantes, que os planos de expansão do BB passam pela incorporação de outras instituições estaduais, além do banco paulista, citando o gaúcho Banrisul como um potencial alvo no futuro.O Banco do Brasil informou através de sua assessoria de imprensa que não existe qualquer entendimento entre a instituição financeira e outros bancos públicos, "formal ou informal", para eventuais incorporações, além das já notificadas ao mercado por meio de fato relevante. As informações são do jornal A Tarde Online e da Agência Estado. Clique nos links para acessar a notícia completa.
Descrédito
Apesar do anúncio de uma provável incorporação do Banco Nossa Caixa pelo BB, a agência de classificação de risco Fitch não deve alterar sua avaliação para o Banco. Na avaliação da Fitch, a aquisição provavelmente vai reforçar a estratégia de atuação do BB em segmentos onde detém participação relevante. Mas a agência alertou que a avaliação final da operação dependerá das condições acordadas entre as partes. Eles acreditam que o ágio envolvido enfraquecerá mais o patrimônio do BB, que já apresenta uma parcela substancial de ativos intangíveis (55% do patrimônio líquido). A informação é do Globo Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Livros abertos
Mostrando mais uma vez que não tem intenção de leiloar a Nossa Caixa, o governo de S. Paulo abriu os dados da instituição ao Banco do Brasil. O BB já contratou uma consultoria para avaliar a Nossa Caixa e assinará hoje um termo de confidencialidade no qual se compromete a não fazer uso das informações sigilosas a que tiver acesso. A expectativa é que o acordo entre governos federal e paulista seja fechado em três meses. Para viabilizar a operação, uma das condições apresentadas pelo secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, é de que o BB deverá incorporar 15 mil funcionários da Nossa Caixa ao quadro de servidores. As informações são da Folha Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Preferência
O jornal Folha de S. Paulo informou que o governo de São Paulo descartou um leilão da Nossa Caixa em virtude do tempo que será despendido. Eles acreditam que o leilão levará o dobro do tempo de uma negociação direta com o Banco do Brasil. O governador ainda explicou que no caso de a Nossa Caixa ser vendida para bancos privados, os depósitos judiciais não iriam para o banco que a comprasse, mas sim para um banco público do país. As ações de ambas as instituições tiveram alta antes do anúncio do interesse do BB. A CVM investiga se houve vazamento de informações privilegiadas. A justificativa para a alta dos papeis é a divulgação do balanço dos dois bancos. A informação é da Folha Online e da Agência Estado. Clique nos links para ler a integra das duas notícias.
Mais prejuízo
Criado pelo governo Lula com o objetivo de conceder crédito ao público com renda abaixo de um salário mínimo, o Banco Popular será absorvido pelo Banco do Brasil. Desde que iniciou suas operações, o banco acumulou R$ 144 milhões em prejuízos. No ano passado, as perdas foram de R$ 16 milhões. Toda a estrutura montada pelo Banco Popular será transferida para o BB e funcionará sob uma nova diretoria do banco, chamada de diretoria de Menor Renda. Os 81 funcionários do Banco Popular, todos eles cedidos pelo BB, voltam a seus empregos de origem. O antigo presidente do Banco Popular, Robson Rocha, passa a comandar a nova diretoria. A informação é da Folha Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Dividendos
O Conselho Diretor do Banco do Brasil aprovou uma remuneração total aos acionistas de R$ 938.986.356,37, equivalentes a um payout de 40% sobre o resultado do 1º trimestre de 2008 e será dividida da seguinte forma:

Valor Bruto do Rendimento
Ações (BBAS3)
Valor (R$)
Dividendos 0,22421652031
Juros sobre o Capital Próprio - JCP 0,14514591320
Total 0,36936243351

A remuneração será paga através de conta corrente ou poupança-ouro no dia 29/05/2008 ou a partir desta mesma data diretamente no caixa. Os JCP serão pagos tendo como base a posição acionaria de 20.03.2007, conforme Aviso aos Acionistas publicado na mesma data. Já os dividendos serão pagos tendo como base a posição acionaria de 14.05.2008, sendo as transferências de ações a partir de 15.05.2008 efetuadas "ex" dividendos. O acionista cujo cadastro esteja desatualizado terá sua remuneração retida ate a efetiva regularização de seus registros em qualquer agencia do Banco do Brasil. Para maiores informações o BB coloca-se à disposição através das agências ou do telefone: 4004 0001 (Capitais e Regiões Metropolitanas) ou 0800 729 0001 (Demais localidades). A informação é do site do BB em Relações com Investidores. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.

Resultados positivos
Fatores extraordinários, que totalizaram R$ 789 milhões, influenciaram diretamente no aumento expressivo do lucro do Banco do Brasil que subiu 66.6% em relação a igual período do ano passado. Só a venda da participação na Visa Internacional rendeu ao banco R$ 305 milhões. Junta-se a isso a reavaliação de participações societárias pelo método de equivalência patrimonial, que acrescentou R$ 241 milhões ao resultado, entre outros ganhos. Isto fez com que o Banco superasse com folga os números do Bradesco e do Itaú e deixou o resultado acima das expectativas dos analistas, cuja estimativa estava na casa de R$ 1,5 bilhão. Além das receitas extraordinárias, a instituição ganhou com o avanço da carteira de crédito. O estoque de empréstimos cresceu 23,1% e somou R$ 172,76 bilhões. A maior expansão ocorreu nas operações para pessoas físicas, de 47,5%, chegando a R$ 38,54 bilhões. O presidente do BB, Antonio Francisco Lima Neto, mostrou-se otimista em relação aos resultados mas não se arriscou a fazer previsões para o fim do ano. A informação é da Agência Estado. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Boa surpresa
Em relação ao mesmo período do ano passado, o lucro do Banco do Brasil subiu 66,6%, totalizando R$ 2,347 bilhões no primeiro trimestre de 2008. O resultado da instituição superou o dos bancos privados brasileiros que já divulgaram os balanços trimestrais. A carteira de crédito avançou 23,1% no período, para R$ 172,760 bilhões. O BB encerrou março com ativos totais de R$ 392,586 bilhões, expansão de 22% em 12 meses. O lucro líquido recorrente, que desconsidera efeitos extraordinários do resultado, foi de R$ 1,559 bilhão nos três primeiros meses deste ano, contra R$ 1,466 bilhão há um ano nessa mesma base. O banco apresentou crescimento em todas as carteiras de crédito e a maior expansão foi registrada nas operações destinadas às pessoas físicas, com alta de 47,5%, chegando a R$ 38,541 bilhões. A exceção ficou por conta da carteira de crédito no exterior que registrou queda de 14,8% e passou para R$ 10,499 bilhões. As informações inclusive com a data da teleconferência estão no site do BB, em Relações com Investidores. Clique aqui para acessar a íntegra do relatório.
Cartas marcadas
A oposição sofreu mais uma derrota na CPI dos Cartões Corporativos. A base aliada rejeitou a convocação do presidente do Banco do Brasil e de qualquer diretor. Eles seriam convocados para prestar esclarecimentos sobre a divergência de informações nos dados que foram repassados pelo BB para a comissão. Para o deputado Índio Costa (DEM-RJ), o governo escolheu as informações que poderiam chegar até a CPI e que informações poderiam ser repassadas ao TCU. A oposição acusa o BB de sonegar informações referentes aos gastos do governo Lula. A informação é do site Terra. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Esclarecimentos
A CPI Mista dos cartões corporativos deverá convocar na próxima semana o presidente do Banco do Brasil, Antônio Francisco de Lima. Ele será chamado para explicar “divergências” nos arquivo enviado pelo banco a CPI com informações dos gastos de todos os 11 mil cartões do Governo. A oposição acusa o BB de ter excluído cerca de mil operações não sigilosas com o cartão corporativo feitas pela Presidência da República e a Polícia Federal (PF) do material enviado à CPI mista dos Cartões. A ausência dessas despesas foi identificada com o confronto dos gastos que estão sendo analisados pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A informação é do site Último Segundo. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Negócios
Banco do Brasil e Caixa Federal assinaram um contrato com a Câmara dos Deputados onde assumem o pagamento da folha salarial daquele órgão. Assim, deputados e funcionários do órgão receberão seus salários no BB e na Caixa pelos próximos cinco anos. A "venda" da folha de pagamento renderá à Câmara R$ 220 milhões. O Banco do Brasil pagará R$ 187 milhões e a CEF, R$ 33 milhões. A folha da Cãmara soma R$ 1,8 bilhão por ano. No entanto, de acordo com resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), a partir de janeiro de 2012 todos os trabalhadores, inclusive os da Câmara, poderão escolher em que banco querem receber seu salário. A data prevista para o pagamento é 1º de outubro deste ano. A divisão do valor foi proporcional ao número de contas que as instituições já detêm na Câmara. O Banco do Brasil reúne 16.010 contas de servidores (ativos, aposentados e pensionistas) e de deputados, e a CEF, 5.387 correntistas. O presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse que pretende usar o dinheiro para fazer obras na Casa. A informação é da Agência Estado. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Discussão
Através de comunicado enviado a Bovespa, o Banco do Brasil convida para teleconferência, as 13h00 do dia 08/05/2008, com o objetivo de discutir as perspectivas do agronegócios brasileiro, as políticas governamentais de renegociação das dividas do setor e seus impactos no BB. Participarão da teleconferência o Diretor de Agronegócios, Jose Carlos Vaz, o Diretor de Credito, Luiz Gustavo Braz Lage, o Diretor de Controladoria, Nilson Martiniano Moreira, e o Gerente de Relações com Investidores, Marco Geovanne Tobias da Silva. O evento poderá ser acessado pelo portal do BB em Relações com Investidores (www.bb.com.br/ri) ou via conexão direta a sala de teleconferência pelo telefone 55 11 4688-6301. A informação é do BB publicada no site da Bovespa. Clique aqui para acessar a íntegra do comunicado.
Consolidação de resultados
Seguindo recomendação do Banco Central, o Banco do Brasil passará a consolidar proporcionalmente os resultados obtidos por diversas empresas em que possui participação no seu próprio balanço. A decisão foi divulgada ontem (29/04/2008) através de fato relevante. A partir do balanço do primeiro deste trimestre, portanto, o BB passará a contabilizar a participação que possui nas seguintes empresas: Neoenergia (11,99%); TecBan (8,96%); Cibrasec (9,09%); Brasilprev (49,99%); Brasilcap (49,99%); Aliança do Brasil (70,00%); Brasilsaúde (49,92%); Brasilveículos (70,00%); SBCE (12,09%); Kepler Weber (17,89%); Visavale (40,35%); e Visanet (31,99%). Segundo o banco, diante desta mudança, o ativo consolidado do banco deve ficar aumentar em R$ 12 bilhões, com respectivo incremento no passivo exigível. A informação é do próprio BB e está no site da Bovespa. Clique aqui para acessar a íntegra do Fato Relevante.
Mais lucro
O Banco do Brasil enviou ontem (28/04/2008) um comunicado ao mercado onde afirma que registrará uma receita da ordem de R$ 140 milhões com a venda de ações da Telemar Participações. Essas ações eram pertencentes à Alutrens Participações, controlada pela Brasilcap Capitalização e pela Brasilveículos Companhia de Seguros, coligadas do BB Banco de Investimentos, que por sua vez é subsidiária integral do Banco do Brasil. A saída da Alutrens faz parte da reestruturação acionária que permitiu a compra da operadora Brasil Telecom pela Oi (ex-Telemar). A informação é da Agência Estado. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Novidade
O Banco do Brasil vai negociar recibos de ações no mercado de balcão, o chamado ADR Nível 1 da Bolsa de Valores de Nova York. Este será mais uma canal de negociação de suas ações para os investidores. O início das negociações ainda depende de decreto do poder executivo, mas o vice-presidente de finanças do BB, Aldo Luiz Mendes, acredita que a negociação poderá começar em junho próximo. Ele afirma que não haverá emissão de novos papéis, o ADR será formado com ações do banco que já estão no mercado brasileiro. A notícia agradou os investidores e na Bovespa, as ações do Banco subiram 3,13%, ontem (24/04/2008), cotadas a R$ 25,32. A informação é da Gazeta Mercantil. Clique aqui para ler a matéria completa.
Há vagas
Com autorização do Departamento de Coordenação e Controle das Estatais (Dest) do Ministério do Planejamento, o Banco do Brasil vai aumentar seus quadros em 2,5 mil novos funcionários. Segundo nota do Planejamento, o banco estatal precisa de mais funcionários para atender os planos de expansão, com a abertura de novas agências e postos de serviços em diversos municípios brasileiros. Os novos postos de trabalho não estavam previstos no concurso cujas inscrições se encerraram ontem (22/04). A informação é do jornal O Globo. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Sob investigação
Concurso do Banco do Brasil para formação de cadastro reserva, no cargo de escriturário, em agências de Salvador, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Mato Grosso, pode ser cancelado. O deputado Chico Leite (PT) entrou com representação junto ao Ministério Público do Trabalho pedindo investigação já que não houve convocação dos classificados no último certame. O procurador do Trabalho, Cristiano Paixão, informou que, com base no pedido do deputado, há elementos para abertura de procedimento investigativo para apurar o porque da abertura de novo concurso. A determinação do Ministério Público do Trabalho é que o Banco do Brasil se explique no prazo de 15 dias. A última seleção do Banco do Brasil, realizada em 2006 e ainda no prazo de vigência, conta com um cadastro reserva de cerca de 1.800 pessoas classificadas que ainda não foram convocadas. Por isso, questiona-se a abertura da nova seleção para novo cadastro reserva. A informação é do Jornal de Brasília publicado no site da Anabb. Clique aqui para acessar a íntegra da notícia.
Projeções reduzidas
Analistas do Citibank divulgaram em relatório suas novas projeções acerca dos dois maiores bancos estatais brasileiros com ações sendo negociadas no mercado aberto, o Banco do Brasil e a Nossa Caixa. A revisão nas expectativas do Citi para o setor nada tem de otimista. A começar pelo Banco do Brasil, que segundo a leitura do Citi, deverá encerrar 2008 com um lucro por ação de R$ 2,71, abaixo dos R$ 2,75 previstos anteriormente. As expectativas para 2009 também foram diminuídas de R$ 3,26 para R$ 3,06, enquanto que para 2010, os analistas introduziram uma previsão de lucro por papel de R$ 3,56. Segundo o Citi, os fatores que levaram a essa revisão em suas expectativas para o Banco do Brasil nos próximos anos estão as projeções do próprio banco de maiores provisões a fim de compensar a inadimplência na carteira de crédito, principalmente no que concerne à concessão de empréstimos ao agronegócio. Além disto, a maior carga tributária e a redução do lucro com cobrança de tarifas, recentemente reguladas pelo Banco Central, contribuíram para a revisão das projeções do Citi, que levou em conta ainda expectativas de menor crescimento do crédito em 2009 e 2010. Por estes motivos, os analistas optaram por reduzir também seu preço-alvo às ações ordinárias do Banco do Brasil para o final de 2008, passando de R$ 32,50 para R$ 27,50, o que ainda representa um upside de 10,22% frente ao fechamento da última segunda-feira (07/04). Mesmo assim, a recomendação de manutenção foi reforçada. A informação é do site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Antecipação
Até o final do mês de março, a linha do Banco do Brasil (BB) que antecipa o valor da restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) já havia totalizado 79 mil operações contratadas e um volume de R$ 129 milhões financiados. Se comparado ao mesmo período de 2007, esse saldo representa um crescimento de 23% sobre o total antecipado por meio da linha. Destinada a clientes do BB que indicaram o banco para recebimento da restituição, a linha CDC Antecipação IRPF oferece crédito pré-aprovado de até R$ 20 mil, limitados a 80% do valor a restituir. O pagamento ocorre em parcela única no ato da restituição ou em 28 de fevereiro de 2009, o que ocorrer primeiro. As taxas de juros variam de 2,65% ao mês, para financiamento de até R$ 5 mil, a 2,25% ao mês, para operações acima desse valor. A informação é do site Invertia. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Volta por cima
Relatório divulgado ontem (03/04) pelo banco Morgan Stanley afirma que "2008 deverá ser um ano de sólidos resultados aos bancos brasileiros, com elevação nas margens e a continuidade da robusta demanda por crédito". De acordo com os analistas, a trajetória de desvalorização dos papéis das principais instituições financeiras do país nos últimos pregões deve estar com seus dias contados. Isto porque os elementos que a sustentam não encontram respaldo e as ações, agora excessivamente penalizadas, devem ser procuradas novamente pelo mercado. A visão otimista dos analistas do Morgan Stanley estende-se às ações das maiores instituições financeiras do país, ainda que em medidas distintas. A equipe reforçou sua recomendação de overweight - desempenho acima da média do mercado - aos papéis do Banco do Brasil e Unibanco. A informação é do site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Dose de paciência
Depois de seguidas perdas no primeiro trimestre, as ações do BB voltam a subir. A queda de 23,39% nos três primeiros meses chegou a assustar os investidores, principalmente aqueles que compraram ações na última oferta pública do Banco. A crise dos mercados imobiliário e bancário norte-americanos, o fraco desempenho do último trimestre e anúncio de ações trabalhistas milionárias derrubaram as ações do BB. Hoje, porém, com o anúncio da reestruturação da economia dos Eua, os ganhos com a IPO da Visa fizeram dos papéis do BB a vedete da Bovespa fechando o dia com ganhos de mais de 6% e com o quinto maior volume de negócios do dia. A informação é do Globo Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Mercado novo
Através de comunicado oficial à Bovespa, o Banco do Brasil anunciou hoje (31/03) sua entrada no mercado de financiamento imobiliário. O BB esclarece que foi autorizado pelo Conselho Monetário Nacional a captar depósitos de poupança no âmbito do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), cujos recursos são direcionados para o credito imobiliário. Esse direcionamento, não obrigatório, será de ate 10% do saldo total captado em depósitos de poupança. Informa ainda que o foco inicial serão os clientes com renda mensal a partir de cinco salários
mínimos, com empréstimos de ate R$ 350 mil e limite de 80% do imóvel a ser financiado. Para atingir maior número de clientes, o BB pretende seguir o modelo de parceria já adotado em outros segmentos, tendo em curso negociações com empresas do ramo imobiliário. A informação está no site da Bovespa. Clique aqui para acessar a íntegra.
Dívida questionada
Baseado na notícia veiculada na imprensa de que o TST deu ganho de causa a funcionários do BB do Amazonas em ação trabalhista no valor de R$ 400 milhões, o Banco publicou nota a imprensa onde não reconhece tal dívida. A instituição explica que na década de 80 vários sindicatos em todo o Brasil reivindicaram a mesma parcela adicional de salários pagos a funcionários do Banco Central. À medida que as ações foram chegando ao TST foram julgadas improcedentes. No caso do Amazonas, a decisão foi diferente, contrariando a jurisprudência consolidada do Tribunal Superior do Trabalho e do Supremo Tribunal Federal. O BB afirma na nota que caso a decisão seja mantida pelo STF, ainda há o questionamento dos valores a serem pagos. A empresa reconhece apenas R$ 4 milhões como devidos e questiona o número de reclamantes apresentado pelo Sindicato daquele Estado. A nota completa está no site do BB. Clique aqui para acessar.
Finalmente
Depois de quase dois anos de espera, o BB finalmente foi autorizado pelo Conselho Monetário Nacional a entrar no mercado de financiamento de imóveis. O CMN flexibilizou as regras da captação de poupança, de forma a permitir que o Banco do Brasil e outras instituições oficiais possam atuar no crédito imobiliário. As instituições financeiras que captam depósitos de poupança rural (Banco do Brasil e Banco do Nordeste, por exemplo) poderão trabalhar no âmbito do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que provê recursos para financiamento imobiliário, até o limite de 10% do saldo total das aplicações. O contrário também será permitido: quem trabalha dentro do SBPE poderá captar poupança direcionada para crédito agrícola, igualmente até o limite de 10% do saldo das aplicações. Os bancos poderão escolher se usarão ou não as novas regras, mas dependerão de aval do Banco Central (BC) para iniciar as operações. A matéria é do Globo Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Mais perdas
O Conselho Monetário Nacional (CMN) retirou do Banco do Brasil a exclusividade para comercializar os estoques públicos de café. A partir de agora é o Ministério da Agricultura quem decidirá quais são os agentes operacionais para a venda dos estoques. A expectativa é de que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) também possa fazer essas operações, que continuarão tendo o BB como agente financeiro do programa de vendas. A informação é do Estadão Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Ação milionária
Funcionários do Banco do Brasil do Amazonas ganharam na Justiça uma ação trabalhista de R$ 400 milhões. Os 385 funcionários entraram na Justiça em 1988, pedindo que lhes fosse pago o Adicional de Caráter Pessoal (ACP), que havia sido dado a funcionários do Banco Central. O BB recusou, alegando que o ACP havia sido uma compensação dada aos funcionários do BC, por terem perdido direito às horas extras. O TST rejeitou ação rescisória movida pelo Ministério Público do Trabalho, que pretendia anular a decisão alegando que houve conluio de advogados do Banco do Brasil - tidos como beneficiários da decisão - com o sindicato dos bancários do Amazonas. Segundo o MP, os advogados atrasaram as ações, deixando correr o prazo propositadamente, para que o banco perdesse a causa. Ainda cabe recurso da decisão de ontem ao Supremo Tribunal Federal (STF). Banco do Brasil (BB), corre o risco de perder ações bilionárias na Justiça trabalhista, o que dilapidaria o seu patrimônio em R$ 14 bilhões. A notícia derrubou as ações do Banco que na data (26/03) chegaram a cair mais de 5%, mas ao longo do dia recuperaram um pouco da perda e fecharam em baixa de 1,92%. A informação é do jornal O Estado de S. Paulo. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Sem chances
O presidente do Banco do Brasil, Antonio Francisco de Lima Neto, negou ontem (24/03) em solenidade na cidade de Vitória (ES) que haja alguma intenção de o BB incorporar o Banestes (Banco do Estado do Espírito Santo). Ele negou também que existam estratégias para a atração de mais folhas de pagamento para os ativos da instituição federal. Lima Neto esteve no Espírito Santo para assinar um protocolo de intenções com o Governo, destinando R$ 100 milhões para propriedades rurais que trabalham com bovinocultura leiteira em terras capixabas. A informação é da Gazeta Online. Clique aqui para acessar a íntegra da notícia.
Salário alto
O Banco do Brasil está convocando para a Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária que será realizada no dia 17 de abril próximo. Uma das decisões a serem votadas será a de aprovar o montante de R$ 24 milhões para honorários e benefícios dos membros da Diretoria Executiva e do Conselho de Administração, para o período de maio/2008 a abril/2009. Ou seja, exatos R$ 2 milhões mensais para pagamento de salários e benefícios aos membros da direção do Banco. A assembléia deverá aprovar também as mudanças no art. 23 do Estatuto que aumenta o número de Diretores de 26 para 27. A informação está no site do BB, em Relação com Investidores. Clique aqui para acessar.
Quarto trimestre
Desde 05/03/2008 o Banco do Brasil está pagando dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP). As ações ON terão a seguinte remuneração: R$ 0,05402304429 de dividendos e R$ 0,14224160231 de JCP perfazendo um total de R$ 0,19626464660 por ação. Os recibos de subscrição (BBAS11) farão jus à 2/3 dos Dividendos/JCP relativos ao 4º trimestre de 2007. A forma de pagamento será através de crédito em conta corrente ou poupança-ouro e através do caixa. O acionista cujo cadastro esteja desatualizado terá sua remuneração retida até a efetiva regularização de seus registros. A regularização cadastral poderá ser efetuada em qualquer agência do Banco do Brasil, mediante a apresentação de identidade, CPF e comprovante de residência, se pessoa física e estatuto/contrato social e prova de representação, se pessoa jurídica. O Banco se coloca a disposição para maiores esclarecimentos através do Serviço de Atendimento ao Acionista da Central de Atendimento BB – telefone 4004 0001 (Capitais e Regiões Metropolitanas) ou 0800 729 0001 (Demais localidades). As informações estão no site do BB, na página de Relações com Investidores. Clique aqui para acessar.
Inocente útil...
Acusado de peculato pela Procuradoria Geral da República, ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, negou, em depoimento na 7ª Vara Federal Criminal, no Rio, que tivesse se apropriado de dinheiro do esquema do "mensalão”. Em depoimento que durou quase duas horas, o ex-diretor negou também qualquer responsabilidade no caso Visanet. Ele admitiu porem ter sido intermediário na entrega de documentos de Marcos Valério ao PT. Contou que recebeu dois envelopes do publicitário mas que não os abriu e não sabia o conteúdo dos mesmos. O executivo afirma que repassou os envelopes diretamente a um emissário do PT. Pizzolato desmentiu sua versão dada na CPI dos Correios e isentou Gushinken de envolvimento com Marcos Valério, mas não esclareceu o suposto recebimento de R$ 326 mil em espécie, que teria sido pago pelo publicitário. A notícia é da Folha Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Relação sofrível
Pesquisa realizada pelo Instituto de Defesa do Consumidor – Idec para avaliar a responsabilidade social dos principais bancos do país aponta o ABN Amro Real aparece em primeiro lugar com 2,75 pontos. O segundo melhor colocado foi o Bradesco que obteve nota 2,60 numa escala de 1 a 5 pontos. A avaliação mostra também que o setor está longe de ter uma relação satisfatória com consumidores, funcionários e meio ambiente. Em terceiro lugar apareceu Itaú, com nota 2,41, seguido de Banco do Brasil (2,21), Caixa Econômica Federal (1,93), HSBC (1,73), Santander e Unibanco, ambos com 1,51. A informação é da Agência Estado. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Abuso de poder
O Banco do Brasil foi condenado pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região (Paraíba) a pagar R$ 500 mil por danos morais coletivos. A ação civil pública que resultou na condenação é de autoria do Ministério Público do Trabalho. Na ação, o BB foi acusado de coagir empregados e empresas prestadoras de serviços a desistirem de ações judiciais contra a instituição. Considerando ocorrência de abuso de poder, o juiz relator da ação, Vicente Vanderlei Nogueira de Brito, condenou o banco ao pagamento da indenização pecuniária por danos morais com dupla função: preventiva e pedagógica, "de modo a reparar a lesão causada à esfera moral de uma coletividade". O valor será revertido ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). A matéria é do site Âmbito Jurídico. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.