29/05/2007
Data marcada
A Assembléia Geral de Acionistas do Banco do Brasil, realizada no dia 25 de maio (sexta-feira), deliberou sobre o desmembramento dos papéis da instituição. A partir do dia 04 de junho as ações serão desmembradas na proporção de 1 para 3, ou seja, quem possui uma ação receberá gratuitamente. Será tomada como base a posição do acionista no dia 1º de junho. As novas ações estarão liberadas para negociação a partir de 04/06/2007 e farão jus integralmente aos proventos que vierem a ser declarados a partir dessa data. Não haverá desdobramento dos bônus de subscrição série C (BBAS13) e, portanto a proporção válida para eventual exercício do direito desse título será alterada para 3,131799 ações ordinárias para cada bônus de subscrição. A informação está no site da Bovespa. Clique aqui para ler a íntegra do aviso aos acionistas.
03/10/2006
Avaliação otimista
Duas instituições estão recomendando as ações do Banco do Brasil a curto e médio prazo. A corretora de valores SLW recomendou as ações do BB para a semana de 02 a 06 de outubro. Ela lembra que o banco fechou um contrato com a Localiza para operar o financiamento dos carros usados da empresa, podendo, inclusive, utilizar essa parceria para comercializar seus produtos. E projeta o valor em R$73,00 por ação, um aumento de 48,07%. Já o Banco Pactual recomenda os papeis do BB e também os da Localiza. Os analistas acreditam que em um prazo bem curto as ações do BB deverão responder positivamente à recente confirmação da passagem da disputa presidencial para o segundo turno. Além disso, o banco continua apostando em empresas que acompanham de perto a economia doméstica, dadas as expectativas de maiores ganhos com o cenário macroeconômico mais positivo e o processo de afrouxamento monetário. Eles projetam a ação do BB em R$105,7, um aumento de 114%. A informação é do site InfoMoney. Clique aqui para ler a notícia completa.
13/09/2006
Aumento de capital
Terminado o prazo para subscrição dos Bônus B, o Banco do Brasil conseguiu junto ao Banco Central a aprovação para o aumento do capital social e do numero de ações. O pedido foi deliberado pela Assembléia Geral de Acionistas de 24.08.2006. Sendo assim, a partir de 06.09.2006, os recibos decorrentes da subscrição desses bônus (BBAS11) serão incorporados as atuais ações ON negociadas em Bolsa (BBAS3). Naquela mesma data, deixam de ser negociados os recibos de subscrição. O comunicado, divulgado pela Bovespa, está no site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra.
21/08/2006
Dinheiro no bolso
A partir do dia 28/08 o Banco do Brasil estará pagando dividendos aos acionistas sobre o resultado do primeiro semestre de 2006. A remuneração total por ação BBAS3 será de R$1,905801. O pagamento será atualizado pela Taxa Selic, da data do balanço (30.06.2006) até 28.08.2006. Em relação às ações decorrentes da subscrição dos Bônus “B”, o cálculo seguirá a regra aprovada pelo Conselho de Administração, em reunião de 09/03/2006, que decidiu pelo pagamento pro rata mês, conforme segue: ações pro rata 3 (três) meses, subscritas de 31/03/2006 a 28/04/2006, têm direito a 50% dos rendimentos; ações pro rata 2 (dois) meses, subscritas de 02/05/2006 a 31/05/2006, têm direito a 33,33% dos rendimentos; e ações pro rata 1 (um) mês, subscritas de 01/06/2006 a 30/06/2006, têm direito a 16,66% dos rendimentos. E mais uma vez o Banco vai reter os dividendos de acionistas cujos cadastros não estão atualizados. Para regularizar a situação cadastral basta dirigir-se a uma agência e apresentar identidade, CPF e comprovante de residência, se pessoa física; e estatuto/contrato social e prova de representação, se pessoa jurídica. O Banco do Brasil se coloca à disposição para maiores esclarecimentos em qualquer agência ou por meio de nosso Serviço de Atendimento ao Acionista da Central de Atendimento BB – telefone 4004 0001 (Capitais e Regiões Metropolitanas) ou 0800 729 0001 (Demais localidades). As informações são do site da Bovespa. Clique aqui para acessá-lo.
03/07/2006

Encerrado o prazo
Terminou no dia 30/06 último (sexta-feira) o prazo para o exercício do direito de subscrição de ações decorrentes dos bônus de subscrição série “B”. Quem não subscreveu no prazo, perdeu o direito. Abaixo as últimas cotações do Bônus B para os exercícios diários:
Data - Preço de Exercício Diário
08/06/2006 - 21,7009855
09/06/2006 - 21,7037292
12/06/2006 - 21,7119626
13/06/2006 - 21,7147077
14/06/2006 - 21,7174532
16/06/2006 - 21,7229452
19/06/2006 - 21,7311859
20/06/2006 - 21,7339334
21/06/2006 - 21,7366814
22/06/2006 - 21,7394296
23/06/2006 - 21,7421783
26/06/2006 - 21,7504262
27/06/2006 - 21,7531762
28/06/2006 - 21,7559265
29/06/2006 - 21,7586773
30/06/2006 - 21,7614283

28/06/2006
Prazo final
Termina no próximo dia 30/06, sexta-feira, o período de exercício do direito de subscrição de ações decorrentes dos bônus de subscrição série “B”. Tais bônus prescreverão se seus titulares não exercerem seus direitos até a data prevista. Para exercício do seu direito, o bonista deverá procurar qualquer agência do Banco do Brasil e solicitar a emissão do boletim de subscrição e do boleto bancário para pagamento, à vista e em moeda corrente, preferencialmente no Banco do Brasil ou em qualquer banco integrado ao sistema de compensação. O mencionado boletim conterá as condições para o exercício do direito de subscrição referente ao bônus “B”. O exercício de cada bônus dá direito a subscrever 1,043933 ação ON e, as ações que vierem a ser subscritas até o próximo dia 30/06, terão direito a 16,66% dos rendimentos pagos a título de dividendos, relativos ao 1º semestre de 2006. O BB se coloca a disposição dos clientes para maiores esclarecimentos nas agências e através dos telefones 4004.0001 nas capitais e 0800 7290001 nas demais localidades. A subscrição do Bônus “C” terá início no dia 01/07/2006 e se estenderá até 2011. Clique aqui para acessar a página do BB que trata da subscrição.
08/06/2006
Preço de Tabela
Para quem quer se informar sobre a subscrição do bônus série B que tem prazo para ser negociado até dia 30/06, o Banco do Brasil enviou o seguinte comunicado à Bovespa:
O Banco do Brasil comunica a serie dos preços de exercício em Reais e por Bônus, atualizados diariamente de 08/06/2006 a 30/06/2006, relativa ao período de exercício dos Bônus de Subscrição - Serie B, iniciado em 31/03/2006.
Data - Preço de Exercício Diário
08/06/2006 - 21,7009855
09/06/2006 - 21,7037292
12/06/2006 - 21,7119626
13/06/2006 - 21,7147077
14/06/2006 - 21,7174532
16/06/2006 - 21,7229452
19/06/2006 - 21,7311859
20/06/2006 - 21,7339334
21/06/2006 - 21,7366814
22/06/2006 - 21,7394296
23/06/2006 - 21,7421783
26/06/2006 - 21,7504262
27/06/2006 - 21,7531762
28/06/2006 - 21,7559265
29/06/2006 - 21,7586773
30/06/2006 - 21,7614283
A informação é do site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
06/06/2006
Ações para pequenos
A partir de segunda-feira, dia 12, e até 23 de junho, pessoas físicas e jurídicas não financeiras vão poder fazer reserva da compra das ações do Banco do Brasil cuja oferta terá início no dia 28 de junho. Os pequenos investidores interessados poderão fazer a reserva nas agências do BB ou em qualquer corretora de valores. Para participar da oferta, eles terão de gastar, no mínimo, R$ 1 mil e, no máximo, R$ 300 mil em dinheiro. Não será permitido usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Metade da oferta ao varejo, ou seja, 10%, é destinada preferencialmente a funcionários e clientes do banco. A maior parte, ou seja, 80% das ações, vai para grandes investidores institucionais e estrangeiros. A informação é da Agência Estado. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
Bônus B
A partir do dia 1º de junho estão liberados os negócios com os recibos de subscrição provenientes do exercício do direito conferido pelos Bônus de subscrição da série B, exercidos no período de 01/06/2006 a 30/06/2006. As informações foram publicadas no Boletim Diário de Informações da Bovespa em 27/03/2006
28/04/2006

Dividendos
O Banco do Brasil informa o valor por ação dos dividendos e a data a serem pagos, referentes a Lucros Acumulados decorrentes de reversão de Reserva para Expansão não utilizada. O valor de R$ 0,941231 será pago a ações componentes do atual capital social (negociadas na Bovespa sob o código BBAS3), bem como as que tiverem sido subscritas, até 19/04/2006, em função do exercício do direito do Bônus de Subscrição série B (negociadas na Bovespa sob o código BBAS11). Os valores estarão disponíveis a partir do dia 28/04/2006 para crédito em conta-corrente, poupança ou para recebimento diretamente no caixa. A informação é do próprio Banco do Brasil e pode ser acessada através do site. Clique aqui para ler a íntegra da comunicado.

05/04/2006
Subscrição de Bônus B
Iniciado no dia 31 de março último a subscrição dos bônus B do Banco do Brasil. O prazo vai até 30 de junho deste ano. Os bônus de subscrição são títulos negociáveis que dão direito de subscrição de ações do capital social da companhia, nas condições especificadas no documento, em especial pelo preço e no prazo definidos, independentemente do valor de mercado ou patrimonial da ação na época da subscrição. Os bônus não exercidos até a data limite estipulada para cada série serão automaticamente cancelados. O valor do exercício será de R$ 8,50 por bônus de subscrição, corrigido pelo IGP-DI de 17/6/1996, até a data do protocolo do período de exercício do direito de subscrição. A título de ilustração, em 01/03/2006, o preço de exercício atualizado alcançava R$ 21,69, por bônus. O boletim de subscrição será entregue ao detentor dos bônus em qualquer agência do Banco do Brasil e o pagamento poderá ser efetuado, até o vencimento, em qualquer banco integrado ao sistema de compensação. Os detentores de bônus custodiados em bolsas de valores deverão exercer seu direito nos agentes de custódia a que estiverem vinculados. A notícia é do site do BB. Clique aqui para ler a íntegra da matéria.
23/02/2006
Distribuição de dividendos
O Banco do Brasil divulgou comunicado ao acionista informando sobre o pagamento de dividendos sobre o resultado do segundo semestre de 2005. O rendimento bruto por ação será de R$ 1,088255. Os dividendos serão atualizados pela Taxa Selic, da data do balanço (31.12.2005) até a data do pagamento que terá início em 08.03.2006. haverá retenção de imposto de renda na fonte sobre o valor nominal de acordo com a legislação vigente. Já em relação aos dividendos pagos, haverá incidência de imposto de renda na fonte somente sobre a atualização monetária. O BB se coloca a disposição para maiores esclarecimentos em qualquer agência do Banco do Brasil ou por meio do Serviço de Atendimento ao Acionista – BB Responde, pelo telefone – 0800 785678

22/02/2006
Atenção Acionista
Acionistas detentores de bônus B do Banco do Brasil deverem ficar atentos ao leilão que acontece amanhã (dia 23/02). A Bovespa vai conduzir as 15 horas o leilão eletrônico onde serão oferecidos 4.155.589 bônus de emissão do Banco. Esses bônus de subscrição representam, para seus titulares, o direito de subscrever ações do capital social do BB por preço e prazo definidos. Os investidores autorizados a participar do leilão deverão indicar, até as 12 horas de amanhã, a quantidade e o preço com que pretendem participar da transação. Caso o preço sugerido seja diferente do preço mínimo definido no edital, os chamados " interferentes vendedores " deverão ajustá-lo à cotação mínima previamente definida para que possam participar da distribuição pública. A informação é do Valor Online. Clique aqui para ler a íntegra da notícia. Para informações específicas sobre o leilão entre em contato com o BB através do telefone de Atendimento ao Acionista: 0800 785678
20/02/2006
Investir ou não...
Apesar do alto lucro demonstrado pelo BB, o banco de investimentos Pactual e a Fator Corretora afirmaram que o desempenho ficou abaixo do esperado. As duas instituições concordam que o aumento das provisões para créditos com liquidação duvidosa acima do esperado teve impacto negativo no resultado da companhia, já que as receitas com intermediação financeira, assim como o lucro, ficaram abaixo das projeções. Apesar dos resultados abaixo do esperado, o Pactual mantém sua recomendação para as ações do Banco do Brasil, em função do seu valor de mercado e acreditando que as perdas com o agronegócio devem ser melhores entendidas pelo mercado, apesar do impacto negativo de curto prazo. Já a Fator Corretora acredita que o BB deverá continuar a apresentar dificuldades com sua carteira de crédito devido aos problemas enfrentados pelo setor de agropecuária. A Fator está revisando suas projeções de preço alvo, mas recomenda a manutenção dos papéis. A informação é do site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
07/02/2006
Altos e baixos
Analistas do Banco Santander acreditam que a valorização das ações do BB atingiu seu ápice. Tal afirmação parte da idéia de que o aumento no número de ações em circulação, em função da venda da participação do BNDES, da Previ e do FGE (Fundo Garantidor de Exportação), já era esperado pelo mercado. o bom desempenho dos papéis nos últimos pregões refletia a perspectiva do aumento de ações em circulação e a entrada do BB no Novo Mercado da Bovespa. No entanto, o fato relevante divulgado pelo banco na última semana confirma um aumento de 7,5% no free float (ações em circulação), o que o levaria para 14,3%, e não 25% como estava sendo comentado pelo mercado. Além disso, a possibilidade de uma maior participação dos investidores estrangeiros no capital do banco não foi confirmada pelo BB. Os analistas acreditam que os papéis ordinários do Banco do Brasil devem sofrer uma leve desvalorização até o fim deste ano. A informação é do site InfoMoney. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
03/02/2006
Só para grandes
Quem esperava comprar ações do Banco do Brasil (BB) com recursos do FGTS pode procurar outra opção. O secretário do Tesouro Nacional, Joaquim Levy, descartou a possibilidade de usar o fundo na oferta que deverá ser feita pela instituição ainda este ano. As ações que o governo vai oferecer são as que estão hoje em poder do BNDES, da Previ (fundo de pensões dos funcionários da instituição) e do Fundo de Garantia à Exportação (FGE). A operação pode envolver até 7,5% do capital, o que, pela cotação atual, significaria R$ 3,6 bilhões. Com a venda, o percentual de ações do BB em circulação no mercado subiria dos atuais 6,8% para até 14,3%. O BB quer atrair mais investidores estrangeiros para suas ações e defende mudanças na legislação para que isso aconteça. Atualmente, estrangeiros podem ter até 5,6% do capital total do banco. A eliminação desse limite vem sendo solicitada ao governo pela administração do BB desde 2002, e só pode ser feita por meio de decreto presidencial. As informações são do Globo Online. Clique aqui para ler a notícia completa.
02/02/2006
Pressa em vender
O governo tem pressa em colocar o Banco do Brasil no Novo Mercado. A data estabelecida é até julho e depende de uma oferta pública de, no mínimo, 18% das ações hoje em poder do Tesouro Nacional. O objetivo é evitar que a operação seja atropelada por turbulências no mercado com o início da corrida presidencial (como ocorreu em 2002). Atualmente, apenas 7,1% das ações do banco estão nas mãos do mercado. O Tesouro detém 71,8% dos papéis. O restante está distribuído entre o BNDESPar, a Previ e investidores externos. Na esteira deste anúncio, as ações do BB tiveram alta de 9,28% e foram negociados a R$ 62,40. A forte valorização de ontem levaram as ações do BB a acumularem alta de 47,87% desde o início do ano, enquanto, no mesmo período, o Ibovespa, bem mais modesto, registra uma alta de 14,85%. As informações são dos sites InvestNews e InfoMoney . Clique sobre cada um deles para ler a notícia completa.
01/02/2006
Privatização branca
Além da Previ, o governo brasileiro também está estudando a possibilidade de venda das ações do BB. A União quer aumentar a participação estrangeira no BB e justifica como uma medida para como reforçar o patrimônio da instituição e permitir seu ingresso no Novo Mercado. As empresas dessa ala Vip, são consideradas de primeira linha que atendem a uma série de exigências referentes à transparência e atendimento aos acionistas minoritários. Para entrar no chamado Novo Mercado, o BB precisa ter 25% de suas ações negociadas em Bolsa. Atualmente o porcentual de ações do banco negociado em bolsa não ultrapassa 7%. O Tesouro Nacional detém hoje 72,1% das ações do banco.
Há uma lei que permite a participação estrangeira no Banco do Brasil em até 5,6%. A idéia em análise no momento é ampliar esse porcentual. Para tanto, será necessária a edição de um decreto pelo presidente Lula. As ações do BB tiveram uma forte alta com a possibilidade de oferta. A informação é do jornal O Estado de S. Paulo. Clique aqui para ler a notícia completa.
26/01/2006
Retorno garantido
Quando se trata de beneficiar os investidores, o Banco do Brasil não deixa a desejar. Ficou com a quarta colocação entre os bancos de países fora do mundo industrializado no ano passado. O dado foi apontado através do índice da consultoria Mercer Oliver Wyman e divulgado ontem em Davos. O índicativo mede o desempenho ajustado ao risco. É calculado com base nos resultados de cinco anos e no valor do mercado do banco. O BB deu um retorno de quase o dobro (índice 168 tendo como base 100) em cinco anos. Somente neste ano até terça-feira, as ações do BB subiram 32,70% enquanto o índice Bovespa avançou 11,79% no mesmo espaço de tempo. Mais uma vez, a indústria financeira dos países emergentes teve um desempenho bem acima dos industrializados, de 32%, comparado a 13%.A informação é do Valor Online. Clique aqui para ler a notícia completa.
19/01/2006
Desinvestimento
A Previ vai vender uma parte de suas ações do Banco do Brasil. O anúncio foi feito pelo presidente da instituição, Sérgio Rosa. A intenção é aumentar quantidade de ações do Banco em circulação no mercado que hoje é de apenas 9%. Atualmente a Previ detém 13,9% das ações ordinárias do BB, o que corresponde a R$ 6,14 bilhões pela cotação de ontem. A medida faz parte da redução de investimento em renda variável que começa hoje pela reestruturação acionária da Embraer , que será votada hoje, em assembléia geral extraordinária. O presidente do fundo explicou que os recursos serão reaplicados em títulos de renda fixa. A informação é do jornal DCI. Clique aqui para ler a íntegra da notícia.
09/01/2006
Opinião reversa
Para orientar investidores o Banco Santander publicou um relatório com o que vale e o que não vale a pena investir em 2006. Os analistas do banco espanhol dividiram suas recomendações por setor, selecionando 18 empresas em nove setores. Assim, cada setor conta com um papel recomendado e uma ação a ser evitada, já que pode apresentar defasagem em relação ao seu setor de atuação. O banco estabeleceu seus parâmetros dentro de um cenário político-econômico otimista com alta de salário e queda no desemprego, porém com um modesto crescimento do PIB, em torno de 3,5%. No setor financeiro, ao analistas recomendam a ação do Unibanco e, contrariando a Merrill Lynch, o Santander acredita que as ações do Banco do Brasil podem sofrer uma defasagem. A informação é do site InfoMoney. Clique aqui para ler a notícia completa.
04/01/2006
Ações em alta
Após a Merrill Lynch indicar a sua compra, as ações do Banco do Brasil dispararam. Um dos motivos para a indicação foi a boa perspectiva das instituições financeiras para este ano. O banco de investimentos norte-americano ressaltou, ao recomendar a compra das ações do Banco do Brasil, além das perspectivas de um aumento da liquidez destes papéis, o valuation atrativo da instituição na comparação com outros bancos. Com esta alta, as ações ordinárias do Banco do Brasil registram valorização acumulada de 6,16% em apenas três dias, frente a uma alta de 3,82% do Índice Bovespa no mesmo período. A informação é do site InfoMoney. Clique aqui para ler a notícia completa.

21/11/2005
Boa dica
Analistas do Pactual acreditam que as ações do Banco do Brasil foram muito penalizadas pelo resultado do terceiro trimestre da instituição. Eles acham que isso pode se tornar uma oportunidade de compra das ações do banco. A análise aponta para um crescimento no valor da ação BBAS3 (código da ação do BB na Bovespa) para R$71,70, valorização de quase 70%. A informação é do site Infomoney. Clique aqui para ler a notícia completa.
16/11/2005
Altos e baixos
O lucro do Banco do Brasil no terceiro semestre superou o dos bancos particulares. Com alta de 72,7% em relação ao mesmo período do ano passado, o BB fechou o terceiro trimestre do ano com um lucro líquido de R$ 1,438 bilhão. No acumulado de janeiro a setembro, houve uma evolução de 51,6%, atingindo 3,417 bilhões. Mesmo com essa evolução, o resultado ficou abaixo do esperado pelos analistas de mercado e por isso as ações do BB tiveram uma forte queda na segunda-feira. Os papéis caíram 3,75% no dia 14/11/2005 e no dia de hoje, a queda já atingia 2,67%. Leia aqui a íntegra da notícia.